Mercado Imobiliário

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Niterói inaugura mais cinco pontos de atendimento do Balcão GOV.BR

Divulgação A Prefeitura de Niterói inaugurou mais cinco pontos de atendimento do Balcão GOV.BR, serviço do Governo Federal voltado para simplificação da rotina do contribuinte, redução de burocracias e filas e incentivo ao uso de ferramentas, como assinatura eletrônica e carteira digital. No Balcão, os usuários têm apoio presencial para acessar os serviços digitais necessários. Com as entregas, Niterói soma sete unidades do Balcão GOV.BR, que estão localizadas no Centro, Engenhoca, Icaraí, Largo da Batalha, Fonseca e Região Oceânica, e se consolida como o município com o maior número de postos de atendimento no território fluminense. O portal GOV.BR é uma plataforma de relacionamento que reúne os canais digitais do Governo Federal, com serviços, notícias e informações sobre as áreas de atuação do governo. No portal, o usuário tem acesso a mais de 4 mil serviços públicos digitais. O prefeito Rodrigo Neves (PDT) ressaltou que, com as sete salas atendimento do Balcão, Niterói avança no processo de inclusão e digitalização dos serviços prestados à população: “A transformação digital é uma prioridade da nossa gestão desde o meu primeiro mandato, em 2013. A cidade já conta com diversos programas que geram eficiência digital nos serviços prestados. Agora teremos, ao todo, sete salas para atendimento no acesso ao portal GOV.BR. Somos referência no estado. Nosso objetivo é não deixar ninguém ser excluído digitalmente, principalmente nossos idosos, que muitas vezes não têm informações sobre os serviços digitais”, disse Neves. O coordenador de Governo Digital e Relacionamento com o Cidadão da administração niteroiense, Fernando Stern, reforçou que os diferentes pontos de atendimento do serviço vão facilitar a vida dos usuários: “A abertura de mais unidades do Balcão GOV.BR pela cidade faz parte da estratégia da Prefeitura de Niterói. Vamos, cada vez mais, ter pontos de atendimento presencial onde o cidadão pode acessar os serviços digitais, fazer valer seus direitos, resolver problemas e ter suporte de funcionários públicos que os apoiem nas suas necessidades”, afirmou Stern. As orientações prestadas pelos colaboradores do Balcão GOV.BR vão desde as mais simples às mais complexas. Enusia Brito dos Santos, empreendedora na área de marketing digital, por exemplo, foi ao local para desbloquear a conta GOV.BR. “Minha conta GOV.BR foi bloqueada porque troquei de telefone e eu não sabia. Busquei o Ministério da Fazenda no Rio e fui encaminhada para Niterói. Fui muito bem atendida aqui. Consegui desbloquear minha conta e resolver o problema. Vou embora feliz”, comentou. Receba notícias no WhatsApp e e-mail Source link

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Mais de 200 corretores ilegais são retirados do mercado pelo Creci-RJ na Região Serrana

