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Quando o Ministério Público funciona como deve: autonomia entre promotorias fortalece a democracia

Divulgação MPRJ Um caso concreto que explica uma garantia constitucional A matéria intitulada “Promotoria arquiva denúncia sobre prédio em Botafogo; FGV confirma interesse e Sendas vai à Justiça”, publicada em 22 de janeiro de 2026, traz um relato que merece atenção — e elogio. Ela mostra, na prática, algo que muitos desconhecem ou podem estranhar: uma promotoria do Ministério Público do Rio de Janeiro (MPRJ) arquivou uma investigação, enquanto outra promotoria do mesmo Ministério Público abriu inquérito sobre o mesmo fato. Isso não é erro, não é contradição institucional e não é bagunça. É exatamente como o sistema constitucional foi desenhado. Veja essa matéria no seguinte sítio: O que diz a matéria: dois olhares legítimos dentro do mesmo MP Segundo a reportagem, a 5ª Promotoria de Justiça de Tutela Coletiva do Patrimônio Público e da Cidadania do Ministério Público do Estado do Rio de Janeiro decidiu arquivar a denúncia que questionava a desapropriação de um prédio em Botafogo, por entender que não havia indícios concretos de ilegalidade, desvio de finalidade ou abuso de poder. Ao mesmo tempo, a 2ª Promotoria de Justiça de Tutela Coletiva de Urbanismo da Capital instaurou inquérito civil para apurar exatamente se houve: ausência de motivação técnica; eventual desvio de finalidade; inadequação do instrumento da desapropriação ao caso concreto. Duas promotorias, dois enfoques, duas atribuições distintas, ambas legítimas. E isso é excelente. Por que isso é bom — e não ruim Esse episódio demonstra, com clareza: que não existe hierarquia funcional entre promotorias; que cada promotoria atua com autonomia técnica; que arquivamento por uma não impede atuação da outra, se houver atribuição ou entendimento diverso. Se o Ministério Público funcionasse como um órgão hierárquico clássico, uma decisão encerraria tudo. Mas ele não funciona assim — por uma razão simples: a Constituição não quis que fosse assim. O Ministério Público não é uma repartição hierarquizada O Ministério Público não segue o modelo de comando e obediência típico do Executivo. Embora exista um Procurador-Geral: ele administra a instituição; ele não manda no mérito das atuações; ele não determina arquivamentos ou denúncias. Cada promotor decide segundo sua convicção jurídica, com base: na Constituição; na lei; na análise técnica do caso concreto. Isso se chama independência funcional. Independência funcional: garantia da sociedade, não privilégio corporativo A Constituição estabelece três princípios institucionais do Ministério Público: unidade; indivisibilidade; independência funcional. Na prática, isso significa que o promotor: não recebe ordens sobre como agir em um caso concreto; não é obrigado a seguir “linha oficial”; não pode ser punido por discordar juridicamente. Se isso não existisse, o MP poderia virar um braço do governo da vez. A independência entre promotorias: a camada menos compreendida (e mais importante) Além da independência em relação à chefia, há outra garantia essencial: a independência entre as próprias promotorias. No Ministério Público: uma promotoria não manda na outra; uma promotoria especializada não é instância superior; promotor da capital não manda em promotor do interior; promotor de área “mais visível” não hierarquiza outro. Cada promotoria é funcionalmente autônoma. O caso da desapropriação em Botafogo, sob suspeita de ter sido feita para beneficiar a Fundação Getulio Vargas (FGV) ilustra isso de forma exemplar. Unidade institucional não significa pensamento único O Ministério Público é uno enquanto instituição, mas: não é uno em pensamento; não é uno em estratégia; não é uno em interpretação jurídica. E isso é proposital. Se todas as promotorias fossem obrigadas a pensar igual, bastaria capturar a cúpula para capturar toda a instituição. Coordenação existe, subordinação não É legítimo haver: recomendações; notas técnicas; grupos de trabalho; orientações gerais. Mas nada disso é: vinculante no mérito; impositivo; passível de punição por discordância técnica. Quando “coordenação” vira imposição, há violação direta da Constituição. Controle existe — mas é jurídico, não político A independência funcional não é salvo-conduto. O promotor: responde por abuso ou omissão; tem seus atos controlados pelo Judiciário; está sujeito ao Conselho Nacional do Ministério Público. O que não existe — e não pode existir — é controle por conveniência política. Há também o perigo do controle e interferência por conveniência pessoal ou familiar. Isso ocorre quando um promotor (a) casado(a) com dirigente municipal faz gestões no MP nas ações em ato daquele dirigente que está sendo investigado. O caso da desapropriação em Botafogo como exemplo saudável do sistema Voltemos ao caso concreto. Uma promotoria arquiva. Outra investiga. Nenhuma interfere na outra. Nenhuma pune a outra. Nenhuma é “corrigida” por discordar. Isso é o Ministério Público funcionando corretamente. É assim que se evita: abafamento de investigações; alinhamento forçado; uso político da instituição. Quando a divergência institucional protege a democracia O episódio relatado na matéria jornalística não revela fragilidade do Ministério Público. Revela força institucional. A autonomia entre promotorias: impede captura política; garante pluralidade jurídica; protege o interesse público; fortalece a democracia. Num país acostumado a confundir hierarquia com eficiência, é preciso dizer com todas as letras: No Ministério Público, a divergência técnica é uma virtude institucional. E quando isso acontece na prática — como no caso sob análise — quem ganha é a sociedade. Um reconhecimento necessário: as Promotorias de Urbanismo e de Meio Ambiente como guardiãs da cidade É mais do que justo registrar um elogio explícito à atuação das Promotorias de Urbanismo e de Meio Ambiente do Ministério Público do Estado do Rio de Janeiro. Basta acompanhar os noticiários, para ver a pronta diligência delas contra os malfeitos e omissões da Prefeitura em termos de urbanização e meio ambiente de nossa cidade. Trata-se de promotorias que, independentemente de quem esteja no comando da Prefeitura, vem exercendo de forma firme, técnica e coerente o seu papel constitucional de defesa da cidade e do interesse público urbanístico. Basta observar o conjunto de ações judiciais propostas, inquéritos civis instaurados e investigações conduzidas ao longo dos últimos anos para perceber que não se trata de atuação episódica, mas de postura institucional consistente. Essas atuações têm sido fundamentais para conter o uso indevido do poder urbanístico como instrumento de favorecimento de terceiros e de arrecadação pela Prefeitura, para enfrentar o

