Mercado Imobiliário

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TRXF11 Capta R$ 3 Bilhões na Maior Emissão da História dos FIIs na B3

TRX Real Estate atinge patrimônio superior a R$ 6 bilhões e mais de 200 mil cotistas Acessibilidade L L A- A+ ◐ O fundo imobiliário TRXF11, da TRX Investimentos, encerrou sua 12ª emissão de cotas com uma captação de R$ 3 bilhões, a maior já registrada entre os fundos imobiliários listados na B3. A oferta, liquidada em 19 de dezembro, última sexta-feira, teve excesso de demanda, o que levou ao exercício integral do lote adicional de 50% e à realização de rateio entre os investidores. Ao todo, foram subscritas 29,9 milhões de cotas, ao preço de R$ 100,33, valor que já inclui a taxa de distribuição. Leia também A operação atraiu 5.039 investidores profissionais, com forte presença de investidores institucionais. Os fundos de investimento ficaram com a maior parte da emissão, somando 15,36 milhões de cotas. Já os investidores estrangeiros adquiriram 4,06 milhões, enquanto entidades de previdência privada subscreveram 1,39 milhão de cotas. Também houve participação relevante de pessoas físicas, com 4.980 investidores, responsáveis pela subscrição de 6,65 milhões de cotas, além de outras pessoas jurídicas, que ficaram com 2,47 milhões. Com a conclusão da emissão e aquisições recentes, o TRXF11 passa a administrar um patrimônio superior a R$ 6 bilhões, consolidando sua posição entre os maiores fundos imobiliários do país. Escolhas do editor O portfólio reúne 113 imóveis, distribuídos por 17 estados e mais de 50 cidades, com foco em regiões metropolitanas. Nos últimos meses, o fundo ampliou sua diversificação, com investimentos em varejo essencial, saúde e educação, além da entrada em logística urbana (last mile) e shopping centers. No segmento logístico, o portfólio inclui ativos locados a grandes operadores do comércio eletrônico, como o Mercado Livre. Na área de shopping centers, o TRXF11 firmou compromisso para a compra de 50% do Via Shopping Barreiro, em Belo Horizonte, por R$ 170,2 milhões, e adquiriu 100% do Shopping ViaBrasil Pampulha, também na capital mineira, por R$ 87,5 milhões. Uma das mais recentes operações do fundo foi a compra de uma futura unidade do Hospital Israelita Albert Einstein, no bairro de Pinheiros, próximo à Avenida Rebouças, num acordo de R$ 327,5 milhões. O fundo mantém prazo médio de contratos acima de 12 anos, com predominância de contratos atípicos ou com multas relevantes, o que contribui para maior previsibilidade de receitas. Desempenho dos fundos Dados da B3 indicam que o ano de 2025 atingiu o recorde de 2,9 milhões de investidores. Relatório da Anbima (Associação Brasileira das Entidades dos Mercados Financeiro e de Capitais) divulgado na última quinta-feira (18) somou R$ 13,8 bilhões em emissões em novembro, e levou o ano de 2025 a se tornar o de maior volume de emissões em toda a história, com R$ 53,7 bilhões. Siga o canal da Forbes no WhatsApp e receba as principais notícias de empreendedorismo, carreira, tecnologia, agro e lifestyle. Source link

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Multiplan Vende 20% do ParkShopping São Caetano por R$ 237,2 Milhões

DivulgaçãoO ParkShopping São Caetano é um dos principais centros de compras de alto padrão do ABC paulista Acessibilidade L L A- A+ ◐ A Multiplan Empreendimentos Imobiliários concluiu a venda de uma participação de 20% no ParkShopping São Caetano, localizado em São Caetano do Sul, no ABC Paulista, por R$ 237,2 milhões. A compradora é o HGBS11 (Hedge Brasil Shopping Fundo de Investimento Imobiliário), administrado pela Hedge Investments Distribuidora de Títulos e Valores Mobiliários. Leia também O acordo foi formalizado por meio de um memorando de entendimentos assinado entre as partes em novembro, e ainda depende de aval de órgãos reguladores, tais como o Cade (Conselho Administrativo de Defesa Econômica) para ser concretizado. Apesar da transação, a companhia manterá o controle do empreendimento, com 80% de participação. “Essa operação está alinhada com a estratégia da companhia de gerar valor aos seus acionistas e otimizar a alocação de capital”, informa a Multiplan no comunicado. O ParkShopping São Caetano é um dos principais centros de compras de alto padrão do ABC Paulista, com área bruta locável de 157,3 mil metros quadrados. No terceiro trimestre, o empreendimento registrou crescimento de 8,3% no desempenho operacional, acompanhando a trajetória positiva do portfólio da companhia. A Multiplan administra atualmente 20 shoppings em sete estados brasileiros, que reúnem mais de 6 mil lojas e recebem cerca de 200 milhões de visitantes por ano. Resultados do terceiro trimestre No balanço do terceiro trimestre, a Multiplan reportou lucro líquido de R$ 221,1 milhões, queda de 20,9% em relação ao mesmo período do ano anterior. Segundo a companhia, o resultado foi impactado principalmente pelo aumento das despesas financeiras. Escolhas do editor Por outro lado, o resultado operacional medido pelo Ebitda alcançou R$ 435,6 milhões, alta de 8,6% na comparação anual. A receita líquida cresceu 13,3%, para R$ 617,5 milhões, enquanto as despesas administrativas da sede tiveram aumento de 1,3%, somando R$ 46,9 milhões. As vendas nas mesmas lojas avançaram 4,8% no trimestre, refletindo, de acordo com a empresa, desempenho consistente em todos os segmentos. Já as vendas totais dos lojistas nos shoppings da Multiplan atingiram R$ 6,1 bilhões, crescimento de 6,9% em relação ao terceiro trimestre do ano passado. Ao final de setembro, quando divulgou os resultados do terceiro trimestre, a companhia apresentava alavancagem financeira de 2,26 vezes, nível próximo à média histórica de dez anos, de 2,14 vezes. Siga o canal da Forbes no WhatsApp e receba as principais notícias de empreendedorismo, carreira, tecnologia, agro e lifestyle. Source link

