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Prefeitura estima mais de 1 milhão de turistas no Réveillon 2025/2026 do Rio

Réveillon 2025 – Palco Copacabana – Rio – Foto: Alex Ferro | Riotur Mais de 1 milhão de turistas devem passar o Réveillon 2025/2026 no Rio de Janeiro, segundo a expectativa da Prefeitura do Rio, com base em números da Riotur, da Secretaria Municipal de Turismo (SMTUR-RIO) e da Secretaria Municipal de Desenvolvimento Econômico (SMDE). A estimativa aponta crescimento de 15% em relação à virada anterior. O presidente da Riotur, Bernardo Fellows, atribuiu o resultado ao planejamento e à promoção do destino. “Os dados confirmam a força do Réveillon do Rio como um dos maiores eventos do mundo. A expectativa de receber mais de 1 milhão de turistas, 15% a mais que no ano anterior, é resultado de planejamento, promoção do destino e atuação integrada da Prefeitura. A presença de visitantes de vários países reforça o Rio como um destino global, preparado para receber turistas do Brasil e do exterior”, afirmou. Na comparação, dados do Observatório do Turismo da SMTUR-RIO indicam que, no Réveillon 2024/2025, entre 27 de dezembro de 2024 e 2 de janeiro de 2025, 890,9 mil turistas visitaram a cidade. Desse total, 12,7% (113 mil) eram internacionais e 87,3% (777,9 mil) nacionais. Na virada passada, o Rio recebeu turistas estrangeiros de 89 localidades diferentes. A maior fatia veio de Argentina, Estados Unidos e Chile, que concentraram 62,1% do total. Entre os visitantes brasileiros, os principais estados emissores foram São Paulo, Minas Gerais e Espírito Santo. A secretária municipal de Turismo, Daniela Maia, disse que a cidade se prepara para uma virada com aumento de estrangeiros e crescimento do turismo nacional. “O Rio se prepara para um dos melhores réveillons de sua história, com um aumento expressivo de turistas internacionais e um grande crescimento do turismo nacional. Esse resultado é fruto de muito trabalho. O mundo está à procura de destinos que entreguem hospitalidade, alegria, cultura, natureza e, principalmente, o nosso estilo carioca. Viver a vida! O Rio vem se consolidando como um verdadeiro destino de desejo”, afirmou. Já a publicação “Réveillon em Dados” traz a estimativa de potencial impacto econômico de R$ 3,34 bilhões no período, com base em informações da Receita-Rio e da Secretaria Municipal de Fazenda (SMF). O cálculo considera notas fiscais diárias de subgrupos de serviços ligados a turismo, eventos e transportes, entre outros setores diretamente afetados pela virada. Para o secretário municipal de Desenvolvimento Econômico, Osmar Lima, o evento movimenta a economia ao puxar gastos de visitantes. “O Réveillon tem impacto importante na economia, impulsionado pelos gastos dos turistas. Os números mostram que estamos no caminho, fortalecendo a vocação da cidade”, avaliou. Receba notícias no WhatsApp e e-mail Source link

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Réveillon 2026: Comlurb antecipa limpeza em Copacabana com 700 garis e reforço de equipamentos

