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Rio pode ter pancadas de chuva e até temporal nos próximos dias; veja previsão do tempo

Pessoa com guarda-chuva em praia do Rio de Janeiro – Foto: Pedro Kirilos/Riotur O calor extremo que atinge o Rio de Janeiro nos últimos dias pode dar uma leve ”trégua” na semana que marca o fim de 2025 e o início de 2026. De acordo com o site especializado ”Climatempo”, a capital fluminense deve ter pancadas de chuva já nesta segunda-feira (29/12), no período da noite, além de aumento da nebulosidade a partir da tarde, com os termômetros marcando entre 23 e 36 graus. Esse cenário, inclusive, pode se repetir ao longo dos próximo dias, com temperatura máxima prevista de 37ºC, na terça (30/12). Vale ressaltar que, na próxima sexta (02/01), há previsão de temporal na cidade à tarde e à noite, com o tempo ficando nublado pela manhã. Prováveis temperaturas e possibilidades de chuva no Rio nos próximos 7 dias Segunda (29/12) – 23ºC a 36ºC – 40% de chances de chover; Terça (30/12) – 24ºC a 37ºC – 50% de chances; Quarta (31/12) – 24ºC a 32ºC – 68% de chances; Quinta (01/01) – 24ºC a 33ºC – 75% de chances; Sexta (02/01) – 24ºC a 32ºC – 88% de chances; Sábado (03/01) – 24º? a 29ºC – 81% de chances; Domingo (04/01) – 24º? a 27ºC – 84% de chances. Nível do calor e recomendações Desde a tarde da última quarta (24/12), o município do Rio entrou no nível 3 de calor, quando há registro de temperaturas elevadas (36 a 40 graus), com previsão de permanência ou aumento por, no mínimo, três dias consecutivos. Em meio a isso, o Governo do Estado, por meio da Secretaria de Saúde, divulgou dicas de como ”sobreviver” ao calorão no RJ. Confira: Beber água constantemente, mesmo sem sentir sede; Evitar exposição demasiada ao sol, em especial, entre 10h e 16h; Redobrar os cuidados com crianças, idosos e pessoas acamadas; Usar roupas leves e frescas; Evitar bebidas alcoólicas e com elevado teor de açúcar; Utilizar protetor solar; Em caso de mal-estar, tontura ou outros sintomas provocados pelo estresse térmico, procurar uma unidade de saúde. Receba notícias no WhatsApp e e-mail Source link

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Preso traficante que era alvo da mega operação policial que neutralizou 117 marginais

Prisão do traficante goiano Bozo, na praia de São Conrado / Foto: Reprodução A Polícia Militar prendeu neste domingo, na Praia de São Conrado, na Zona Sul do Rio, o traficante Jhonnathan Wallef Moura Santos, conhecido como Bozo, que era um dos alvos da bem sucedida operação policial que acabou matando 117 bandidos no complexo do alemão. O criminoso, natural de Goiás e com atuação ligada ao tráfico de drogas no Rio de Janeiro – que virou refúgio de criminosos de todo o país após a proibição, durante a pandemia, das operações policiais em favelas – vinha sendo procurado desde a ofensiva que teve como objetivo central a sua prisão e a desarticulação da estrutura armada que o cercava. Segundo a corporação, contra ele havia mandado de prisão em aberto. Após trabalho de inteligência, os policiais localizaram o traficante na praia de São Conrado, onde foi finalmente preso. A abordagem ocorreu sem confronto, e o bandido foi conduzido à delegacia para os procedimentos legais, ficando à disposição da Justiça. Ele estava escondido na Rocinha. Na megaoperação, embora Bozo não tenha sido localizado, a ofensiva neutralizou mais de cem criminosos armados e reduziu de forma significativa a capacidade operacional da facção envolvida, desmontando esquemas de proteção, rotas de fuga e pontos de apoio utilizados pelo traficante. O principal alvo da operação era o traficante Doca, que segue foragido. Investigadores apontam que o homem preso exercia função estratégica dentro da organização criminosa, atuando no comando do tráfico e na coordenação de ações armadas. A avaliação das forças de segurança é de que a operação cumpriu seu papel ao enfraquecer o grupo e criar as condições necessárias para que o alvo fosse localizado e capturado posteriormente. Com a prisão, a Polícia Militar considera encerrada uma das frentes mais sensíveis da operação, destacando que o combate ao crime organizado exige ações contínuas, inteligência e presença permanente do Estado. As investigações seguem para identificar outros integrantes da facção e aprofundar a responsabilização criminal do grupo. Receba notícias no WhatsApp e e-mail Source link