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Aeroporto São Paulo Catarina Leva Prêmio ECO 2025

Divulgação/JHSFO São Paulo Catarina foi um dos vencedores do Prêmio Eco 2025 da Amcham Acessibilidade L L A- A+ ◐ O São Paulo Catarina Aeroporto Executivo Internacional, empreendimento da JHSF,  foi um dos vencedores do Prêmio ECO 2025, promovido pela Amcham Brasil. A premiação, uma das mais tradicionais do país em sustentabilidade corporativa, contou com mais de 140 projetos inscritos e reconheceu o aeroporto pelo destaque na integração de práticas sustentáveis à aviação executiva. O São Paulo Catarina foi um dos 32 vendedores da edição deste ano do prêmio. Leia também O case vencedor, “Programa de Gestão Socioambiental do São Paulo Catarina Aeroporto Executivo Internacional – Conectando sustentabilidade com a aviação executiva”, apresentou resultados mensuráveis em áreas como eficiência energética, gestão hídrica, economia circular e descarbonização. Entre as ações reconhecidas estão o programa Catarina Carbon Free, que tornou o aeroporto o primeiro do Brasil a neutralizar 100% das emissões diretas, indiretas e do abastecimento de aeronaves. Também foram destacadas medidas como o uso de energia 100% renovável com certificação de origem, zero destinação de resíduos a aterros, reuso de resíduos de combustível para a fabricação de tintas e monitoramento de fauna em parceria com o Onçafari, que inclui o acompanhamento da onça-parda. Os indicadores de desempenho mostram uma redução de 45% no consumo energético por metro quadrado e de 34% no consumo hídrico entre 2022 e 2024. Escolhas do editor O programa também contempla iniciativas sociais, com formação profissional em parceria com Senai e Senac e fortalecimento das comunidades do entorno. O CEO da JHSF, Augusto Martins, destacou que o reconhecimento “reforça o compromisso com práticas responsáveis e sustentáveis”, lembrando que o aeroporto foi concebido “para operar no mais alto padrão, com tecnologia de ponta e eficiência ambiental desde sua origem”. Desempenho Inaugurado como o primeiro aeroporto internacional do Brasil dedicado exclusivamente à aviação executiva, o São Paulo Catarina está localizado a cerca de 30 minutos da capital paulista e busca consolidar-se como um hub estratégico no país. O empreendimento reafirma a estratégia da JHSF de integrar sustentabilidade às decisões de negócio e fortalecer práticas de governança ambiental no setor aéreo. O aeroporto já havia sido eleito em 2023 pela Anac (Agência Nacional de Aviação) como o mais sustentável do país em sua categoria. Com a conquista do Prêmio ECO 2025, o projeto se consolida como referência nacional em sustentabilidade aplicada à aviação executiva. Além disso ele também foi destaque no Green Airport Recognition 2025, uma iniciativa do  ACI-LAC (Conselho Internacional de Aeroportos da América Latina e Caribe). Os resultados financeiros mais recentes da JHSF, relativos ao terceiro trimestre deste ano, indica que o movimento cresceu 65,5%, e o volume de combustível abastecido, 45,8%. Com a 5ª expansão concluída e ocupação total, a companhia já iniciou a 6ª etapa, prevista para 2026. Siga o canal da Forbes no WhatsApp e receba as principais notícias de empreendedorismo, carreira, tecnologia, agro e lifestyle. Source link