Foto: Marcelo Cortes/Comlurb As equipes da Comlurb atuam nesta quarta-feira (31) em todos os pontos oficiais do Réveillon 2026 com a operação de pré-limpeza da virada do ano no Rio de Janeiro. O objetivo é preparar as áreas de festa e garantir agilidade na limpeza logo após os shows e a queima de fogos. Em Copacabana, a ação começou nas primeiras horas da manhã e cobre toda a extensão da Avenida Atlântica, incluindo calçadões, pistas e vias de acesso. Ao todo, 700 garis atuam no local ao longo do dia, com reforço de equipamentos. A partir das 20h, o serviço entra em fase de manutenção e segue durante toda a noite. A limpeza pesada começa ainda na madrugada do dia 1º de janeiro. A previsão é que vias e calçadas estejam liberadas o quanto antes, já lavadas e desodorizadas. Em Copacabana, foram distribuídos 2 mil contêineres de 240 litros e outros 500 de grande porte, com capacidade para 1.200 litros, espalhados pela orla e acessos à festa. O presidente da Companhia, Jorge Arraes, acompanhou os trabalhos pela manhã. “Hoje nós estamos fazendo a pré-limpeza, incremento da Operação Réveillon, que segue durante toda a noite e após os shows, até que a praia esteja toda limpa. A pré-limpeza é a última organização de limpeza para o Réveillon”, afirmou. Entre os trabalhadores, o gari Pedro Paulo Rodrigues da Silva, com 40 anos de empresa, destacou o papel da equipe na virada. “Eu faço a coordenação das varredeiras, que ajudam muito na limpeza da praia. É muito bacana trabalhar no Réveillon. Nossa missão é deixar tudo limpo para que todos possam curtir a passagem de ano com tranquilidade”, disse. A megaoperação de limpeza do Réveillon 2026 vai mobilizar 5.260 garis em toda a cidade. Segundo a Companhia, esta será a maior distribuição de contêineres já realizada: ao todo, serão 6 mil unidades de 240 litros e mais mil de grande porte, somando 7 mil equipamentos nos pontos de festa. Também está prevista a maior operação de limpeza hidráulica já feita no Rio, com 26 pipas d’água e 26 motobombas de alta pressão. Os trabalhos contam ainda com o apoio de 440 veículos e equipamentos, como caminhões compactadores, basculantes, varredeiras, pás mecânicas e tratores de praia, além do uso de água de reuso para lavagem das vias. Receba notícias no WhatsApp e e-mail Source link

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Passaportes para o Réveillon de Copacabana estão esgotados

A operação especial começa às 19h desta quarta-feira (31/12) e vai até as 5h de 01/01 Advertisement Receba notícias no WhatsApp e e-mail Réveillon 2025 – Copacabana – Foto: Alexandre Macieira/Riotur O MetrôRio informou que os bilhees de embarque no sistema metroviário para o Réveillon em Copacabana se esgotaram por volta das 13h desta quarta-feira (31/12). A operação especial começa às 19h desta quarta-feira (31/12) e vai até as 5h de 01/01. Nesse período, os clientes só conseguem embarcar no sistema metroviário usando o passaporte de ida e volta. Como nos anos anteriores, este ano, a venda dos bilhetes digitais também foi realizada por faixa de horários para que o cliente possa embarcar com conforto e segurança e o sistema comporte com tranquilidade as milhares de pessoas que vão usar o metrô. A venda dos passaportes teve início de forma presencial e online no dia 15/12, e a comercialização passou a ser realizada exclusivamente pelo site e pelo aplicativo da concessionária desde o dia 22/12. Cerca de 140 mil passaportes foram vendidos. Os passaportes serão válidos apenas durante a noite de Réveillon, sem a possibilidade de reembolso ou uso posteriormente. Receba notícias no WhatsApp e e-mail Altair Alves é jornalista, produtor e editor. Também é apresentador do programa esportivo Acréscimos. Morador do Andaraí, é apaixonado por música e futebol dos anos 90. Source link

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Inea reforça Operação Verão em unidades de conservação e mira superlotação na Ilha Grande