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Onde o Rio enterrava seus mortos antes dos cemitérios

Cemitério do Pechincha – Foto: RioPax Antes que os grandes cemitérios urbanos se tornassem parte natural da paisagem carioca, o Rio de Janeiro lidava com seus mortos de maneira muito mais fragmentada — e, ao mesmo tempo, muito mais próxima da vida cotidiana. A morte não estava concentrada em poucos endereços fixos, mas espalhada pela cidade, integrada à sua malha religiosa, topográfica e social. Havia muitos lugares para os mortos, e muitos deles desapareceram sem deixar vestígios visíveis. Durante o período colonial e boa parte do Império, igrejas e seus entornos funcionavam como verdadeiros núcleos funerários. Não apenas o interior dos templos, mas também seus adros, fundos e áreas anexas recebiam sepultamentos. Era ali, junto aos espaços de oração, que se consolidava uma geografia da morte profundamente ligada à fé e à vida comunitária. O Rio enterrava seus mortos onde rezava, circulava e se reconhecia. Entre esses espaços hoje quase esquecidos, destaca-se o antigo Morro de Santo Antônio, durante séculos um dos territórios religiosos mais importantes da cidade. Antes de ser drasticamente reconfigurado pelas reformas urbanas do século XX, o morro abrigava conventos, igrejas, capelas e áreas de sepultamento. Ali, a morte fazia parte do cotidiano religioso, integrada ao relevo e à arquitetura, compondo uma paisagem que unia elevação espiritual e presença concreta dos mortos. Foi nesse contexto que ordens terceiras desempenharam papel fundamental. Elas não apenas organizavam a vida devocional de seus membros, como também mantinham necrópoles próprias, destinadas a irmãos e benfeitores. Um exemplo marcante foi a necrópole da Ordem Terceira de São Francisco da Penitência, situada atrás de sua igreja, no próprio Morro de Santo Antônio. O conjunto incluía uma capela mortuária central, cuidadosamente integrada ao espaço, reafirmando que o sepultamento era entendido como extensão natural da vida espiritual, e não como algo apartado da cidade. Além desse caso emblemático, a cidade contava com outros espaços funerários hoje pouco lembrados. Durante séculos, o interior e os adros das grandes igrejas paroquiais do Centro, como a Igreja da Candelária, receberam sepultamentos de fiéis, confrades e benfeitores, integrando a morte ao cotidiano urbano e religioso. Fora do núcleo mais adensado, existiu também o antigo Campo Santo da Misericórdia, na região que mais tarde daria origem ao Caju, destinado sobretudo aos pobres, escravizados e pessoas sem irmandade, revelando que a cidade já buscava soluções extramuros antes da consolidação dos grandes cemitérios públicos. Em paralelo, grupos estrangeiros mantiveram seus próprios espaços, como o Cemitério dos Ingleses, criado em 1811 na região da Gamboa para protestantes e não católicos, demonstrando que o Rio conviveu, por décadas, com uma multiplicidade de lugares de sepultamento, espalhados por igrejas, campos periféricos e áreas especializadas — uma geografia da morte muito mais complexa do que aquela que hoje lembramos. Além dos templos e áreas anexas às igrejas, o Rio possuía capelas mortuárias fora dos cemitérios, destinadas ao velório e às cerimônias fúnebres, muitas vezes localizadas a certa distância do local do enterro. Isso revela um dado pouco lembrado: a morte era um percurso, não um ponto único. O corpo circulava pela cidade, passava por capelas, igrejas e ritos, antes de alcançar seu destino final. Esse trajeto fazia parte da experiência urbana, marcando ruas, horários e rotinas. Não havia, portanto, um único “cemitério do Rio”. Havia múltiplos espaços funerários, coexistindo e se sobrepondo: sepultamentos em igrejas, áreas administradas por ordens religiosas, campos-santos periféricos, capelas independentes. Essa multiplicidade refletia uma cidade que crescia de forma orgânica, adaptando suas práticas à topografia, à religiosidade e às necessidades sociais de cada época. Com o avanço das ideias higienistas no século XIX e a progressiva reorganização urbana, essa geografia fragmentada começou a ser redesenhada. Os enterramentos intramuros foram sendo restringidos, e os mortos passaram a ser concentrados em grandes cemitérios públicos. Nesse processo, muitos dos antigos espaços funerários foram desativados, soterrados, demolidos ou simplesmente esquecidos. A cidade moderna preferiu apagar esses vestígios, substituindo-os por novas avenidas, edifícios e praças. Ainda assim, a memória desses lugares persiste, mesmo quando invisível. Sob calçadas, jardins e prédios do Centro, repousam histórias que raramente são lembradas: igrejas que enterravam seus fiéis, morros que acolhiam mortos e vivos, capelas que estruturavam o luto urbano. É uma camada profunda da cidade, difícil de perceber, mas essencial para compreender como o Rio se relacionou com a morte ao longo de sua história. Durante grande parte desse período, a administração desses espaços esteve integrada a instituições religiosas e assistenciais — entre elas, a irmandade da Santa Casa da Misericórdia do Rio de Janeiro, cuja atuação se inseria nesse sistema mais amplo de cuidado com os mortos, em sintonia com a tradição católica da cidade. Reconstituir essa geografia esquecida não é um exercício de nostalgia vazia. É um gesto de memória urbana. Ao lembrar onde o Rio enterrava seus mortos antes dos cemitérios, a cidade recupera parte de si mesma — um tempo em que a morte não era empurrada para longe, mas integrada à vida, à fé e ao espaço comum. Talvez por isso esses lugares ainda nos fascinem. Eles falam de um Rio que desapareceu fisicamente, mas que continua presente nas camadas mais profundas da cidade. Um Rio em que os mortos não estavam escondidos, mas faziam parte do caminho. Receba notícias no WhatsApp e e-mail Source link