Vista aérea de parte de Petrópolis, na região Serrana do Rio de Janeiro – Foto: Divulgação A Região Serrana fluminense foi alvo de ações de fiscalização e cumprimento de 205 atuações emitidas pelo Conselho Regional de Corretores de Imóveis do Estado do Rio de Janeiro (Creci-RJ), para combater o exercício ilegal da profissão em Petrópolis, Teresópolis, Nova Friburgo, Paraíba do Sul, Cachoeiras de Macacu, Trajano de Morais, entre outros municípios. Segundo o Diário de Petrópolis, a operação foi executada com base no levantamento relacionado ao semestre deste ano. Imobiliárias, estandes e feiras de vendas de imóveis, loteamentos ou qualquer estabelecimento com denúncia de negociação irregular de imóvel são motivo de fiscalizações reiteradas, até que irregularidades sejam resolvidas. De acordo com o presidente do Creci-RJ, João Eduardo Correa, as fiscalizações empreendidas pela entidade têm como objetivo proteger a sociedade e os profissionais que atuam em conformidade com a legislação vigente. Apesar de o exercício ilegal da corretagem de imóveis não ser tipificado como crime, pessoas físicas e jurídicas podem ser autuadas no artigo 47 da Lei 3.688/41 de Contravenção Penal, como explicou o professor de Direito Penal e advogado criminalista, Carlos Fernando Maggiolo, ao Diário de Petrópolis: “Quando alguém exerce uma profissão devidamente regulamentada, sem ter a formação e o registro necessários para tal prática ou anuncia que exerce sem preencher essas condições, o infrator está sujeito a pena de prisão simples de 15 dias a 3 meses”, disse Maggiolo, acrescentando que quem contrata ou se beneficia do serviço também pode ser responsabilizado: “Se uma das partes foi prejudicada e a outra parte tinha consciência de que se tratava de um corretor ilegal, pode acabar havendo responsabilização sim, mas tudo vai depender do caso concreto”, afirmou o professor. Os interessados em atuar no mercado imobiliário devem concluir o curso de Técnico em Transações Imobiliárias (TTI) ou de Gestão Imobiliária em nível superior. De posse do diploma, os profissionais devem realizar o registro no Creci-RJ. Carlos Fernando Maggiolo ressalvou que, no caso da transação, seja de venda ou aluguel, ser realizada pelo dono do imóvel não há necessidade de registro profissional: “Ninguém é obrigado a contratar um profissional que faça a intermediação da sua venda. Nada impede que o proprietário realize a venda diretamente ao comprador sem que um corretor figure nessa relação de compra e venda. A vantagem é que não haverá pagamento de comissão e a desvantagem é que um corretor conhece o caminho das pedras de toda a documentação necessária para a realização do negócio. É mais seguro!”, esclareceu o especialista, segundo o Diário. Para dar mais segurança às transações imobiliárias no Brasil, o senador Wellington Fagundes (PL-MT), propõe realizar alterações no Código Penal, para incluir a pena de prisão de três meses a um ano, além de multa para o exercício ilegal da profissão de corretor de imóveis. Com a mudança, a irregularidade passaria a ser considerada crime. Denúncias Denúncias sobre irregularidades em transações imobiliárias ou exercício ilegal da profissão podem ser feitas através do Whatsapp da Fiscalização do Creci-RJ: (21) 99800-4882. Receba notícias no WhatsApp e e-mail Source link

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Lançamentos no Leblon alcançam média de R$ 63 mil por metro quadrado em 2025, a mais alta do país

Bairro impulsiona a valorização do alto padrão carioca, em movimento marcado por escassez de oferta e forte pressão sobre os preços Por  Victor Serra  – 23 de dezembro de 2025 O mercado imobiliário de alto padrão no Rio registrou forte expansão em 2025, com aumento tanto nos lançamentos quanto nos preços, consolidando a cidade como a praça mais cara do país para imóveis residenciais de luxo. Dados da consultoria Brain Inteligência Estratégica mostram que, entre janeiro e setembro de 2025, o total de unidades de luxo e superluxo lançadas no Rio passou de 715 para 1.274, em comparação com o mesmo período de 2024. O Valor Geral de Vendas (VGV) lançado saltou de R$ 1,71 bilhão para R$ 5 bilhões. Do lado das vendas, o ritmo também avançou, embora de forma mais moderada. O número de unidades comercializadas cresceu de 701 para 788, enquanto o VGV vendido passou de R$ 1,75 bilhão para R$ 3,26 bilhões no mesmo intervalo. O aumento dos valores por metro quadrado impulsionou os resultados financeiros do segmento na cidade. No Leblon, por exemplo, o preço médio do metro quadrado chegou a R$ 63.373 em 2025, o mais alto entre todas as capitais brasileiras, segundo o levantamento. Especialistas do setor destacam que, mesmo em um cenário de juros elevados, o segmento de luxo segue atraindo capital. Parte desse movimento reflete a preferência de investidores por ativos considerados mais resilientes, sobretudo em áreas com baixa disponibilidade de oferta: “O setor de alto padrão, que opera majoritariamente com recursos próprios e dispensa o financiamento imobiliário, sentiu o impacto da Selic através da seletividade dos investidores”, afirma Renato Correia, presidente da Cbic (Câmara Brasileira da Indústria da Construção Civil). No panorama nacional, o mercado de luxo imobiliário mais que dobrou de tamanho em 2025 frente ao ano anterior. Segundo a Brain, o VGV lançado no segmento avançou mais de 120%, atingindo R$ 37,1 bilhões, e o VGV vendido cresceu quase 90%, somando R$ 34,3 bilhões. O volume físico de lançamentos também aumentou 85%, passando de 4.255 para 7.880 unidades.