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Zeco Auriemo Recebe o Prêmio “Person of the Year 2026” em Nova York

Renato PizzuttoZeco Auriemo será homenageado com o “Person of the Year 2026” em NY Acessibilidade L L A- A+ ◐ O empresário José Carlos Auriemo Neto, mais conhecido como Zeco, foi anunciado como o homenageado brasileiro do prestigiado prêmio Person of the Year 2026, concedido pela Câmara de Comércio Brasil-Estados Unidos. A cerimônia de entrega está marcada para 13 de maio de 2026, no American Museum of Natural History, em Nova York, durante o tradicional jantar de gala que reúne cerca de mil líderes do mundo corporativo e político de ambos os países.  Criado em 1970, o Person of the Year é uma das distinções mais importantes da agenda bilateral Brasil-EUA, reconhecendo líderes que contribuíram de maneira excepcional para o fortalecimento das relações econômicas, culturais e sociais entre os dois países. O prêmio ocorre em meio à Brazilian Week, série de eventos, fóruns e oportunidades de networking que destacam o potencial de cooperação e investimentos entre as duas nações. Leia também À frente do grupo JHSF, Zeco Auriemo tem sido um dos responsáveis por desenhar o mapa do mercado de luxo no Brasil. Sua trajetória inclui projetos que se tornaram ícones do segmento de alta renda, como o Shopping Cidade Jardim (São Paulo), o São Paulo Catarina Aeroporto Executivo, o Catarina Fashion Outlet, além de incorporar internacionalmente a marca Fasano, com hotéis e empreendimentos em destinos como Nova York e Punta del Este. Filho do fundador do grupo, Zeco começou sua carreira ainda jovem, trabalhando como office boy na empresa da família e, ao longo dos anos, consolidou um portfólio que conecta real estate, hospitalidade de luxo, varejo sofisticado e lifestyle premium. Ele também é presença constante em listas internacionais de influência no setor de moda e negócios, como a BoF 500, da revista Business of Fashion.  Com a homenagem no Person of the Year 2026, Zeco Auriemo se junta a uma seleta lista de brasileiros reconhecidos internacionalmente por sua liderança e impacto — reforçando a importância de sua atuação no cenário empresarial global e no estreitamento de laços entre Brasil e Estados Unidos.  Escolhas do editor Siga o canal da Forbes no WhatsApp e receba as principais notícias de empreendedorismo, carreira, tecnologia, agro e lifestyle. Source link

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TRXF11 Fecha Compra de Imóvel do Einstein por R$ 327,6 Milhões

ReproduçãoNova estrutura deve abrir as portas no primeiro trimestre de 2027 Acessibilidade L L A- A+ ◐ O fundo de investimento imobiliário TRXF11 (TRX Real Estate) comunicou ao mercado a compra de uma futura unidade do Hospital Israelita Albert Einstein no bairro de Pinheiros, próximo à Avenida Rebouças, num acordo de R$ 327,5 milhões. A transação foi estruturada na modalidade de venda com locação simultânea (sale and leaseback). Esse não é o primeiro acordo do fundo com o Einstein. O primeiro foi o desenvolvimento de  uma nova unidade no Parque Global, megaempreendimento de uso misto localizado na Marginal Pinheiros. Leia também No caso do prédio em Pinheiros, localizado na esquina das ruas João Moura com Teodoro