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Tarado em plena luz do dia: homem investigado por atos obscenos contra mulheres em praia de Niterói

Ponte Rio-Niterói — Foto: EcoRodovias O que deveria ser apenas mais uma tarde comum de verão na praia de Piratininga, na Região Oceânica de Niterói, terminou com registro policial e abertura de investigação por crime de importunação sexual. Um homem foi detido após duas banhistas acionarem a polícia ao perceberem um comportamento considerado incompatível com o ambiente público da praia. Segundo o relato das vítimas, o suspeito permanecia sentado na faixa de areia enquanto praticava atos obscenos de forma recorrente, direcionando a conduta especificamente às mulheres que estavam próximas. As banhistas afirmam que o comportamento se tornava ainda mais explícito quando a companheira do homem se afastava em direção ao mar. Diante da situação, as vítimas passaram a registrar imagens que mostram o suspeito manipulando a genitália de maneira frequente e compulsiva, mesmo por cima do calção de banho. As gravações reforçaram a suspeita inicial e passaram a configurar indícios considerados consistentes de autoria, segundo a ocorrência policial. A Polícia Civil informou que o caso está sendo investigado pela 81ª DP (Itaipu), que instaurou inquérito com base no artigo 215-A do Código Penal, que tipifica o crime de importunação sexual. O procedimento corre sob sigilo, e até o momento não há informações oficiais sobre eventual prisão preventiva ou medidas cautelares adicionais. O episódio reacende o debate sobre segurança, assédio e limites de comportamento em espaços públicos, especialmente em áreas de lazer que recebem grande fluxo de pessoas durante o verão. Para as vítimas, o registro das imagens foi decisivo para que a situação não fosse tratada como um simples mal-entendido, mas como um caso que exige apuração formal. Receba notícias no WhatsApp e e-mail Source link