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Contêineres de grande capacidade facilitam o descarte correto de lixo em favelas do Rio

A comunidade Morro do Trem, em Vila Kosmos, Zona Norte da cidade, recebeu 24 de alta capacidade da Subprefeitura dos Grandes Complexos e da Comlurb. A instalação dos equipamentos, cuja capacidade é de 1.200 litros cada um, aconteceu nesta terça-feira (23). Com a presença dos contêineres de alta capacidade nas comunidades, a Prefeitura pretende garantir um melhor ordenamento dos resíduos, além de facilitar o descarte correto por parte dos moradores. Os equipamentos foram colocados em pontos estratégicos de oito ruas da favela: Rua Soldado Ivo de Oliveira, Rua Soldado Bernardino da Silva, Rua Soldado Servino Mengarda Rua 3, Rua 5, Rua 7, Rua 8 e Rua A. Segundo a Prefeitura, as ruas também passaram por um reforço de limpeza geral, com varrição e jatos d´água. Foram realizadas ainda desobstruções de ralos. Em 2025, mais de 400 equipamentos foram instalados em grandes conjuntos de favelas, como os complexos do Alemão, da Penha e do Jacarezinho. De acordo com a subprefeita dos Grandes Complexos, Marlí Peçanha, o programa da Comlurb impacta diretamente na qualidade de vida dos moradores, nas condições sanitárias locais e no ordenamento público: “É um esforço que vem transformando a qualidade de vida nas comunidades, com a melhoria das condições sanitárias e de bem-estar. Mas é importante que cada morador compreenda o seu papel na preservação do espaço comum, descartando seu lixo nas caçambas e contribuindo, dessa forma, com a prevenção de doenças e de alagamentos em decorrência do entupimento de ralos em dias de chuva”, disse subprefeita. Os contêineres de 1.200 litros são próprios para o despejo automático dos resíduos diretamente nos caminhões da Comlurb, além de permitirem a remoção mais rápida e eficiente dos resíduos, que espalhados nas vias públicas representam vetores de doenças. O presidente da Comlurb, Jorge Arraes, destacou que os esforços do poder público estão surtindo efeito, uma vez que os garis estão identificando um aumento de sacos de lixo depositados nos contêineres: “A instalação de contêineres em larga escala está organizando melhor os espaços públicos nas comunidades. A cada dia, temos muito mais sacos de lixo dentro dos equipamentos do que jogados nas ruas”, afirmou Arraes. A Secretaria de Conservação (SECONSERVA) também participou da ação em Vila Kosmos. Em alguns pontos da região foram realizados o nivelamento do piso para a instalação dos contêineres. Receba notícias no WhatsApp e e-mail Source link

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TRXF11 Capta R$ 3 Bilhões na Maior Emissão da História dos FIIs na B3