Sampaio, o edifício já está pronto. Ele foi erguido em um  terreno de mais de 5.000 metros quadrados e tem ABL (Área Bruta Locável) de 15,4 mil metros quadrados. Pelo acordo, o contrato de locação terá prazo total de 25 anos, sendo 20 anos na modalidade atípica. O reajuste anual será baseado no índice IPCA, segundo o comunicado e a inauguração oficial do hospital está prevista para o primeiro trimestre de 2027, já que a unidade ainda precisa de adaptações para abrir as portas. Procurado, o Einstein  não se manifestou a respeito da transação até a conclusão desse texto. Impacto no portfólio do TRXF11 Segundo o TRXF11, o negócio com o Einstein está alinhado à sua estratégia de formação de um portfólio com ativos de primeira linha alugados para grandes empresas por meio de contratos de longo prazo. Com a inclusão deste ativo, o fundo passará a contar com 112 imóveis distribuídos em 17 estados, elevando o prazo médio dos contratos de locação para 12,98 anos. Escolhas do editor Ainda de acordo com o prospecto, o inquilino, a Sociedade Beneficente Israelita Brasileira Albert Einstein, controladora do Hospital Israelita Albert Einstein, é reconhecido por sua elevada qualidade de crédito, com ratings máximos AAA (bra) pela Fitch Ratings e AAA.br pela Moody’s Local Brasil. De escritórios a centro hospitalar Inicialmente, o foco do empreendimento em Pinheiros era abrigar um centro corporativo Triple A. As obras tiveram início em 2021 e era capitaneada pela HBR Realty. Em 2023, quando elas já haviam alcançado o oitavo andar,  foi iniciada uma negociação para a locação integral da torre comercial, com o objetivo de instalar um hospital ultramoderno e de excelência. O negócio com o Einstein foi fechado em 2024, e, com isso, as obras conduzidas pela construtora Toledo passaram por adaptações significativas. Foi necessária uma alteração relevante na estrutura do empreendimento, incluindo circulações verticais e fachadas. Todas as modificações precisaram ser aprovadas pelos órgãos governamentais, já que a aprovação original previa um projeto corporativo. Entre as mudanças, foi necessário ampliar as rotas de fuga, com escadas de 1,65 metro de largura, em substituição ao padrão de 1,20 metro adotado em edifícios corporativos. Também houve a inclusão de dois elevadores hospitalares maiores, adequados para macas, além de um elevador adicional com função anti incêndio. O projeto de fornecimento de energia também precisou ser reformulado, uma vez que um hospital demanda capacidade muito superior à de um prédio corporativo, especialmente para suportar sistemas de ar condicionado mais robustos e com filtragem avançada. Pau-brasil O projeto arquitetônico é assinado pela Marchi Arquitetura, enquanto o paisagismo leva a assinatura do escritório Benedito Abbud. Um dos destaques é a Praça do Pau-Brasil, que abriga um exemplar dessa árvore com cerca de 15 metros de altura. O empreendimento foi um dos vencedores do 31º Prêmio Master Imobiliário, criado pela Fiabci Brasil (Capítulo Brasileiro da Federação Internacional Imobiliária), em parceria com o Secovi SP, o Sindicato da Habitação. Siga o canal da Forbes no WhatsApp e receba as principais notícias de empreendedorismo, carreira, tecnologia, agro e lifestyle. Source link