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PM apreende mais de 80 objetos perfurocortantes no 1º fim de semana de megablocos no Centro do Rio

Objetos perfurocortantes apreendidos pela PM no primeiro fim de semana de megablocos no Carnaval do Rio de Janeiro em 2026 – Foto: Divulgação Policiais militares apreenderam 82 objetos perfurocortantes durante ações preventivas realizadas nos cortejos Chá da Alice, no último sábado (24/01), e Bloco da Lexa, neste domingo (25/01), ambos na região central do Rio de Janeiro. De acordo com o Governo do RJ, por meio da Secretaria de Estado de Polícia Militar (SEPM), ao todo, foram mobilizados 1.410 agentes para os dois dias de megablocos, que atuaram em toda a região do Circuito Preta Gil, que começa na Praça da Candelária, passa pela Rua Primeiro de Março e pela Avenida Presidente Antônio Carlos e termina perto do Aterro do Flamengo. Nesse perímetro, foram colocadas torres de observação, além da realização de monitoramento aéreo através de helicóptero e drones do Grupamento Aeromóvel (GAM), que contam com câmeras equipadas com software de reconhecimento facial. O policiamento no trajeto dos megablocos também contou com equipes do Grupamento de Patrulhamento em Multidão (GPM), que atuaram entre os foliões com foco na prevenção de tumultos. Identificados pelo capacete branco, os referidos agentes são lotados no Batalhão de Rondas Especiais e Controle de Multidão (Recom) e possuem expertise nesse tipo de trabalho. ”A segurança pública é um pilar fundamental para o sucesso do carnaval de rua do Rio de Janeiro, um evento que atrai milhões de foliões e movimenta significativamente a economia do estado. E a Polícia Militar através de um grande planejamento de segurança, que envolve dezenas de milhares de policiais, tecnologia e equipamentos visa não apenas a redução de crimes, mas a garantia de que o carnaval de rua ocorra de forma ordenada e segura para cariocas e turistas”, diz o coronel Marcelo de Menezes Nogueira, secretário estadual de Polícia Militar. A coordenação do policiamento ficou centralizada em um carro-comando estacionado nas proximidades do Palácio Tiradentes, sede histórica da Assembleia Legislativa do Estado (Alerj), na Avenida Presidente Antônio Carlos. Imagens geradas por câmeras de monitoramento foram acompanhadas em tempo real pelas equipes da área de tecnologia da PMERJ. O trabalho da SEPM também contou com agentes do Regimento de Polícia Montada (RPMont), com patrulhamento na Central do Brasil e na Cinelândia, além de equipes do Batalhão Tático de Motociclistas (BTM) e de uma Unidade de Controle de Distúrbios (UCD), vinculada ao Batalhão de Polícia de Choque (BPChq). Receba notícias no WhatsApp e e-mail Source link