Divulgação O Instituto Estadual do Ambiente (Inea) intensificou, no período das festas de fim de ano e do Réveillon, as ações da Operação Verão nas unidades de conservação estaduais. A iniciativa começou em 26 de dezembro e segue até o fim da temporada, com atenção reforçada nos dias de maior fluxo. O trabalho conta com apoio do Comando de Polícia Ambiental (CPAm) e tem um objetivo claro: conter superlotação e evitar degradação ambiental em áreas protegidas. O secretário de Estado do Ambiente e Sustentabilidade, Bernardo Rossi, afirma que o aumento de visitantes exige presença constante de fiscalização. “No final do ano, a quantidade de visitantes nos parques estaduais aumenta de forma expressiva. Por isso, as fiscalizações desempenham um papel fundamental tanto na proteção do meio ambiente, quanto na segurança dos visitantes”. Na Ilha Grande, onde o território é integralmente protegido por unidades de conservação estaduais administradas pelo Inea, a operação foi reforçada, com foco especial na Reserva de Desenvolvimento Sustentável (RDS) do Aventureiro. A ilha reúne áreas com diferentes graus de proteção e regras específicas, como o Parque Estadual da Ilha Grande, a APA de Tamoios, a própria RDS do Aventureiro e a Reserva Biológica Estadual da Praia do Sul. A Operação Verão busca organizar o turismo nos pontos mais disputados e coibir irregularidades ambientais. Entre as práticas que entram no radar estão camping e pesca irregulares, churrasco em áreas protegidas, uso de artefatos pirotécnicos ou explosivos, além do ingresso e permanência de animais domésticos. Na RDS do Aventureiro, onde a visitação é controlada, a fiscalização atua de forma intensiva na chegada de visitantes para o período de festas. A unidade permite até 878 visitantes simultâneos. Segundo o Inea, as vagas dos 19 campings autorizados e demais meios de hospedagem se esgotaram ainda em novembro. Agora, está permitida apenas a modalidade day use, sem pernoite. Para fazer valer as regras, o órgão montou uma estrutura de fiscalização na praia, com checagem de barcos e visitantes que desembarcam na localidade. A permanência é permitida apenas para pessoas cadastradas nos meios de hospedagem credenciados. Quem não comprova credenciamento é orientado a retornar. Além da checagem na praia, há vistorias no mar e nas trilhas, e visitas aos campings, para verificar se os visitantes estão credenciados e se os estabelecimentos cumprem os requisitos exigidos pela unidade. Desde o início da Operação Verão, em 26 de dezembro, o Inea afirma que já emitiu mais de dez autos de infração. A maioria, segundo o órgão, é relacionada à visitação irregular à Reserva Biológica Estadual da Praia do Sul, vizinha à RDS do Aventureiro. Ali, a visitação recreativa é proibida, sendo autorizada apenas para pesquisa científica e visitas escolares com permissão. Além da Ilha Grande, a Operação Verão ocorre também no Parque Estadual da Serra da Tiririca, em Niterói, e no Parque Estadual de Cunhambebe, na Costa Verde. A ação passa ainda por áreas como as APAs de Maricá e de Mangaratiba, a Reserva Ecológica Estadual de Juatinga, na Costa Verde, e a Reserva Extrativista Marinha de Itaipu, em Niterói. Receba notícias no WhatsApp e e-mail Source link

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Conta de luz da Enel Rio muda layout a partir de 3 de janeiro e promete leitura mais fácil

A conta de energia da Enel Distribuição Rio vai ganhar um novo visual a partir de janeiro. Segundo a empresa, os clientes da área de concessão no estado começam a receber a fatura com layout mais moderno a partir de 3 de janeiro, com informações reorganizadas para facilitar a leitura e o entendimento. A principal mudança está no topo da conta. O trecho superior passa a concentrar os avisos e dados considerados prioritários para o consumidor, como alertas de atraso, possibilidade de corte por falta de pagamento e outros recados. A ideia, diz a distribuidora, é deixar a comunicação mais direta e fazer o cliente localizar o que interessa sem ter que “caçar” na página. Um exemplo que a empresa usa para justificar o novo desenho é o aviso de conta vencida do mês anterior. Antes, a informação ficava na parte de baixo. Agora, vai para o alto e aparece em destaque, depois de uma pesquisa com clientes sobre o que eles consideram mais importante na fatura. A Enel afirma que pediu aos entrevistados que colocassem, em ordem, as informações que mais interessavam. Também fez workshops com equipes que lidam com o público, como estagiários, atendentes de lojas e do call center, além de conselhos de consumidores e colaboradores. Com isso, a empresa diz que ajustou a fatura para aproximar o formato do que o cliente espera. Entre os pontos anunciados estão: destaque maior para o “Total a pagar”; consumo em kWh também em evidência; letras maiores, para facilitar a leitura; indicação de como a conta foi faturada (por média, mínimo ou leitura); canal de atendimento para parcelamento já indicado no alerta de contas vencidas; organização mais clara dos blocos de informação. O novo modelo mantém um campo reservado com QR Code para pagamento via Pix. Outras formas de pagamento seguem disponíveis, como débito automático, internet banking, bancos, postos autorizados, caixas eletrônicos e lotéricas. A distribuidora diz que vai avisar sobre a mudança por redes sociais, banner no site, materiais nas lojas, e-mail marketing, WhatsApp e SMS. Em janeiro, a conta com o novo layout será entregue em versão impressa durante a visita mensal do leiturista. A empresa afirma que pretende levar o mesmo modelo para a versão online no futuro, para envio por e-mail. As informações que já costumam aparecer na fatura seguem presentes, incluindo o “Resumo da sua conta”, com itens como impostos e custos de geração e distribuição. Receba notícias no WhatsApp e e-mail Source link