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Réveillon do Rio confirma atrações, musical sobre Clara Nunes volta e Brasil no Espelho surpreende

Ah, fim de ano no Rio de Janeiro, sol de volta com força, aquele clima de flerte no ar, praias e cachoeiras lotadas. Enquanto isso, a Riotur acelera a montagem dos palcos do Réveillon. A festa espalha 13 palcos pela cidade e mira um público de mais de 5 milhões de pessoas. Em Copacabana, o coração da virada, a operação concentra estrutura de grande porte, luz, som e tecnologia. A promessa inclui um espetáculo pirotécnico ampliado, trilha sonora própria e um show de drones que coloca a virada em clima de futuro. O Palco Rio, em frente ao Copacabana Palace, vira o grande cartão-postal da noite. A estrutura chega a 25 metros de altura e ocupa 1.700 m², com grande volume de LED e refletores. A cenografia busca referências nas formas e cores de Piet Mondrian, com criação de Abel Gomes. Na programação, o palco reúne Gilberto Gil com Ney Matogrosso como convidado, além de Belo e Alcione, João Gomes com participação de Iza, e Alok no pós-virada. A noite fecha com escola de samba, mantendo o clima de Carnaval logo nas primeiras horas de 2026. Foto: Reprodução/Internet A poucos metros, o Palco Amstel Samba, na altura da Rua República do Peru, aposta na identidade do gênero em elementos visuais ligados aos instrumentos. O lineup mistura vozes que seguram a roda com força: Roberta Sá, Mart’nália e Diogo Nogueira. O palco ainda marca a estreia do Bloco da Preta no réveillon do Rio, agora com novo vocalista, Feyjão. Já o Palco Banco do Brasil – Leme direciona o foco para a música gospel, com estética “celestial” e shows de Midian Lima, Samuel Messias, Thalles Roberto e Grupo Marcados. Para quem quer fugir da superlotação de Copacabana e ainda assim viver a virada com estrutura grande, o Réveillon do Rio oferece alternativas fortes em outros bairros. O Parque Madureira reúne samba e pagode com escolas e atrações populares. O Flamengo traz shows e tributo. A Ilha do Governador e a Penha entram na rota com rodas, sambistas e grandes agremiações. Paquetá aparece como opção para uma virada com outro ritmo, em cenário mais intimista. A lógica é simples: escolha o palco que combina com seu estilo e reduza o tempo de deslocamento. Saindo do Réveillon e entrando no primeiro fim de semana do ano, o Rio segue com programação para quem quer música e teatro. No dia 3 de janeiro, o Teatro Rival Petrobras recebe o retorno de “Deixa clarear, musical sobre Clara Nunes”, com Clara Santhana no papel principal. O espetáculo celebra 12 anos de circulação e reforça raízes da música brasileira com repertório que inclui “O canto das três raças”, “Morena de Angola” e “O mar serenou”. Também na agenda, Othon Bastos volta ao Teatro Vannucci com o solo “Não me entrego, não!”, em temporada de verão. O monólogo revisita memórias de uma carreira monumental e mantém lotação alta por onde passa. Othon (foto: Adriano Escanhuela) Para equilibrar festa e passeio, Niterói entra como respiro certeiro. O Museu do Ingá abriu a exposição “O Ingá e suas Coleções”, que ocupa os espaços do museu e apresenta um panorama de acervos públicos com nomes centrais da arte brasileira, como Di Cavalcanti, Candido Portinari, Carybé, José Pancetti e Aldo Bonadei. A mostra convida a um percurso amplo e gratuito, com recortes de períodos, linguagens e contextos que ajudam a entender a memória cultural fluminense. Já para quem gosta de uma boa leitura, acabei de ler Brasil no espelho, de Felipe Nunes – e recomendo. É aquela obra para quem quer começar um novo ano com repertório, o autor, cientista político, traça um retrato amplo sobre valores, ideias e crenças dos brasileiros, baseado em pesquisa com quase 10 mil entrevistas. Um ótimo lançamente da Globo Livros abrindo as portas para um quente ano de eleições. Felipe busca escrever de forma didática e fácil. É livro para entender contradições do país recente e como grupos e gerações se organizam por identidades, visões de mundo e comportamento. É útil para compreender melhor nosso entorno, os Brasis dentro do Brasil. Pessoalmente, tive algumas surpresas e refleti sobre como vem 2026. Será o começo do fim da polarização e dos extremismos ou os ânimos ficarão ainda mais exaltados? Conseguiremos uma política mais equilibrada absorvendo coisas boas da esquerda e da direita, fortalecendo a democracia? Serviço – Programação completa Réveillon do Rio de Janeiro Números de Estrutura e Operação Palco Rio (em frente ao Copacabana Palace): – 700m² de telas de LED utilizadas – 25 metros de altura e 1700m² de área – 8 pares de torres de luz e laser – 1200 refletores Em toda praia de Copacabana, incluíndo o Palco Leme: – 32 geradores de energia em funcionamento em toda a praia – 200 toneladas de equipamento – 500 caixas de som pela praia toda distribuídas pelas 20 torres de som e pelos 3 palcos principais – esse ano com torres de delay no Palco Rio para melhor experiência do público – 50 mil metros de estrutura de ferro tubular linear – 2.000 refletores (1200 no Palco Rio + 800 no Palco Amstel Samba e Palco Leme) – 114 containers “estacionados” na orla de Copacabana ATRAÇÕES RIO RÉVEILLON 2026 – SHOWS:PALCO RIO (Copacabana): 18h às 3h – DJ Cady 20h – Gilberto Gil + Ney Matogrosso (convidado especial) 22h30 – Belo + Alcione 00h12 – João Gomes + Iza (convidada especial) 02h – Alok 03h30 – G.R.E.S. Beija Flor PALCO AMSTEL SAMBA (Copacabana): 18h às 3h – DJ Tamy 20h – Roberta Sá 22h – Mart’nália 00h12 – Diogo Nogueira 01h40 – Feyjão convida Bloco da Preta 03h30 – G.R.E.S. Grande Rio PALCO BANCO DO BRASIL – LEME: 19h às 01h30 – DJ Marcelo Araújo 19h20 – Midian Lima 20h45 – Samuel Messias 22h15 – Thalles Roberto 00h12 – Grupo Marcados PALCO PARQUE MADUREIRA AMSTEL (Rua Soares Caldeira, 115): 18h30 – G.R.E.S Império Serrano 19h30 – Velha Guarda da Portela 21h – DJ Michell + Black de Elite 22h30 – Família Diniz 00h20 – Sombrinha 02h00 –