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Foliões lotam trens da SuperVia em bloco que vai do Centro do Rio à Baixada Fluminense

Foliões do bloco Caxias Water Planet na estação de trem Duque de Caxias, no RJ – Foto: Gabriella Falcão/Carnabendita Milhares de foliões curtiram, neste domingo (25/01), o bloco carnavalesco Caxias Water Planet, que saiu da região central do Rio de Janeiro com destino à Baixada Fluminense. O bloco celebrou o aniversário do saxofonista Tarcísio Cisão Cisão e apostou, em 2026, no tema ”Da Água para o Vinho”, exaltando os deuses Poseidon, Iara, Iemanjá e Dionísio. A concentração dos foliões começou por volta das 6h30, na Central do Brasil. De lá, o bloco seguiu, via trens da SuperVia, para a estação Duque de Caxias, onde o público desembarcou e, posteriormente, lotou as ruas do Centro do referido município ”baixadense”. Receba notícias no WhatsApp e e-mail Source link

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Última semana de janeiro no Rio deve ser chuvosa, mas com 1 dia de trégua; veja qual

Advertisement Receba notícias no WhatsApp e e-mail Imagem meramente ilustrativa de dia chuvoso no Rio de Janeiro – Foto: Alexandre Macieira/Riotur A última semana de janeiro no município do Rio deve ser majoritariamente chuvosa, de acordo com o site especializado em meteorologia ”Climatempo”. Nesta segunda-feira (26/01) e também na terça (27/01), a capital fluminense terá sol em meio a nuvens, com possibilidade de pancadas de chuva à tarde e à noite. Os termômetros marcarão entre 21 e 32 graus. Já na quarta (28/01), a tendência é de períodos nublados, mas sem precipitações. As temperaturas variarão de 23º? a 31ºC. Na quinta (29/01) e na sexta (30/01), a Cidade Maravilhosa deve ter chuva rápida durante o dia e à noite. Os termômetros marcarão entre 23 e 32 graus. Por fim, no sábado (31/01) e no domingo (01/02), a previsão é de chuva passageira durante o dia e tempo firme à noite, com temperaturas de 23º? a 31ºC. Receba notícias no WhatsApp e e-mail Raphael Fernandes é jornalista, baixista e apaixonado por futebol. Integra a equipe do DIÁRIO DO RIO desde fevereiro de 2019 e, paralelamente, atua como repórter no radialismo esportivo carioca. Source link

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Bloco da Lexa lota a Primeiro de Março e puxa domingo de megablocos no Centro do Rio