TRX Real Estate atinge patrimônio superior a R$ 6 bilhões e mais de 200 mil cotistas Acessibilidade L L A- A+ ◐ O fundo imobiliário TRXF11, da TRX Investimentos, encerrou sua 12ª emissão de cotas com uma captação de R$ 3 bilhões, a maior já registrada entre os fundos imobiliários listados na B3. A oferta, liquidada em 19 de dezembro, última sexta-feira, teve excesso de demanda, o que levou ao exercício integral do lote adicional de 50% e à realização de rateio entre os investidores. Ao todo, foram subscritas 29,9 milhões de cotas, ao preço de R$ 100,33, valor que já inclui a taxa de distribuição. Leia também A operação atraiu 5.039 investidores profissionais, com forte presença de investidores institucionais. Os fundos de investimento ficaram com a maior parte da emissão, somando 15,36 milhões de cotas. Já os investidores estrangeiros adquiriram 4,06 milhões, enquanto entidades de previdência privada subscreveram 1,39 milhão de cotas. Também houve participação relevante de pessoas físicas, com 4.980 investidores, responsáveis pela subscrição de 6,65 milhões de cotas, além de outras pessoas jurídicas, que ficaram com 2,47 milhões. Com a conclusão da emissão e aquisições recentes, o TRXF11 passa a administrar um patrimônio superior a R$ 6 bilhões, consolidando sua posição entre os maiores fundos imobiliários do país. Escolhas do editor O portfólio reúne 113 imóveis, distribuídos por 17 estados e mais de 50 cidades, com foco em regiões metropolitanas. Nos últimos meses, o fundo ampliou sua diversificação, com investimentos em varejo essencial, saúde e educação, além da entrada em logística urbana (last mile) e shopping centers. No segmento logístico, o portfólio inclui ativos locados a grandes operadores do comércio eletrônico, como o Mercado Livre. Na área de shopping centers, o TRXF11 firmou compromisso para a compra de 50% do Via Shopping Barreiro, em Belo Horizonte, por R$ 170,2 milhões, e adquiriu 100% do Shopping ViaBrasil Pampulha, também na capital mineira, por R$ 87,5 milhões. Uma das mais recentes operações do fundo foi a compra de uma futura unidade do Hospital Israelita Albert Einstein, no bairro de Pinheiros, próximo à Avenida Rebouças, num acordo de R$ 327,5 milhões. O fundo mantém prazo médio de contratos acima de 12 anos, com predominância de contratos atípicos ou com multas relevantes, o que contribui para maior previsibilidade de receitas. Desempenho dos fundos Dados da B3 indicam que o ano de 2025 atingiu o recorde de 2,9 milhões de investidores. Relatório da Anbima (Associação Brasileira das Entidades dos Mercados Financeiro e de Capitais) divulgado na última quinta-feira (18) somou R$ 13,8 bilhões em emissões em novembro, e levou o ano de 2025 a se tornar o de maior volume de emissões em toda a história, com R$ 53,7 bilhões. Siga o canal da Forbes no WhatsApp e receba as principais notícias de empreendedorismo, carreira, tecnologia, agro e lifestyle. Source link

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Multiplan Vende 20% do ParkShopping São Caetano por R$ 237,2 Milhões

DivulgaçãoO ParkShopping São Caetano é um dos principais centros de compras de alto padrão do ABC paulista Acessibilidade L L A- A+ ◐ A Multiplan Empreendimentos Imobiliários concluiu a venda de uma participação de 20% no ParkShopping São Caetano, localizado em São Caetano do Sul, no ABC Paulista, por R$ 237,2 milhões. A compradora é o HGBS11 (Hedge Brasil Shopping Fundo de Investimento Imobiliário), administrado pela Hedge Investments Distribuidora de Títulos e Valores Mobiliários. Leia também O acordo foi formalizado por meio de um memorando de entendimentos assinado entre as partes em novembro, e ainda depende de aval de órgãos reguladores, tais como o Cade (Conselho Administrativo de Defesa Econômica) para ser concretizado. Apesar da transação, a companhia manterá o controle do empreendimento, com 80% de participação. “Essa operação está alinhada com a estratégia da companhia de gerar valor aos seus acionistas e otimizar a alocação de capital”, informa a Multiplan no comunicado. O ParkShopping São Caetano é um dos principais centros de compras de alto padrão do ABC Paulista, com área bruta locável de 157,3 mil metros quadrados. No terceiro trimestre, o empreendimento registrou crescimento de 8,3% no desempenho operacional, acompanhando a trajetória positiva do portfólio da companhia. A Multiplan administra atualmente 20 shoppings em sete estados brasileiros, que reúnem mais de 6 mil lojas e recebem cerca de 200 milhões de visitantes por ano. Resultados do terceiro trimestre No balanço do terceiro trimestre, a Multiplan reportou lucro líquido de R$ 221,1 milhões, queda de 20,9% em relação ao mesmo período do ano anterior. Segundo a companhia, o resultado foi impactado principalmente pelo aumento das despesas financeiras. Escolhas do editor Por outro lado, o resultado operacional medido pelo Ebitda alcançou R$ 435,6 milhões, alta de 8,6% na comparação anual. A receita líquida cresceu 13,3%, para R$ 617,5 milhões, enquanto as despesas administrativas da sede tiveram aumento de 1,3%, somando R$ 46,9 milhões. As vendas nas mesmas lojas avançaram 4,8% no trimestre, refletindo, de acordo com a empresa, desempenho consistente em todos os segmentos. Já as vendas totais dos lojistas nos shoppings da Multiplan atingiram R$ 6,1 bilhões, crescimento de 6,9% em relação ao terceiro trimestre do ano passado. Ao final de setembro, quando divulgou os resultados do terceiro trimestre, a companhia apresentava alavancagem financeira de 2,26 vezes, nível próximo à média histórica de dez anos, de 2,14 vezes. Siga o canal da Forbes no WhatsApp e receba as principais notícias de empreendedorismo, carreira, tecnologia, agro e lifestyle. Source link