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Quando o poder não morava nos palácios: o Rio que se organizava no olhar, na fé e na rua

Imagem noturna da Rua do Ouvidor vista da Prineiro de Março, no dia 08 de Setembro de 1937 – ao fundo, iluminada, a Igrdja de Nossa Senhora da Lapa dos Mercadores / Foto: Acervo Irmandade dos Mercadores Há uma ideia persistente — e equivocada — de que o poder no Rio de Janeiro sempre esteve concentrado nos palácios, nos cargos, nas repartições e nos grandes edifícios oficiais. Essa leitura, confortável e linear, ignora algo fundamental: por muito tempo, o poder na cidade não se exercia apenas onde se mandava, mas onde se via, onde se reconhecia e onde se pertencia. É nesse ponto que duas obras aparentemente distantes no tempo e na forma se encontram de maneira surpreendente e inédita. De um lado, Memórias da Rua do Ouvidor, de Joaquim Manuel de Macedo, um livro escrito no século XIX, em tom de crônica urbana, atento ao cotidiano, ao comentário e ao olhar da cidade. De outro, a pesquisa histórica de Beatriz Catão Cruz Santos, que investiga o Rio colonial a partir de suas irmandades, ofícios, petições e práticas religiosas, revelando como a cidade se organizava simbolicamente muito antes de se organizar plenamente como Estado moderno. Lidos em conjunto — algo raramente feito —, Macedo e Beatriz Catão revelam um mesmo Rio por ângulos diferentes: uma cidade onde o poder era público, relacional e visível, exercido tanto nos ritos da fé quanto no simples ato de circular pela rua. Beatriz Catão demonstra que, no Rio colonial, existir socialmente significava pertencer. Pertencer a uma irmandade, a um ofício, a uma confraria. A cidade se estruturava menos por documentos abstratos e mais por redes concretas de reconhecimento: quem podia usar determinada opa, quem caminhava em qual procissão, quem tinha direito a determinado lugar na igreja, quem podia peticionar às autoridades em nome de um corpo coletivo. A fé católica não era apenas devoção íntima; era linguagem pública de hierarquia, proteção e identidade. Já Macedo observa esse mesmo mundo depois que ele desce definitivamente para a rua. Em suas páginas, o que organiza a cidade não são apenas cargos ou títulos, mas o olhar coletivo. Quem é visto. Quem é comentado. Quem passa despercebido. A Rua do Ouvidor — e, por extensão, o Centro do Rio — surge como um espaço onde reputações se constroem, onde o poder se manifesta de forma difusa, muitas vezes silenciosa, mas extremamente eficaz. O que torna essa leitura cruzada inédita é perceber que a rua é o elo entre essas duas dimensões. É na rua que o pertencimento descrito por Beatriz Catão se torna visível. É na rua que o irmão de uma irmandade é reconhecido pelo hábito, pelo modo de andar, pelo respeito que inspira. É na rua que o artesão, o mercador, o devoto e o homem livre pobre se afirmam diante da cidade. E é também na rua que esse mesmo homem pode ser julgado, vigiado ou silenciado. Macedo narra episódios aparentemente banais — uma ronda de olhares, um comentário insistente, uma presença que se repete —, mas que, à luz da pesquisa histórica, revelam um mecanismo profundo: o poder urbano não precisava falar alto para ser exercido. Bastava ser visto. Bastava ser reconhecido. Bastava circular. Essa cidade do olhar convivia naturalmente com a cidade da fé. Procissões, festas religiosas, missas solenes e devoções públicas não interrompiam o cotidiano urbano — elas o estruturavam. O mesmo espaço que, em determinado momento, abrigava o burburinho comercial ou o comentário mundano, em outro se transformava em caminho sagrado, em extensão do templo, em lugar de silêncio ritual. O Centro do Rio sempre foi, ao mesmo tempo, profano e devoto, cotidiano e solene. A originalidade dessa leitura está em perceber que não houve uma ruptura entre o Rio religioso e o Rio urbano. Houve continuidade. As irmandades estudadas por Beatriz Catão não existiam à margem da rua; existiam na rua. E a Rua do Ouvidor descrita por Macedo não era um espaço dissoluto separado da moral; era um espaço onde a moral era constantemente testada, negociada e reafirmada. Nesse Rio antigo, o poder não precisava de grandes edifícios para se impor. Ele se manifestava na precedência da procissão, no lugar ocupado no banco da igreja, no respeito silencioso ao passar de alguém conhecido, no comentário que se espalhava com rapidez impressionante. Era um poder sem centro fixo, mas com enorme capacidade de organização social. Talvez seja por isso que o Centro Histórico do Rio conserve, ainda hoje, uma força simbólica tão particular. Não é apenas memória arquitetônica. É memória de uso, de circulação, de reconhecimento. É ali que a cidade aprendeu, desde cedo, que viver em sociedade não é apenas obedecer a leis, mas habitar um espaço comum onde todos se veem. Ao colocar lado a lado Joaquim Manuel de Macedo e Beatriz Catão, não estamos apenas cruzando literatura e história. Estamos recuperando uma forma antiga — e profundamente carioca — de entender o poder: não como algo distante e abstrato, mas como algo que se constrói diariamente no encontro entre fé, rua e olhar. E talvez essa seja uma das lições mais atuais do Rio antigo: cidades sobrevivem não apenas quando são administradas, mas quando continuam sendo vividas, reconhecidas e compartilhadas. Receba notícias no WhatsApp e e-mail Source link