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Avião de pequeno porte que realizava serviço de publicidade cai no mar de Copacabana

Acidente aconteceu por volta das 12h34 deste sábado (27/12), na região da praia em frente à Rua Santa Clara Advertisement Receba notícias no WhatsApp e e-mail Queda de ultraleve no mar de Copacabana – Foto: Reprodução/Internet Um avião de pequeno porte, possivelmente monomotor, caiu no mar de Copacabana, Zona Sul do Rio de Janeiro, no início da tarde deste sábado (27/12). De acordo com o programa ”RJ1”, da ”TV Globo”, o acidente aconteceu por volta das 12h30 (de Brasília), na região da praia em frente à Rua Santa Clara. Por ora, ainda não há informações sobre o estado de saúde do piloto e de possíveis outros feridos. O 17º Grupamento de Bombeiros Militar (Copacabana) foi acionado às 12h34 para a ocorrência. A corporação utiliza jet skis, mergulhadores e helicóptero nas buscas. Vale ressaltar que a aeronave realizava serviço de publicidade no momento do acidente. Matéria em atualização Receba notícias no WhatsApp e e-mail Raphael Fernandes é jornalista, baixista e apaixonado por futebol. Integra a equipe do DIÁRIO DO RIO desde fevereiro de 2019 e, paralelamente, atua como repórter no radialismo esportivo carioca. Source link