Foto: Alex Ferro O domingo (25) começou cedo no Centro do Rio e com cara de Carnaval. Encerrando o primeiro fim de semana de festas no circuito de megablocos Preta Gil, o Bloco da Lexa tomou a Rua Primeiro de Março e arrastou uma multidão logo pela manhã, com a cantora no alto do trio elétrico puxando um coro a céu aberto. Confira a lista dos blocos de rua do Rio de Janeiro em 2026. A presença de público foi celebrada pela Riotur. “O segundo dia de megabloco e este segundo fim de semana de blocos confirmam que o Rio já está completamente tomado pelo espírito do Carnaval”, afirmou Bernardo Fellows, presidente da Riotur. “A cidade vive uma ocupação intensa, alegre e diversa dos espaços públicos, com milhões de pessoas nas ruas celebrando de forma organizada, segura e democrática”, completou. A apresentação marcou o retorno de Lexa aos blocos de rua no Rio, depois de um ano afastada da folia. Um dos nomes mais populares do funk e do pop, ela subiu no trio com figurino pensado para homenagear a pluralidade musical brasileira, tema escolhido para o Carnaval de 2026. Emocionada, a cantora falou da volta ao circuito. “Voltar é um sinal que a vida continua e que eu sou muito forte. Eu amo fazer isso, estou muito feliz de estar realizando o bloco hoje. Faço porque sou apaixonada”, disse Lexa. Logo na abertura, ela cantou um cover de “Sinais de Fogo”, sucesso de Preta Gil, celebrando a artista que dá nome ao circuito de megablocos do Rio. No repertório, vieram hits como “Sapequinha”, “Chama Ela” e “Só Depois do Carnaval”, além de músicas como “Combatchy”, parceria com Anitta e Luísa Sonza, e “Amiga com Amiga”, lançada na última semana com MC GW e MC Carol. O trio ainda recebeu participações de artistas como Lorena Simpson, MC Nito, Lenny e DJ Jhury. O encerramento ficou por conta de Naldo Benny, que dividiu o fim do desfile com Lexa. No fim, a cantora disse que o Carnaval de rua ajuda a aproximar o público. “Acho que aproximei mais do público porque os blocos de rua, o show gratuito, viabiliza com que as pessoas vejam todo o meu trabalho e não gastem. Eu nasci no Carnaval, digo que sou cria do Carnaval”, afirmou. “Ver o meu trabalho indo tão longe é muito importante”, completou. Só Caminha leva clima mais leve ao Humaitá A folia também se espalhou por outros pontos da cidade. No Humaitá, na Zona Sul, o tradicional Só Caminha desfilou no Largo dos Leões e reuniu quem preferiu um bloco com menos aperto e mais clima de bairro. O tema deste ano foi de contos de fadas, escolhido, segundo a produção, para estimular fantasias e agradar público infanto-juvenil e adulto. Um dos fundadores, Gabriel Antunez, reforçou o perfil do bloco. “O nosso bloco é para as pessoas do Rio, da comunidade em nosso entorno. A ideia é fazer um bloco que seja família, que seja entre amigos”, contou. “Não toleramos brigas. Se acontecer algo, a gente tira e o bloco não recomeça até tudo estar organizado”, disse. Criado em 2009 por um grupo de amigos de Botafogo e Humaitá, o Só Caminha hoje tem cerca de 100 integrantes na bateria, comandada pelo mestre Caliquinho, conhecido pela passagem na Fiel Bateria da escola de samba São Clemente. “Quando nós criamos o bloco, todo mundo estava na faixa dos 20. A gente gostava de samba, frequentava as rodas e começou a tocar em blocos de rua”, lembrou o organizador. Receba notícias no WhatsApp e e-mail Source link

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Lançamentos imobiliários no Rio sobem 7% em 2025 e preço médio cresce 9%

Os lançamentos imobiliários no Rio de Janeiro cresceram 7% em 2025, segundo estudo da Brain Inteligência Estratégica. Advertisement Receba notícias no WhatsApp e e-mail Foto: Divulgação/Cury O mercado de lançamentos imobiliários no Rio de Janeiro fechou 2025 em alta. Um levantamento da Brain Inteligência Estratégica aponta crescimento de 7% no volume de novos empreendimentos colocados no mercado ao longo do ano. O estudo também indica aumento no preço médio de venda das unidades: alta de 9% em 2025, mesmo com inflação de 4,2% no período. Ao mesmo tempo, o número de unidades ofertadas caiu 4,5%. Na prática, o dado sugere um ano com mais lançamentos, mas com projetos menores, com menos apartamentos por empreendimento. Na divisão por bairros, o Santo Cristo aparece como o principal polo de novos lançamentos, concentrando 25% do total. Na sequência vêm Barra da Tijuca (21%) e Barra Olímpica (11%). Receba notícias no WhatsApp e e-mail Diretor-Executivo do Diário do Rio e defensor do Carioca Way of Life Source link

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1º Fla-Flu de 2026 ocorre neste domingo; veja prováveis escalações