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Corpo de Bombeiros usará drones e alto-falantes para prevenir banhos noturnos nas praias no Réveillon

O Corpo de Bombeiros desaconselha a prática do mergulho noturno devido ao risco elevado de afogamentos Advertisement Receba notícias no WhatsApp e e-mail Foto: Reprodução/TV Globo O Corpo de Bombeiros do Rio de Janeiro vai utilizar 13 drones equipados com alto-falantes durante o réveillon para emitir alertas sobre os riscos do banho noturno nas praias. Apesar dos riscos, a prática tem sido frequente durante a atual onda de calor. O Corpo de Bombeiros desaconselha a prática do mergulho noturno por conta do risco elevado de afogamentos, alertando os banhistas sobre a segurança nas águas noturnas. Cerca de 1.500 bombeiros, 360 viaturas de salvamento e combate a incêndio, ambulâncias, drones, helicópteros e motos estarão em operação no RJ durante a virada do ano, reforçando a segurança e o atendimento à população. Receba notícias no WhatsApp e e-mail Jornalista, radialista e produtora de conteúdo, apaixonada por cultura, turismo e pelo Rio Source link

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De 16/1 a 8/2, mais de 50 locais do RJ recebem atividades do Sesc Verão 2026

Divulgação De 16 de janeiro a 8 de fevereiro, 25 cidades do Rio de Janeiro recebem a programação do Sesc Verão 2026, com muito lazer, recreação, esportes e shows. Ao todo, serão mais de 50 espaços públicos e de parceiros, de praias a praças, parques e shopping centers, além de unidades do Sesc. Todas as atividades são gratuitas. Em sua 8ª edição, no Sesc Verão o público poderá participar de competições e oficinas esportivas, com a participação de atletas de diversas modalidades. Além disso, cariocas, fluminenses e visitantes poderão assistir a shows com grandes nomes da música. A programação do Sesc também inclui atividades temáticas relacionadas ao verão, como jogos e brincadeiras. O público também terá acesso a ações promocionais de saúde, iniciativas de assistência social e atividades de preservação ambiental. Na Região Metropolitana fluminense, o evento acontecerá na capital, Niterói, São Gonçalo, Maricá, Duque de Caxias, São João de Meriti e Nova Iguaçu. No Norte Fluminense, as atividades serão realizadas nos municípios de Campos dos Goytacazes, Macaé, São João da Barra, São Francisco do Itabapoana e Conceição de Macabu e Quissamã. Na Região dos Lagos, o Sesc Verão contemplará o público de Cabo Frio, Rio das Ostras e Casimiro de Abreu. Já Região Serrana, terá a sua programação realizada nas cidades de Petrópolis, Teresópolis e Nova Friburgo. No Centro-Sul Fluminense, o projeto estará em Barra Mansa, Três Rios e Valença. E por fim, na Costa Verde, o Sesc Verão será realizado em Angra dos Reis, Mangaratiba e Paraty. O evento é uma realização do Sesc RJ, com apoio das prefeituras e dos sindicatos varejistas. Cidades* do RJ que vão receber o Sesc Verão 2026Período: 16 de janeiro a 8 de fevereiro*Localidades e datas sujeitas a alteração Angra dos ReisEspaços: Praia do Anil, Praça de Skate, Praia Grande e Praia da RibeirinhaDatas: 07 e 08/fev________________________________________Barra MansaEspaço: Sesc Barra MansaDatas: janeiro a fevereiro________________________________________Cabo FrioEspaço: Sesc Cabo FrioDatas: janeiro a fevereiroEspaço: Praia do ForteDatas: 30 e 