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Aeroporto São Paulo Catarina Leva Prêmio ECO 2025

Divulgação/JHSFO São Paulo Catarina foi um dos vencedores do Prêmio Eco 2025 da Amcham Acessibilidade L L A- A+ ◐ O São Paulo Catarina Aeroporto Executivo Internacional, empreendimento da JHSF,  foi um dos vencedores do Prêmio ECO 2025, promovido pela Amcham Brasil. A premiação, uma das mais tradicionais do país em sustentabilidade corporativa, contou com mais de 140 projetos inscritos e reconheceu o aeroporto pelo destaque na integração de práticas sustentáveis à aviação executiva. O São Paulo Catarina foi um dos 32 vendedores da edição deste ano do prêmio. Leia também O case vencedor, “Programa de Gestão Socioambiental do São Paulo Catarina Aeroporto Executivo Internacional – Conectando sustentabilidade com a aviação executiva”, apresentou resultados mensuráveis em áreas como eficiência energética, gestão hídrica, economia circular e descarbonização. Entre as ações reconhecidas estão o programa Catarina Carbon Free, que tornou o aeroporto o primeiro do Brasil a neutralizar 100% das emissões diretas, indiretas e do abastecimento de aeronaves. Também foram destacadas medidas como o uso de energia 100% renovável com certificação de origem, zero destinação de resíduos a aterros, reuso de resíduos de combustível para a fabricação de tintas e monitoramento de fauna em parceria com o Onçafari, que inclui o acompanhamento da onça-parda. Os indicadores de desempenho mostram uma redução de 45% no consumo energético por metro quadrado e de 34% no consumo hídrico entre 2022 e 2024. Escolhas do editor O programa também contempla iniciativas sociais, com formação profissional em parceria com Senai e Senac e fortalecimento das comunidades do entorno. O CEO da JHSF, Augusto Martins, destacou que o reconhecimento “reforça o compromisso com práticas responsáveis e sustentáveis”, lembrando que o aeroporto foi concebido “para operar no mais alto padrão, com tecnologia de ponta e eficiência ambiental desde sua origem”. Desempenho Inaugurado como o primeiro aeroporto internacional do Brasil dedicado exclusivamente à aviação executiva, o São Paulo Catarina está localizado a cerca de 30 minutos da capital paulista e busca consolidar-se como um hub estratégico no país. O empreendimento reafirma a estratégia da JHSF de integrar sustentabilidade às decisões de negócio e fortalecer práticas de governança ambiental no setor aéreo. O aeroporto já havia sido eleito em 2023 pela Anac (Agência Nacional de Aviação) como o mais sustentável do país em sua categoria. Com a conquista do Prêmio ECO 2025, o projeto se consolida como referência nacional em sustentabilidade aplicada à aviação executiva. Além disso ele também foi destaque no Green Airport Recognition 2025, uma iniciativa do  ACI-LAC (Conselho Internacional de Aeroportos da América Latina e Caribe). Os resultados financeiros mais recentes da JHSF, relativos ao terceiro trimestre deste ano, indica que o movimento cresceu 65,5%, e o volume de combustível abastecido, 45,8%. Com a 5ª expansão concluída e ocupação total, a companhia já iniciou a 6ª etapa, prevista para 2026. Siga o canal da Forbes no WhatsApp e receba as principais notícias de empreendedorismo, carreira, tecnologia, agro e lifestyle. Source link

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Zeco Auriemo Recebe o Prêmio “Person of the Year 2026” em Nova York