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Confira tabela completa da Taça Guanabara, fase de grupos do Campeonato Carioca 2026

Advertisement Receba notícias no WhatsApp e e-mail Pulgar e Philippe Coutinho em Flamengo x Vasco, pelo Campeonato Carioca 2025, no Maracanã – Foto: Adriano Fontes/CRF A Federação de Futebol do Estado do Rio de Janeiro (FFERJ) divulgou a tabela completa da Taça Guanabara, primeiro turno do Campeonato Carioca 2026. Ao todo, 12 times disputarão o torneio. Eles foram divididos em dois grupos, com seis equipes em cada. O Grupo A é composto por Bangu, Fluminense, Portuguesa, Sampaio Corrêa, Vasco da Gama e Volta Redonda. Já o Grupo B tem Boavista, Botafogo, Flamengo, Madureira, Maricá e Nova Iguaçu. Na Taça Guanabara, cada time disputa seis jogos, enfrentando as equipes do grupo oposto. Os quatro melhores colocados de cada chave avançam às quartas de final. Essa fase será em jogo único. Posteriormente, os quatro times classificados disputam as semifinais, em partidas de ida e volta. Na última etapa, as duas melhores equipes fazem a final, também em dois confrontos. Confira a tabela completa da Taça Guanabara 2026 1ª rodada Volta Redonda x Boavista – 14/01 (quarta) – 17h – Raulino de Oliveira Fluminense x Madureira – 14/01 (quarta) – 21h – A definir Bangu x Flamengo – 14/01 (quarta) – 21h30 – Moça Bonita Sampaio Corrêa x Nova Iguaçu – 15/01 (quinta) – 17h – Lourival Gomes Portuguesa x Botafogo – 15/01 (quinta) – 19h – Luso Brasileiro Vasco x Maricá – 15/01 (quinta) – 21h30 – São Januário 2ª rodada Bangu x Madureira – 17/01 (sábado) – 18h30 – Moça Bonita Boavista x Fluminense – 17/01 (sábado) – 18h30 – Elcyr Resende Volta Redonda x Flamengo – 17/01 (sábado) – 21h30 – Raulino de Oliveira Vasco x Nova Iguaçu – 18/01 (domingo) – 18h – São Januário Portuguesa x Maricá – 18h/01 (domingo) – 20h30 – Luso Brasileiro Sampaio Corrêa x Botafogo – 18/01 (domingo) – 20h30 – Lourival Gomes 3ª rodada Maricá x Bangu – 21/01 (quarta) – 17h – João Saldanha Botafogo x Volta Redonda – 21/01 (quarta) – 19h – Nilton Santos Flamengo x Vasco – 21/01 (quarta) – 21h30 – Maracanã Madureira x Sampaio Corrêa – 22/01 (quinta) – 17h – Aniceto Moscoso Boavista x Portuguesa – 22/01 (quinta) – 19h – Elcyre Resende Nova Iguaçu x Fluminense – 22/01 (quinta) – 21h30 – A definir 4ª rodada Botafogo x Bangu – 24/01 (sábado) – 21h – Nilton Santos Fluminense x Flamengo – 25/01 (domingo) – 18h – Maracanã Boavista x Vasco – 25/01 (domingo) – 20h30 – Elcyr Resende Madureira x Portuguesa – 26/01 (segunda) – 17h – Aniceto Moscoso Nova Iguaçu x Volta Redonda – 26/01 (segunda) – 21h30 – Jânio Moraes Maricá x Sampaio Corrêa – 27/01 (terça) – 17h – João Saldanha 5ª rodada Sampaio Corrêa x Boavista – 30/01 (sexta) – 19h – Lourival Gomes Nova Iguaçu x Bangu – 30/01 (sexta) – 21h30 – Jânio Moraes Flamengo x Portuguesa – 31/01 (sábado) – 21h – Maracanã Botafogo x Fluminense – 01/02 (domingo) – 18h – Nilton Santos Madureira x Vasco – 01/02 (domingo) – 20h30 – A definir Maricá x Volta Redonda – 02/02 (segunda) – 17h – João Saldanha 6ª rodada Portuguesa x Nova Iguaçu – 07/02 (sábado) – 17h – Luso Brasileiro Bangu x Boavista – 07/02 (sábado) – 18h30 – Moça Bonita Flamengo x Sampaio Corrêa – 07/02 (sábado) – 21h – Maracanã Volta Redonda x Madureira – 08/02 (domingo) – 17h – Raulino de Oliveira Vasco x Botafogo – 08/02 (domingo) – 18h – A definir Fluminense x Maricá – 08/02 (domingo) – 20h30 – Maracanã Receba notícias no WhatsApp e e-mail Raphael Fernandes é jornalista, baixista e apaixonado por futebol. Integra a equipe do DIÁRIO DO RIO desde fevereiro de 2019 e, paralelamente, atua como repórter no radialismo esportivo carioca. Source link