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Forbes Under 30 Quer Provar Que Retrofit Também Escala Nos Bairros Nobres

Paulo Troya/Planta/DivulgaçãoA trajetória de Blanche começou muito antes do mercado imobiliário; aos 18 anos, ele passou a desenhar jardins para amigos e familiares Acessibilidade L L A- A+ ◐ Depois de ganhar projeção nacional ao transformar jardins verticais em política pública e povoar o centro de São Paulo com prédios retrofitados, Guil Blanche , Forbes Under 30 em 2018, mira agora um novo território. Fundador da Planta, gestora imobiliária especializada na aquisição e requalificação de edifícios, ele agora passa a levar o modelo para bairros nobres como Jardins , Itaim e Paulista , regiões que concentram projetos maiores, mais elevados e estruturas de capital cada vez mais sofisticadas. Leia também A transição para as áreas mais valorizadas da cidade representa um novo estágio da tese que ele defende. Segundo Blanche, investir em regiões nobres amplia a visibilidade do retrofit como produto imobiliário e como classe de ativo. “Quando você faz uma reforma nos Jardins ou no Itaim, o impacto é imediato. Todo mundo conhece aquele prédio, sabe que estava vazio e entende rapidamente o valor da transformação”, afirma. Desde que ajudou a criar a Planta, em 2019, foram 15 projetos e cerca de R$ 1 bilhão captados por meio de club deals com investidores, combinando patrimônio e alavancagem via CRIs (Certificados de Recebíveis Imobiliários) . Em julho de 2024, esses cinco prédios, todos na Vila Buarque, vizinha a Higienópolis, foram vendidos por R$ 250 milhões para a Brookfield Properties . Entre eles foi a joia da coroa da Planta, o icônico edifício Renata Sampaio Ferreira , contratado por Oswaldo Bratke (grande expoente da arquitetura moderna paulista) e vencedor do prêmio do Monocle Design Awards de 2024 como melhor projeto de retrofit do mundo. A operação foi válida não apenas o produto imobiliário, mas também a modelagem financeira da Planta. “A Brookfield é a maior investidora de imóveis do Brasil. Quando um jogador desse porte compra um portfólio inteiro, ele está validando a tese, o underwriting (subscrição) e a execução”, diz Blanche. Com o histórico consolidado, a Planta avançou para um novo estágio ao lançar, no início deste mês de dezembro, um fundo imobiliário aberto ao varejo. A operação do FII Mauá Planta foi realizada pela XP Investimentos, distribuída pela Fami, e a administração do fundo caberá ao Banco Daycoval , com gestão da JiveMauá . Ele reuniu mais de 1.600 cotistas e captou R$ 185 milhões em menos de uma hora. “A abertura ao varejo não mudou nossa lógica. Mudou apenas o público. A disciplina financeira é a mesma”, diz Blanche. Novos passos O modelo já consolidado no centro agora se estende às áreas mais nobres da cidade de São Paulo. Na Bela Vista, a poucos passos da avenida Paulista, a Planta é responsável pelo retrofit do edifício Bianca, com 92 apartamentos. Construído em 1980 por Croce, Aflalo e Gasperini (atual aflalo/gasperini), foi o primeiro “pé” de Blanche fora da Vila Buarque. A experiência deu certo e, perto dali, a Planta também deu início às obras do Edifício Tânia, nos Jardins, de 14 unidades para o mercado de luxo, com preços a partir de R$ 4 milhões. O andar térreo do edifício Tânia abriga a Galeria Fortes D’Aloia & Gabriel, que atua como programa de âncora e reforça o posicionamento cultural do projeto. Outro projeto, este voltado para o público superluxo, está no coração do Itaim Bibi. O Edifício Victória, na avenida Clodomiro Amazonas, reúne 110 unidades residenciais, duas lajes corporativas e duas lojas, com entrega estimada para 2027. Ele foi pré-vendido para a Brookfield por um valor superior a R$ 28 mil o metro quadrado. Escolhas do editor Na mira da Planta também está o retrofit de um prédio de escritórios de 30 mil metros quadrados de área construída na região do Jardim Europa. Diferentemente de outros projetos, não haverá conversão de uso, já que ele será modernizado para continuar a servir ao mercado corporativo. “Estava vazio há dez anos e vamos dar um uso super legal para ele”, diz Blanche. Os detalhes do negócio não podem ser divulgados porque ainda dependem de tratativas finais de órgãos reguladores. Potencial de mercado Na avaliação do CEO da Planta, o potencial de mercado de retrofit segue amplamente subexplorado. Segundo ele, apenas no centro expandido de São Paulo existem cerca de 7.000 edifícios comerciais dos anos 1970 passíveis de retrofit ou conversão de uso, muitos deles em áreas nobres. “Existe um estoque gigante de prédios bem localizados que ficaram obsoletos. O retrofit deixou de ser exceção e passou a ser uma estratégia econômica e urbana”, afirma o CEO da Planta. Para Blanche, a combinação entre escassez de terrenos, custo de construção e pressão por sustentabilidade tende a acelerar esse movimento. Uma engenharia financeira Por trás da estética, cuidadosa e do discurso urbano, a planta estruturou uma engenharia financeira projetada para lidar com o risco típico de retrofit, marcado por ativos obsoletos, prazos longos de obra e necessidade intensiva de capital. Desde o início, a empresa combinou capital próprio, fundos imobiliários e dívida estruturada por meio de CRIs, criando veículos específicos para cada ativo. “Sempre tratamos cada prédio como uma empresa independente, com orçamento, cronograma e estrutura de capital próprio. Isso traz disciplina e clareza de retorno”, afirma. O fundo imobiliário lançado recentemente foi apenas a primeira experiência do tipo, segundo indica Blanche. “A abertura ao varejo não mudou nossa lógica. Mudou apenas o público. A disciplina financeira é a mesma”, diz. Confiante no modelo, Blanche diz que o setor de fundos imobiliários cresceu muito, e ele se diz esperançoso em melhoria, tendo em vista no horizonte a queda da taxa básica de juros (atualmente a Selic está em 15%), e a reforma tributária. O VGV (Valor Geral de Vendas) estimou que nossos projetos são de R$ 1,5 bilhão, e a meta é realizar aquisições de 30 mil metros quadrados retrofitados anualmente. O CPF por gere da Planta A trajetória de Blanche começou muito antes do mercado imobiliário. Aos 18 anos, ele passou a desenhar jardins para amigos e familiares. Formado em arquitetura

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Guararapes Vende Midway Mall Por R$ 1,61 Bilhão e Anuncia Distribuição Bilionária