Renato PizzuttoZeco Auriemo será homenageado com o “Person of the Year 2026” em NY Acessibilidade L L A- A+ ◐ O empresário José Carlos Auriemo Neto, mais conhecido como Zeco, foi anunciado como o homenageado brasileiro do prestigiado prêmio Person of the Year 2026, concedido pela Câmara de Comércio Brasil-Estados Unidos. A cerimônia de entrega está marcada para 13 de maio de 2026, no American Museum of Natural History, em Nova York, durante o tradicional jantar de gala que reúne cerca de mil líderes do mundo corporativo e político de ambos os países.  Criado em 1970, o Person of the Year é uma das distinções mais importantes da agenda bilateral Brasil-EUA, reconhecendo líderes que contribuíram de maneira excepcional para o fortalecimento das relações econômicas, culturais e sociais entre os dois países. O prêmio ocorre em meio à Brazilian Week, série de eventos, fóruns e oportunidades de networking que destacam o potencial de cooperação e investimentos entre as duas nações. Leia também À frente do grupo JHSF, Zeco Auriemo tem sido um dos responsáveis por desenhar o mapa do mercado de luxo no Brasil. Sua trajetória inclui projetos que se tornaram ícones do segmento de alta renda, como o Shopping Cidade Jardim (São Paulo), o São Paulo Catarina Aeroporto Executivo, o Catarina Fashion Outlet, além de incorporar internacionalmente a marca Fasano, com hotéis e empreendimentos em destinos como Nova York e Punta del Este. Filho do fundador do grupo, Zeco começou sua carreira ainda jovem, trabalhando como office boy na empresa da família e, ao longo dos anos, consolidou um portfólio que conecta real estate, hospitalidade de luxo, varejo sofisticado e lifestyle premium. Ele também é presença constante em listas internacionais de influência no setor de moda e negócios, como a BoF 500, da revista Business of Fashion.  Com a homenagem no Person of the Year 2026, Zeco Auriemo se junta a uma seleta lista de brasileiros reconhecidos internacionalmente por sua liderança e impacto — reforçando a importância de sua atuação no cenário empresarial global e no estreitamento de laços entre Brasil e Estados Unidos.  Escolhas do editor Siga o canal da Forbes no WhatsApp e receba as principais notícias de empreendedorismo, carreira, tecnologia, agro e lifestyle. Source link

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TRXF11 Fecha Compra de Imóvel do Einstein por R$ 327,6 Milhões

ReproduçãoNova estrutura deve abrir as portas no primeiro trimestre de 2027 Acessibilidade L L A- A+ ◐ O fundo de investimento imobiliário TRXF11 (TRX Real Estate) comunicou ao mercado a compra de uma futura unidade do Hospital Israelita Albert Einstein no bairro de Pinheiros, próximo à Avenida Rebouças, num acordo de R$ 327,5 milhões. A transação foi estruturada na modalidade de venda com locação simultânea (sale and leaseback). Esse não é o primeiro acordo do fundo com o Einstein. O primeiro foi o desenvolvimento de  uma nova unidade no Parque Global, megaempreendimento de uso misto localizado na Marginal Pinheiros. Leia também No caso do prédio em Pinheiros, localizado na esquina das ruas João Moura com Teodoro Sampaio, o edifício já está pronto. Ele foi erguido em um  terreno de mais de 5.000 metros quadrados e tem ABL (Área Bruta Locável) de 15,4 mil metros quadrados. Pelo acordo, o contrato de locação terá prazo total de 25 anos, sendo 20 anos na modalidade atípica. O reajuste anual será baseado no índice IPCA, segundo o comunicado e a inauguração oficial do hospital está prevista para o primeiro trimestre de 2027, já que a unidade ainda precisa de adaptações para abrir as portas. Procurado, o Einstein  não se manifestou a respeito da transação até a conclusão desse texto. Impacto no portfólio do TRXF11 Segundo o TRXF11, o negócio com o Einstein está alinhado à sua estratégia de formação de um portfólio com ativos de primeira linha alugados para grandes empresas por meio de contratos de longo prazo. Com a inclusão deste ativo, o fundo passará a contar com 112 imóveis distribuídos em 17 estados, elevando o prazo médio dos contratos de locação para 12,98 anos. Escolhas do editor Ainda de acordo com o prospecto, o inquilino, a Sociedade Beneficente Israelita Brasileira Albert Einstein, controladora do Hospital Israelita Albert Einstein, é reconhecido por sua elevada qualidade de crédito, com ratings máximos AAA (bra) pela Fitch Ratings e AAA.br pela Moody’s Local Brasil. De escritórios a centro hospitalar Inicialmente, o foco do empreendimento em Pinheiros era abrigar um centro corporativo Triple A. As obras tiveram início em 2021 e era capitaneada pela HBR Realty. Em 2023, quando elas já haviam alcançado o oitavo andar,  foi iniciada uma negociação para a locação integral da torre comercial, com o objetivo de instalar um hospital ultramoderno e de excelência. O negócio com o Einstein foi fechado em 2024, e, com isso, as obras conduzidas pela construtora Toledo passaram por adaptações significativas. Foi necessária uma alteração relevante na estrutura do empreendimento, incluindo circulações verticais e fachadas. Todas as modificações precisaram ser aprovadas pelos órgãos governamentais, já que a aprovação original previa um projeto corporativo. Entre as mudanças, foi necessário ampliar as rotas de fuga, com escadas de 1,65 metro de largura, em substituição ao padrão de 1,20 metro adotado em edifícios corporativos. Também houve a inclusão de dois elevadores hospitalares maiores, adequados para macas, além de um elevador adicional com função anti incêndio. O projeto de fornecimento de energia também precisou ser reformulado, uma vez que um hospital demanda capacidade muito superior à de um prédio corporativo, especialmente para suportar sistemas de ar condicionado mais robustos e com filtragem avançada. Pau-brasil O projeto arquitetônico é assinado pela Marchi Arquitetura, enquanto o paisagismo leva a assinatura do escritório Benedito Abbud. Um dos destaques é a Praça do Pau-Brasil, que abriga um exemplar dessa árvore com cerca de 15 metros de altura. O empreendimento foi um dos vencedores do 31º Prêmio Master Imobiliário, criado pela Fiabci Brasil (Capítulo Brasileiro da Federação Internacional Imobiliária), em parceria com o Secovi SP, o Sindicato da Habitação. Siga o canal da Forbes no WhatsApp e receba as principais notícias de empreendedorismo, carreira, tecnologia, agro e lifestyle. Source link