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Réveillon de Copacabana contará com 3.500 policiais militares e mais de 180 viaturas

Réveillon 2024 na Praia de Copacabana – Foto: Gabriel Monteiro/Riotur Considerada a maior festa de Ano Novo do mundo, o Réveillon de Copacabana, na Zona Sul do Rio de Janeiro, contará com um amplo esquema de segurança, divulgado pelo Governo do Estado na última sexta-feira (26/12). Ao todo, 3.500 policiais militares atuarão na região e 182 viaturas, incluindo motos e quadriciclos, serão utilizadas. A operação prevê 17 pontos de revista, com uso de reconhecimento facial e detectores de metal, além de pontos de bloqueio e revista nas vias de acesso à praia, com o emprego de 1.026 agentes. O policiamento será reforçado ainda com 78 torres de observação, distribuídas pelo canteiro central, calçadão, espelho d’água e entorno dos três palcos; 70 pontos de baseamento de viaturas; e uma aeronave do Grupamento Aeromóvel (GAM). Vale ressaltar que o planejamento deste ano traz duas novidades. Uma é a divisão da orla de Copacabana em cinco Postos de Controle de Área (PCA). Em cada um desses locais demarcados, começando pelo Leme e terminando no Posto 6, haverá uma van com uma equipe de policiais sob comando de um oficial. O outro recurso é o emprego de quatro equipes do Grupamento de Patrulhamento em Multidão (GPM), já acionado com sucesso no carnaval de rua. Lotados no Batalhão de Rondas Especiais e Controle de Multidão (Recom), os agentes têm expertise em prevenir distúrbios e circulam em linha em meio à multidão, utilizando capacetes brancos para que sejam identificados com mais facilidade. De acordo com a Prefeitura do Rio, mais de 2,5 milhões de pessoas devem comparecer a Copacabana na noite que marca a chegada de 2026. Receba notícias no WhatsApp e e-mail Source link

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Petrópolis fecha 2025 com mais do 80% de cães e gatos vacinados