Carrascal e Canobbio em Fluminense x Flamengo, pelo Campeonato Brasileiro 2025, no Maracanã – Foto: Adriano Fontes/Flamengo Neste domingo (25/01), Fluminense e Flamengo se enfrentam pela primeira vez em 2026. A partida, válida pela 4ª rodada da Taça Guanabara, fase de grupos do Campeonato Carioca, ocorre às 18h (de Brasília), no Maracanã. Pelo lado tricolor, mandante do jogo, o auxiliar Maxi Cuberas, que comanda a equipe neste início de temporada devido à ausência do técnico Luis Zubeldía, que passou recentemente por um procedimento no coração, deve mandar a campo um time mesclado, visando a estreia do Flu no Campeonato Brasileiro, na próxima quarta-feira (28/01), contra o Grêmio, também no Maracanã. O Fluminense deve jogar o clássico carioca com Fábio; Guga, Jemmes, Freytes e Guilherme Arana; Martinelli, Nonato e Lucho Acosta; Canobbio, Serna e Everaldo. No Rubro-Negro, a situação é parecida. O treinador, Filipe Luís, prioriza também o Brasileirão, onde enfrenta o São Paulo na 1ª rodada, também na quarta, e a Supercopa do Brasil, no próximo domingo (01/02), contra o Corinthians. O Fla deve jogar contra o Flu com Andrew; Varela, Léo Ortiz, Vitão e Daniel Salles; Pulgar, Evertton Araújo e Carrascal; Luiz Araújo, Samuel Lino e Pedro. No momento, o Fluminense ocupa o 2º lugar no Grupo A do Estadual, com 6 pontos. Já o Flamengo está na 5ª colocação no Grupo B, com 4 pontos. Receba notícias no WhatsApp e e-mail Source link

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Árvore cai em frente ao Botafogo Praia Shopping e deixa quatro pessoas feridas

A árvore ocupou uma faixa da avenida, causando congestionamento na região Advertisement Receba notícias no WhatsApp e e-mail Árvore interditou uma faixa da Praia de Botafogo Reprodução Uma árvore caiu e atingiu ao menos três carros em frente ao Botafogo Praia Shopping, na Zona Sul, na tarde desta sexta-feira (23/01). O Corpo de Bombeiros prestou socorro a dois adultos e duas crianças, que foram liberadas ainda no local. De acordo com a corporação, as equipes do quartel do Humaitá foram acionadas por volta das 14h20. A árvore ocupou uma faixa da avenida, causando congestionamento na região. Um vídeo mostra os carros atingidos e outros tentando passar pelo lado. Receba notícias no WhatsApp e e-mail Altair Alves é jornalista, produtor e editor. Também é apresentador do programa esportivo Acréscimos. Morador do Andaraí, é apaixonado por música e futebol dos anos 90. Source link

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Castro exonera presidente do Rioprevidência após operação da PF que investiga aplicações no Banco Master

O governador Cláudio Castro exonerou, na tarde desta sexta-feira (23/01), o presidente do Rioprevidência após a deflagração de uma operação da Polícia Federal que mira a cúpula da autarquia. A decisão foi publicada no Diário Oficial no mesmo dia em que o dirigente entregou uma carta de renúncia, apresentada depois da ação policial. O principal alvo da investigação é o então diretor-presidente Deivis Marcon Antunes, que, segundo apuração, está nos Estados Unidos desde o último dia 15. Apesar da renúncia, o ato oficial registra a exoneração por decisão do governador. Na carta encaminhada ao governo, Antunes sustenta que atuou com espírito público e dentro de padrões éticos ao longo de sua gestão. No texto, ele afirma que dedicou sua atuação ao fortalecimento do Rioprevidência, com valorização de servidores, aprimoramento de processos internos e defesa dos interesses da autarquia, e rejeita qualquer tentativa de atribuir ilegalidade aos atos praticados enquanto esteve à frente do órgão. Além dele, a Polícia Federal investiga o diretor de Investimentos, Eucherio Lerner Rodrigues, e o ex-gerente de investimentos Pedro Pinheiro Guerra Leal. O Rioprevidência é responsável pela gestão das aposentadorias e pensões de mais de 235 mil servidores estaduais. A Operação Barco de Papel resultou na apreensão de documentos, arquivos digitais, dinheiro em espécie e bens de alto valor em diferentes endereços ligados aos investigados. Na sede do Rioprevidência, os agentes recolheram arquivos digitais e documentos diversos. Em um imóvel em Botafogo, associado a Deivis Antunes, foi apreendido um veículo de luxo blindado, cerca de R$ 7 mil em espécie, dispositivos eletrônicos, um relógio e documentos. Em outro endereço, na Gávea, foram levados um veículo de luxo, aproximadamente R$ 3,5 mil em dinheiro, celular, notebook, mídias de armazenamento e documentos. Já em uma residência na Urca, a PF apreendeu equipamentos eletrônicos e papéis. A investigação foi aberta em novembro de 2025 e apura nove operações financeiras realizadas entre novembro de 2023 e julho de 2024, que somam cerca de R$ 970 milhões aplicados pelo Rioprevidência em Letras Financeiras emitidas pelo Banco Master. Segundo a PF, os investimentos ocorreram entre outubro de 2023 e agosto de 2024, com títulos de vencimento em 2033 e 2034. Receba notícias no WhatsApp e e-mail Source link