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Forbes Under 30 Quer Provar Que Retrofit Também Escala Nos Bairros Nobres

Paulo Troya/Planta/DivulgaçãoA trajetória de Blanche começou muito antes do mercado imobiliário; aos 18 anos, ele passou a desenhar jardins para amigos e familiares Acessibilidade L L A- A+ ◐ Depois de ganhar projeção nacional ao transformar jardins verticais em política pública e povoar o centro de São Paulo com prédios retrofitados, Guil Blanche , Forbes Under 30 em 2018, mira agora um novo território. Fundador da Planta, gestora imobiliária especializada na aquisição e requalificação de edifícios, ele agora passa a levar o modelo para bairros nobres como Jardins , Itaim e Paulista , regiões que concentram projetos maiores, mais elevados e estruturas de capital cada vez mais sofisticadas. Leia também A transição para as áreas mais valorizadas da cidade representa um novo estágio da tese que ele defende. Segundo Blanche, investir em regiões nobres amplia a visibilidade do retrofit como produto imobiliário e como classe de ativo. “Quando você faz uma reforma nos Jardins ou no Itaim, o impacto é imediato. Todo mundo conhece aquele prédio, sabe que estava vazio e entende rapidamente o valor da transformação”, afirma. Desde que ajudou a criar a Planta, em 2019, foram 15 projetos e cerca de R$ 1 bilhão captados por meio de club deals com investidores, combinando patrimônio e alavancagem via CRIs (Certificados de Recebíveis Imobiliários) . Em julho de 2024, esses cinco prédios, todos na Vila Buarque, vizinha a Higienópolis, foram vendidos por R$ 250 milhões para a Brookfield Properties . Entre eles foi a joia da coroa da Planta, o icônico edifício Renata Sampaio Ferreira , contratado por Oswaldo Bratke (grande expoente da arquitetura moderna paulista) e vencedor do prêmio do Monocle Design Awards de 2024 como melhor projeto de retrofit do mundo. A operação foi válida não apenas o produto imobiliário, mas também a modelagem financeira da Planta. “A Brookfield é a maior investidora de imóveis do Brasil. Quando um jogador desse porte compra um portfólio inteiro, ele está validando a tese, o underwriting (subscrição) e a execução”, diz Blanche. Com o histórico consolidado, a Planta avançou para um novo estágio ao lançar, no início deste mês de dezembro, um fundo imobiliário aberto ao varejo. A operação do FII Mauá Planta foi realizada pela XP Investimentos, distribuída pela Fami, e a administração do fundo caberá ao Banco Daycoval , com gestão da JiveMauá . Ele reuniu mais de 1.600 cotistas e captou R$ 185 milhões em menos de uma hora. “A abertura ao varejo não mudou nossa lógica. Mudou apenas o público. A disciplina financeira é a mesma”, diz Blanche. Novos passos O modelo já consolidado no centro agora se estende às áreas mais nobres da cidade de São Paulo. Na Bela Vista, a poucos passos da avenida Paulista, a Planta é responsável pelo retrofit do edifício Bianca, com 92 apartamentos. Construído em 1980 por Croce, Aflalo e Gasperini (atual aflalo/gasperini), foi o primeiro “pé” de Blanche fora da Vila Buarque. A experiência deu certo e, perto dali, a Planta também deu início às obras do Edifício Tânia, nos