Imagem meramente ilustrativa – Foto: Marcelo Piu/Prefeitura do Rio A cidade de Petrópolis, localizada na região serrana fluminense, superou a meta de vacinação de cães e gatos estabelecida pelo Ministério da Saúde (MS). Segundo a Tribuna de Petrópolis, o município fecha o ano tendo imunizado 81,4% dos seus animais contra a raiva. A meta recomenda pelo Governo Federal é de 80%. Atualmente, a Cidade Imperial conta com mais de 40 mil cachorros e gatos. Ao todo, a administração de Petrópolis vacinou 24.597 cães e 8.528 gatos – totalizando 33 mil animais imunizados contra raiva. O resultado é um avanço diante da média de vacinação de campanhas anteriores: 2024 registrou 58,1% de animais imunizados; 2023, 67,7%; e 2022, teve 76,8% dos cães e gatos vacinados. A raiva é doença fatal, que pode ser transmitida aos humanos. O prefeito Hingo Hammes (PP) classifciou o resultacomo como uma “vitória” dos profisisonais de saúde animal:    “Essa vitória é resultado do empenho dos nossos profissionais de saúde do município e da parceria com as clínicas veretrinárias que este ano reforçaram a vacinação dos animais da cidade”, afirmou o mandatário, conforme reportou o jornal. Já o secretário de Saúde, Aloísio Barbosa, destacou a recuperação do município quanto às metas de vacinação animal de anos anteriores: “Tivemos em 2025 o melhor resultado dos últimos quatro anos. A última vez que Petrópolis bateu a meta foi em 2021, quando atingimos 87,6% de cobertura. O índice atual demonstra uma recuperação importante. Evidencia a mobilização dos serviços de saúde e adesão da população”, afirmou o secretário. Receba notícias no WhatsApp e e-mail Source link

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Saiba quando começam os bloqueios de trânsito em Copacabana para o Réveillon

Avenida Nossa Senhora de Copacabana — Foto: Tatiele Azeredo A Prefeitura do Rio divulgou nesta sexta-feira (26/12) o esquema de trânsito e operação para a festa de Réveillon na cidade. As mudanças começam às 6h do dia 30 de dezembro, com a proibição de estacionamento em 3,5 mil vagas em ruas de Copacabana, Ipanema e Leblon, incluindo trechos das avenidas Atlântica e Vieira Souto. Em Copacabana, o bloqueio total de trânsito será implementado às 21h do dia 31, atingindo carros de passeio, aplicativos, táxis e ônibus. O fechamento ocorre uma hora antes do que vinha sendo feito nos últimos anos. O espetáculo pirotécnico terá 19 balsas, quase o dobro das 10 utilizadas na virada de 2024 para 2025. A queima de fogos terá 12 minutos de duração, usando até 14 toneladas de explosivos, com sincronização de efeitos ondulados a uma trilha sonora especialmente composta para o evento. O show pirotécnico contará com explosivos fabricados na Espanha e China, com bombas de até 8 toneladas, ajustadas a uma trilha sonora composta para criar efeitos ondulados ao longo da orla. Restrições adicionais no dia 31 Primeiro minuto do dia 31: ônibus fretados proibidos de entrar em Copacabana. 7h: Avenida Atlântica interditada nos dois sentidos; Vieira Souto e Delfim Moreira terão pistas junto à orla fechadas, como ocorre aos domingos e feriados. 19h: bloqueio de carros de passeio e aplicativos. Táxis e ônibus ainda poderão entrar. 21h: bloqueio total do bairro. 5h do dia 1º: retorno parcial do acesso, exceto na orla. 10h: liberação parcial da Avenida Atlântica, com faixas reversíveis. Transporte público Entre 18h e 21h do dia 31, 24 linhas municipais e intermunicipais terão operação especial com desembarque na Avenida Princesa Isabel, identificadas com letreiro Réveillon. Na Enseada de Botafogo, serão montados terminais provisórios com bolsões de embarque organizados por destino: Zona Norte, Ilha do Governador, Centro/Tijuca, Zonas Oeste/Sudoeste, Baixada Fluminense, Leste Fluminense e Região Serrana. O esquema funcionará entre 21h e 5h. Segurança e fiscalização A operação contará com 78 pontos de observação da Polícia Militar e 17 bloqueios de acesso à praia. A Guarda Municipal mobilizará 1.370 agentes desde as 6h do dia 30, sendo 471 dedicados ao trânsito. O restante atuará em ordenamento urbano, fiscalização de ambulantes e controle de estacionamento irregular. Regras para comércio e circulação Ambulantes e público não poderão circular com recipientes de vidro. Barraqueiros não poderão montar cercadinhos na areia. Quiosques poderão isolar mesas e cadeiras, desde que dentro dos limites legais, sem ampliação irregular. Receba notícias no WhatsApp e e-mail Source link

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