31/jan________________________________________Campos dos GoytacazesEspaço: Farol São ToméDatas: 16, 17, 18, 23, 24, 25, 30 e 31/jan | 01, 06, 07 e 08/fevEspaço: Sesc CamposData: janeiro a fevereiro________________________________________Casimiro de AbreuEspaço: Praião – Barra de São JoãoDatas: 17, 18, 24, 25 e 31/jan | 01/fev________________________________________Conceição de MacabuEspaço: Praça Central Bonifácio TassaraDatas: 06, 07 e 08/fev________________________________________Duque de CaxiasEspaços: Praça do Pacificador e Teatro Raul CortezDatas: 06 e 07/fevEspaço: Sesc Duque de CaxiasData: janeiro a fevereiro________________________________________MacaéEspaços: Praia Campista, Praia dos Cavaleiros e Praia do PecadoDatas: 23, 24, 25, 30 e 31/jan | 01, 06, 07 e 08/fev________________________________________MangaratibaEspaço: Praia de Conceição de JacareíDatas: 31/jan e 01/fev________________________________________MaricáEspaços: Parque NanciDatas: 23, 24 e 25/jan________________________________________NiteróiEspaço: Praia de IcaraíDatas: 07 e 08/fevEspaço: Sesc NiteróiData: janeiro a fevereiro________________________________________Nova FriburgoEspaço: Sesc Nova FriburgoData: janeiro a fevereiro________________________________________Nova IguaçuEspaço: Sesc Nova IguaçuData: janeiro a fevereiro________________________________________ParatyEspaços: Praia do Jabaquara e Praia do PontalDatas: 24 e 25/jan________________________________________PetrópolisEspaços: Centro Cultural Sesc Quitandinha e Hotel Parque Sesc NogueiraDatas: janeiro a fevereiro________________________________________QuissamãEspaço: a definirData: 07 e 08/fev________________________________________Rio das OstrasEspaços: Praia Costa Azul, Camping e Praia do CentroDatas: 15 a 18, 22 a 25 e 29 a 31/jan | 01 e 05 a 08/fev________________________________________Rio de JaneiroEspaço: Park Shopping Campo GrandeDatas: 17, 18, 24 e 25/janEvento: Corrida de São SebastiãoData: 20/janEspaços: Sesc Tijuca, Sesc Ramos, Sesc Madureira I e II, Sesc Cocotá – Biblioteca Euclides da Cunha (Ilha do Governador), Sesc Fazendinha (Penha) e Retiro dos ArtistasData: janeiro a fevereiro________________________________________São Francisco do ItabapoanaEspaço: Praia Santa ClaraDatas: 24 e 25/jan | 07 e 08/fev________________________________________São GonçaloEspaço: Parque RJ (antigo Piscinão)Datas: 06, 07 e 08/fevEspaço: Sesc São GonçaloData: janeiro a fevereiro________________________________________São João da BarraEspaço: São João da BarraDatas: 17, 18, 24, 25 e 31/jan | 01, 07 e 08/fevEspaço: Sesc Grussaí, Praia, Reserva Caruara, Lagoa Iquipari e Balneário de AtafonaData: janeiro a fevereiro________________________________________São João de MeritiEspaço: Vila Olímpica São JoãoDatas: 31/jan | 01, 07 e 08/fevEspaço: Sesc São João de MeritiData: janeiro a fevereiro________________________________________TeresópolisEspaço: ParnasoDatas: 31/jan e 01/fevEspaço: Praça OlímpicaDatas: 06 e 07/fevEspaços: Sesc Teresópolis e Hotel Sesc AlpinaData: janeiro a fevereiro________________________________________Três RiosEspaço: HortoDatas: 24 e 25/janEspaço: Beira RioDatas: 31/jan e 01/fevEspaço: Sesc Três RiosDatas: janeiro e fevereiro________________________________________ValençaEspaço: Praça Juscelino KubitschekDatas: a definir Receba notícias no WhatsApp e e-mail Source link