Midway Mall, localizado em Natal, no Rio Grande do Norte, por R$ 1,61 bilhão para um grupo de investidores liderado pela Capitânia Capital Acessibilidade L L A- A+ ◐ A Guararapes Confecções, grupo que controla a Riachuelo, concluiu a venda integral do Midway Mall, localizado em Natal, no Rio Grande do Norte, por R$ 1,61 bilhão para um grupo de investidores liderado pela Capitânia Capital. A empresa também anunciou a distribuição total de R$ 1,488 bilhão (R$ 2,98 por ação), implicando um rendimento de aproximadamente 28% aos preços atuais. Por volta das 12h30, os papéis da companhia apresentaram alta de 6,13%. Leia também Do valor total da negociação, R$ 805 milhões foram pagos à vista. O saldo remanescente, que originalmente seria quitado em quatro parcelas anuais, será antecipado e liquidado em 29 de dezembro de 2025, por meio de uma operação contratada junto ao BTG Pactual. “A Companhia realizou essa operação de antecipação considerando os benefícios relacionados à captura de eficiências tributárias, além de redução das despesas financeiras e também mitigação de risco”, informou a Guararapes em comunicado ao mercado em que comunicou a transação. Didivendos Por meio de outro comunicado, a Guararapes anunciou uma distribuição total de R$ 1,488 bilhão aos acionistas, o equivalente a R$ 2,98 por ação. A cifra representa um rendimento aproximado de 28% aos preços atuais. Desse montante, R$ 413,3 milhões serão pagos na forma de JCP (Juros sobre Capital Próprio), enquanto o restante será distribuído como dividendos. Os pagamentos estão programados para três datas, sendo R$ 1,075 bilhão em 30 de dezembro e R$ 413 milhões em 5 de janeiro. “A administração reforça que esses pagamentos não comprometem a solidez financeira da companhia nem restringem sua capacidade de investir em projetos estratégicos de longo prazo, reafirmando o compromisso com uma gestão financeira disciplinada e responsável”, informa um trecho do comunicado sobre os dividendos. A Guararapes não foi a única a entra na corrida para distribuição de dividendos antes do início dos efeitos da reforma tributária, que começam a vigorar no dia 1º de janeiro de 2026. Segundo revelou a Forbes, essa já é uma tendência que vinha ganhando força deste setembro deste ano entre as maiores empresas do país. Leitura do mercado Na avaliação do Santander, o anúncio da Guararapes é positivo e reforça o grau de desconto dos negócios centrais do grupo (varejo e serviços financeiros) na precificação atual das ações. Escolhas do editor O valor atribuído ao Midway Mall equivale a aproximadamente 31% do valor de mercado da companhia, embora o ativo responda por cerca de 5% do Ebitda consolidado. Ao excluir o shopping tanto da capitalização de mercado quanto do lucro líquido projetado para 2026, considerando uma alíquota de imposto de 34% para o ativo, o Santander estima um múltiplo de 6,6 vezes o lucro, cerca de 20% abaixo de seus principais pares. Para o banco, a destinação dos recursos da venda aos acionistas tende a ser bem recebida e pode impulsionar uma reação positiva do mercado no curto prazo. Para a XP, o desinvestimento do Midway Mall era um movimento aguardado há anos pelos investidores, visto como um passo importante para simplificar a estrutura corporativa da Guararapes e concentrar esforços em suas operações principais, ainda que isso não estivesse plenamente refletido na cotação das ações. A estratégia também é vista como positiva do ponto de vista fiscal, ao antecipar distribuições antes de uma eventual tributação de dividendos a partir do próximo ano, preservando, ao mesmo tempo, a flexibilidade financeira para iniciativas estratégicas e planos de renovação e expansão de lojas, sem comprometer o controle da alavancagem. A corretora revisitou sua análise sobre o tema e aponta uma redução relevante na avaliação implícita do negócio remanescente da Guararapes. Segundo a casa, o múltiplo cai para 7,1 vezes, frente a 8,7 vezes anteriormente, considerando que a diferença entre a avaliação e o montante distribuído está relacionada aos efeitos tributários da operação. A corretora destaca ainda que o valor a ser devolvido aos acionistas está alinhado às estimativas anteriores, que projetavam um dividend yield extraordinário na faixa entre 20% e 30%. Siga o canal da Forbes no WhatsApp e receba as principais notícias de empreendedorismo, carreira, tecnologia, agro e lifestyle. Source link

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Como Data Centers, Clima e Juros Estão Redefinindo o Mercado Imobiliário Global