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Alerj é dominada pela direita, mas divisões internas impedem consenso automático

Palácio Tiradentes, sede histórica da Alerj – Foto: Thiago Lontra A Assembleia Legislativa do Rio de Janeiro (Alerj) é hoje uma das Casas parlamentares mais conservadoras do país. Dos 70 deputados estaduais, a ampla maioria se identifica com a direita ou com posições de centro-direita, formando um bloco numericamente suficiente para aprovar projetos, derrubar vetos e controlar a pauta do plenário. Ainda assim, a hegemonia não significa unidade. Na prática, a direita fluminense governa a Alerj, mas não atua como um bloco monolítico. Disputas por protagonismo, diferenças de alinhamento com o bolsonarismo e conflitos locais fragmentam o grupo majoritário, criando um ambiente em que derrotas inesperadas e rearranjos táticos não são raros. Quem é quem na Alerj A configuração política atual pode ser resumida assim: Direita (cerca de 40 a 45 deputados): reúne PL, parte expressiva do União Brasil, Republicanos, segmentos do PSD e legendas menores. Em votações centrais do governo Cláudio Castro, esse grupo costuma garantir maioria confortável, sobretudo em matérias fiscais, administrativas e de segurança pública. É também o bloco mais crítico ao presidente Lula e ao prefeito do Rio, Eduardo Paes (PSD), alvo frequente de ataques que extrapolam o campo político e alcançam a vida pessoal. Centro (aproximadamente 10 a 12 deputados): pragmáticos, variam conforme o tema. Parte do PSD, MDB e União Brasil atuam aqui, negociando apoio em troca de espaços e agendas regionais. Esquerda (9 a 11 deputados): PT, PSOL, PcdoB, PSB e aliados. Minoritária, mas atuante, a bancada vota de forma disciplinada e investe na articulação silenciosa, especialmente em cenários onde a fragmentação da direita pode abrir brechas. Aposta no voto secreto como trunfo em uma eventual eleição indireta. Independentes ou voláteis (5 a 7 deputados): parlamentares sem alinhamento fixo, decisivos em disputas internas e votações sensíveis. Simulação de cenários de votação Cenário 1 — Votação aberta Direita vence com relativa facilidade Pressão pública e exposição inibem dissidências. Deputados tendem a seguir orientação partidária. Resultado provável: Direita: 38 a 42 votos Centro + esquerda: 28 a 32 votos Cenário 2 — Votação secreta Fragmentação do bloco conservador vem à tona. Dissidências silenciosas e acordos transversais ganham peso. Centro e independentes tornam-se decisivos. Esquerda atua de forma coordenada Resultado provável: Direita fiel: 30 a 33 votos Centro + esquerda + dissidentes: 36 a 38 votos Chance real de surpresa, especialmente se houver: mais de um candidato da direita conjuntura nacional interferindo articulação forte de bastidores O retrato final A Alerj é, hoje, majoritariamente de direita, e continuará sendo. Mas o desenho político da Casa mostra que número não é sinônimo de controle absoluto. Em votações expostas, a maioria se impõe. Em decisões sensíveis, internas ou sigilosas, o jogo pode mudar. Receba notícias no WhatsApp e e-mail Source link

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