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O cargo que ajudou a administrar o Rio por séculos — e quase ninguém conhece

Durante séculos, grande parte da vida religiosa do Rio de Janeiro não foi administrada diretamente pelo clero. Igrejas, hospitais, irmandades, ordens terceiras e instituições assistenciais funcionavam graças a uma engrenagem menos visível, mas absolutamente decisiva: a dos leigos que governavam o sagrado a partir de cargos como o de provedor. Hoje, para a maioria dos cariocas — inclusive muitos católicos praticantes — esse título soa vago, quase decorativo. No passado, porém, ele concentrava responsabilidades, poder e prestígio que moldaram profundamente a cidade. No Rio colonial e imperial, o provedor era, na prática, o responsável máximo pela vida material e institucional de confrarias e irmandades, numa época em que elas tinham papel primordial na vida da cidade. Não celebrava missas nem administrava sacramentos, mas cuidava de tudo aquilo que permitia que a vida religiosa existisse: bens, rendas, obras, contratos, funcionários, enterramentos, hospitais, capelas, contas e representação pública. Era ele quem assinava documentos, respondia judicialmente, negociava com autoridades civis e eclesiásticas e zelava pela reputação da instituição. Esse modelo vinha da tradição portuguesa e se enraizou profundamente na cidade. O catolicismo vivido no Rio nunca foi apenas clerical. Ele foi também administrado, financiado e governado por leigos, organizados em irmandades e ordens que atravessaram séculos. Instituições como a Santa Casa da Misericórdia do Rio de Janeiro ou o velho Hospital de São Francisco da Penitência na Tijuca, mas também cemitérios, escolas, educandários, orfanatos, de inúmeras confrarias e irmandades menos conhecidas, funcionavam como verdadeiras empresas morais da cidade, e o provedor era o seu principal executivo. “Consistório” (Sala de Reuniões de Diretoria) da Santa Casa da Misericórdia do Rio, uma das mais antigas Irmandades do país / Foto: DIÁRIO DO RIO Não se tratava, portanto, de um cargo simbólico ou meramente honorífico. Para ser provedor — função eletiva entre os irmãos, mas em geral chancelada pela autoridade episcopal — era necessário reunir prestígio social, idoneidade moral e capacidade administrativa, além de, muitas vezes, recursos financeiros próprios. Não era incomum que esses homens respondessem com seus bens pessoais por dívidas ou compromissos assumidos pela instituição, o que tornava o posto reservado a figuras de reconhecida solidez pública. Um exemplo emblemático foi José Clemente Pereira, que exerceu o cargo na Santa Casa ao mesmo tempo em que ocupava posições centrais na vida política do Império. Como ele, comerciantes influentes, grandes proprietários e homens públicos assumiram a provedoria não como título decorativo, mas como ofício de responsabilidade real, situado numa zona singular entre o mundo eclesiástico e a hierarquia urbana. Ser provedor significava administrar o temporal da instituição — seus bens, obras e compromissos — e, ao mesmo tempo, ocupar um lugar de destaque na estrutura social da cidade. Ao longo do tempo, esses homens regeram hospitais, igrejas, cemitérios, capelas e obras de caridade que estruturaram o cotidiano da cidade. Foram eles que garantiram o funcionamento de espaços fundamentais da vida carioca: o cuidado com os doentes, o amparo aos pobres, os funerais, as festas religiosas, a manutenção de templos e a continuidade de tradições que ainda hoje definem a paisagem