CanvaEm 2025, os data centers se consolidaram como uma classe central dentro dos títulos lastreados em hipotecas comerciais de ativo único nos Estados Unido Acessibilidade L L A- A+ ◐ O mercado imobiliário global deve entrar em 2026 em um processo de estabilização lenta, sustentado pela queda dos juros e por um crescimento econômico ainda positivo, mas “longe de um ciclo robusto de recuperação”. Essa é a avaliação da Moody’s Ratings em seu relatório global de perspectivas para finanças estruturadas, que aponta melhora pontual em alguns segmentos de real estate, ao mesmo tempo em que mantém o alerta para “inadimplência elevada, vacância persistente e riscos macroeconômicos e geopolíticos”. Leia também Segundo o estudo, a desaceleração econômica global não deve impedir a continuidade do crédito e do refinanciamento de dívidas imobiliárias, especialmente em um ambiente de “taxas de curto prazo em declínio”. A Moody’s projeta que “o crescimento econômico mais lento, mas contínuo, e o declínio das taxas de curto prazo ajudarão os mutuários de imóveis comerciais (CRE) a refinanciar”. Ainda assim, o desempenho do setor permanece desigual entre regiões e classes de ativos. Estados Unidos: imóveis comerciais, empregos e vacância Nos Estados Unidos, a Moody’s projeta apenas uma melhora marginal nas condições do real estate comercial. A combinação de crescimento econômico moderado e juros mais baixos deve ajudar mutuários a refinanciar empréstimos ao longo de 2026, mas a agência destaca que “centenas de milhares de perdas de empregos” previstas nos próximos meses tendem a “reduzir a demanda por espaço na maioria dos setores”. Como resultado, o US CRE Credit Compass da Moody’s, que é o modelo da agência de classificação de risco para prever as condições do mercado de imóveis comerciais nos EUA, indica que “as condições gerais devem melhorar levemente até o terceiro trimestre de 2026, mas permanecer dentro da faixa classificada como neutro”. O segmento de escritórios deve continuar sendo o principal ponto de fragilidade, já que a “vacância deverá continuar elevada na maioria dos grandes mercados”. Em mercados líderes que possuem “pelo menos 200 milhões de pés quadrados de espaço (equivalente a 18,58 milhões de metros quadrados)”, as altas taxas de vacância “são improváveis de diminuir em breve”. Na hotelaria, os riscos de receita “também devem persistir em 2026”. O relatório aponta que a receita por quarto disponível retorna a níveis mais sustentáveis após fortes recuperações pós-pandemia, e “a redução do turismo internacional pressiona propriedades localizadas em mercados mais expostos”. Recuperação frágil na Europa Na Europa, a visão da Moody’s é de uma recuperação modesta, gradual e desigual. As condições de real estate comercial “provavelmente melhorarão modestamente em 2026”. Essa recuperação será “apoiada por juros mais baixos e valores imobiliários estáveis ou em leve recuperação”, especialmente na Itália, Espanha e Reino Unido. Entretanto, Alemanha e França “devem apresentar um ritmo mais lento”. A recuperação europeia segue “frágil” devido a “riscos geoeconômicos, fragmentação política e pressões fiscais”. Ásia-Pacífico: cenário diverso Na Austrália, a expectativa da Moody’s é que o desempenho dos ativos hipotecários (RMBS) melhore tanto para empréstimos de alta qualidade (prime) quanto para os de maior risco (nonconforming), graças às condições favoráveis de juros e do mercado imobiliário. Contudo, a inadimplência (atrasos em pagamentos) diminuirá lentamente e permanecerá mais alta no segmento de maior risco. No Japão, a baixa taxa de desemprego e o crescimento dos salários são fatores que ajudam a proteger os setores de ABS (Títulos Lastreados por Ativos) e RMBS (Títulos Lastreados por Hipotecas Residenciais) do país contra os riscos causados pelo aumento das taxas de juros. Já na China, a qualidade dos títulos de ABS de automóveis (empréstimos para veículos) deve deteriorar-se moderadamente em 2026. Isso ocorrerá porque a qualidade dos ativos caiu e o país enfrenta a perspectiva de um crescimento econômico mais lento. A  qualidade dos ativos piorou, pois a concorrência levou as financeiras a emprestar a mutuários de perfil de crédito mais baixo, com prazos mais longos e maior alavancagem. Transformação digital e riscos climáticos A transformação digital é um dos principais vetores positivos para o real estate global. Em 2025, os “data centers se consolidaram como uma classe central dentro dos títulos lastreados em hipotecas comerciais de ativo único (SASB CMBS) nos Estados Unidos”, e “a demanda por financiamento para data centers provavelmente aumentará [em 2026]”. Contudo, a Moody’s alerta que “as limitações dos investidores institucionais quanto ao tipo de propriedade e à concentração de inquilinos podem restringir essa expansão”. Sobre os riscos climáticos, a Moody’s avalia que eventos extremos devem se tornar mais frequentes e onerosos. Ainda assim, os impactos diretos sobre o desempenho dos empréstimos RMBS dos EUA “não devem causar problemas de desempenho material” em 2026, em parte devido à “diversificação geográfica dos portfólios”. E o Brasil? A única citação ao Brasil no relatório da Moody’s é sobre a projeção do crescimento do PIB (Produto Interno Bruto) para 2026, estimada em 2%, além da inflação de 4,3%. O texto não inclui uma seção específica ou comentários detalhados sobre o desempenho do mercado imobiliário do Brasil, nem da América do Sul. Escolhas do editor Siga o canal da Forbes no WhatsApp e receba as principais notícias de empreendedorismo, carreira, tecnologia, agro e lifestyle. Source link

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Vendas de Casas Usadas nos EUA Sobem 0,5% em Novembro