Jardins, de 14 unidades para o mercado de luxo, com preços a partir de R$ 4 milhões. O andar térreo do edifício Tânia abriga a Galeria Fortes D’Aloia & Gabriel, que atua como programa de âncora e reforça o posicionamento cultural do projeto. Outro projeto, este voltado para o público superluxo, está no coração do Itaim Bibi. O Edifício Victória, na avenida Clodomiro Amazonas, reúne 110 unidades residenciais, duas lajes corporativas e duas lojas, com entrega estimada para 2027. Ele foi pré-vendido para a Brookfield por um valor superior a R$ 28 mil o metro quadrado. Escolhas do editor Na mira da Planta também está o retrofit de um prédio de escritórios de 30 mil metros quadrados de área construída na região do Jardim Europa. Diferentemente de outros projetos, não haverá conversão de uso, já que ele será modernizado para continuar a servir ao mercado corporativo. “Estava vazio há dez anos e vamos dar um uso super legal para ele”, diz Blanche. Os detalhes do negócio não podem ser divulgados porque ainda dependem de tratativas finais de órgãos reguladores. Potencial de mercado Na avaliação do CEO da Planta, o potencial de mercado de retrofit segue amplamente subexplorado. Segundo ele, apenas no centro expandido de São Paulo existem cerca de 7.000 edifícios comerciais dos anos 1970 passíveis de retrofit ou conversão de uso, muitos deles em áreas nobres. “Existe um estoque gigante de prédios bem localizados que ficaram obsoletos. O retrofit deixou de ser exceção e passou a ser uma estratégia econômica e urbana”, afirma o CEO da Planta. Para Blanche, a combinação entre escassez de terrenos, custo de construção e pressão por sustentabilidade tende a acelerar esse movimento. Uma engenharia financeira Por trás da estética, cuidadosa e do discurso urbano, a planta estruturou uma engenharia financeira projetada para lidar com o risco típico de retrofit, marcado por ativos obsoletos, prazos longos de obra e necessidade intensiva de capital. Desde o início, a empresa combinou capital próprio, fundos imobiliários e dívida estruturada por meio de CRIs, criando veículos específicos para cada ativo. “Sempre tratamos cada prédio como uma empresa independente, com orçamento, cronograma e estrutura de capital próprio. Isso traz disciplina e clareza de retorno”, afirma. O fundo imobiliário lançado recentemente foi apenas a primeira experiência do tipo, segundo indica Blanche. “A abertura ao varejo não mudou nossa lógica. Mudou apenas o público. A disciplina financeira é a mesma”, diz. Confiante no modelo, Blanche diz que o setor de fundos imobiliários cresceu muito, e ele se diz esperançoso em melhoria, tendo em vista no horizonte a queda da taxa básica de juros (atualmente a Selic está em 15%), e a reforma tributária. O VGV (Valor Geral de Vendas) estimou que nossos projetos são de R$ 1,5 bilhão, e a meta é realizar aquisições de 30 mil metros quadrados retrofitados anualmente. O CPF por gere da Planta A trajetória de Blanche começou muito antes do mercado imobiliário. Aos 18 anos, ele passou a desenhar jardins para amigos e familiares. Formado em arquitetura

Forbes Under 30 Quer Provar Que Retrofit Também Escala Nos Bairros Nobres Read More »