Shannon Stapleton/REUTERSPlaca anuncia venda de casa em Glen Cove, EUA Acessibilidade L L A- A+ ◐ As vendas de moradias usadas nos Estados Unidos tiveram leve alta em novembro, uma vez que a incerteza econômica e as taxas de hipoteca ainda elevadas reduziram a demanda. Segundo dados divulgados nesta sexta-feira (19) da Associação Nacional de Corretores de Imóveis, as vendas de moradias subiram 0,5% no mês passado, para uma taxa anual ajustada sazonalmente de 4,13 milhões de unidades. A associação também observou que menos vendedores estavam colocando suas casas no mercado. Leia também Economistas consultados pela Reuters previam que as revendas de casas aumentariam para uma taxa de 4,15 milhões de unidades. As vendas caíram 1,0% em novembro na comparação anual. “O crescimento dos estoques está começando a estagnar”, disse Lawrence Yun, economista-chefe da associação de corretores. Embora a taxa da popular hipoteca fixa de 30 anos tenha caído consideravelmente em relação aos níveis elevados do início do ano, ela permaneceu acima de 6%, segundo dados da agência de financiamento hipotecário Freddie Mac. Escolhas do editor A melhora nas taxas hipotecárias também está sendo parcialmente compensada por um mercado de trabalho mais fraco, com a taxa de desemprego subindo para 4,6% em novembro, o maior nível em mais de quatro anos, e com o crescimento anual dos salários no ritmo mais lento desde maio de 2021. O estoque de casas existentes aumentou 7,5% em relação ao ano anterior, para 1,43 milhão de unidades em novembro, após registrar ganhos de dois dígitos nos meses anteriores. No ritmo de vendas de novembro, seriam necessários 4,2 meses para esgotar o estoque atual de imóveis existentes, ante 3,8 meses há um ano. O preço médio das moradias usadas no mês passado aumentou 1,2% em relação a um ano antes, para US$ 409.200 (R$ 2,26 milhões). Siga o canal da Forbes no WhatsApp e receba as principais notícias de empreendedorismo, carreira, tecnologia, agro e lifestyle. Source link

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O Projeto Bilionário Que Pode Transformar Hougang, em Singapura

dpa/picture alliance via Getty ImagesVista panorâmica de Singapura com o Marina Bay Sands e os arranha-céus no distrito comercial central Acessibilidade L L A- A+ ◐ Um consórcio formado pelo UOL Group e pela estatal CapitaLand apresentou a maior oferta, US$ 1,2 bilhão (R$ 6,12 bilhões), por um terreno destinado a um empreendimento de uso misto, localizado na cidade de Hougang, no nordeste de Singapura. O UOL Group é controlado pela família do falecido bilionário dos setores bancário e imobiliário singauriano Wee Cho Yaw. A CapitaLand é um dos maiores grupos imobiliários diversificados da Ásia. Leia também Em comunicado conjunto, os parceiros informaram que uma joint venture em partes iguais entre a UOL e a CapitaLand Development desenvolverá um condomínio residencial com 830 unidades no terreno de 46.900 metros quadrados, em Hougang Central. Além disso, o CapitaLand Integrated Commercial Trust construirá um complexo comercial de 278 mil metros quadrados no terreno, com contrato de arrendamento de 99 anos e manterá a propriedade integral da parte de varejo, ainda segundo o comunicado. Disputa de gigantes O terreno, localizado diretamente sobre a estação Hougang do MRT, atraiu outros dois concorrentes, incluindo o Sim Lian Group e um consórcio formado pela Frasers Property, do bilionário tailandês dos setores imobiliário e de bebidas Charoen Sirivadhanabhakdi, pela japonesa Sekisui House e pela empresa singapurense Lum Chang. Escolhas do editor As incorporadoras buscam recompor seus bancos de terrenos para aproveitar a demanda residencial resiliente em Singapura, um dos mercados imobiliários mais caros do mundo. A UOL e a CapitaLand já foram parceiras anteriormente, tendo vencido outro projeto de uso misto na cidade de Tampines, no leste, por S$ 1,2 bilhão em 2023. Atualmente, elas estão construindo o projeto Parktown Residence, com 1.193 unidades, que vendeu 87% dos imóveis durante o fim de semana de lançamento, em fevereiro. O projeto de Hougang pode atrair compradores de imóveis tanto da região imediata quanto de outras partes de Singapura, afirmou por e mail Leonard Tay, chefe de pesquisas da Knight Frank em Singapura. “A natureza de uso misto do terreno permite a criação de um bairro suburbano que se tornaria ainda mais um polo de atividades humanas para Hougang”, disse Tay. “Com uma oferta selecionada de alimentos e bebidas, serviços para as necessidades diárias e propostas voltadas à comunidade, o componente de varejo aumentaria a qualidade de vida dos moradores, ao mesmo tempo em que atenderia a uma área de influência mais ampla do nordeste.” Siga o canal da Forbes no WhatsApp e receba as principais notícias de empreendedorismo, carreira, tecnologia, agro e lifestyle. Source link

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