do Centro do Rio. Grande parte do que se entende como “patrimônio religioso” da cidade passou, direta ou indiretamente, pelas mãos de provedores leigos. Com as transformações do século XX — a profissionalização do Estado, a secularização de serviços e a perda de protagonismo das irmandades — o cargo de provedor foi sendo progressivamente esvaziado de muitas das suas funções originais. Em muitos casos, o título permaneceu, mas sem o poder real que um dia teve, e com menos representatividade perante a sociedade civil. A figura que antes concentrava administração, representação e autoridade moral tornou-se, em algumas instituições, mais cerimonial do que decisória, e em outras mantém ainda o poder centralizado, mas num mundo em que estas organizações não tem mais o mesmo protagonismo. Ainda assim, o provedor nunca desapareceu por completo. As irmandades continuam existindo – no Rio são quase 60 – , muitas delas com séculos de história, e seguem desempenhando um papel por vezes mais discreto, porém relevante, na vida religiosa e cultural da cidade. Elas ainda mantém educandários de renome como o da Misericórdia ou o Gonçalves de Araújo (da Irmandade da Candelária), hospitais e asilos. Nos últimos anos, esse universo tem experimentado um renascimento silencioso, impulsionado pela revitalização do Centro do Rio, pelo interesse crescente no patrimônio histórico e pela redescoberta de tradições que pareciam condenadas ao esquecimento: além disso, estas entidades ainda têm milhares de imóveis pela cidade, e vêm profissionalizando suas administrações nos últimos 5 anos. Um dos exemplos mais eloquentes dessa engrenagem administrativa foi a Roda dos Expostos, instalada e mantida por séculos pela Irmandade da Misericórdia, tanto no Centro como no Flamengo. Por meio desse mecanismo — uma abertura giratória discreta, voltada para a rua — milhares de recém-nascidos abandonados foram acolhidos anonimamente, registrados, alimentados, educados pelas Freiras Vicentinas e, em muitos casos, encaminhados para ofícios e uma vida adulta integrada à cidade. Nada disso acontecia por milagre ou improviso: exigia recursos, contratos, amas de leite, professores, prédios, fiscalização e prestação de contas. Era justamente o provedor o responsável por esse complexo sistema, garantindo que a caridade se transformasse em política institucional contínua. As Casas dos Expostos não eram apenas um gesto de misericórdia; foram uma operação urbana de grande escala, que abriram as portas do mundo a milhares de órfãos — e que só existiu porque havia quem administrasse, com rigor e responsabilidade, tudo aquilo que tornava possível cuidar da vida fora do altar. Nesse contexto, cargos como o de provedor voltam a ganhar sentido — não mais com o poder quase absoluto do passado, mas como elo entre história, fé e cidade. Revisitar a figura do provedor é, portanto, revisitar um Rio que já passou, mas que ainda se reflete no presente: um Rio em que o sagrado não era apenas rezado, mas também administrado; em que a devoção caminhava lado a lado com a gestão; e em que homens leigos ajudaram a sustentar, por séculos, instituições que continuam de pé. Talvez a

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No Méier, tradicional loja de artesanato vira ponto de encontro e troca de vivências

Instagram da Botãozinho Com uma grande variedade de linhas, aviamentos, tecidos, tricô, fios, ferragens e outros materiais, a tradicional loja Botãozinho – Artes em Tecidos, que funciona no Méier, bairro da Zona Norte carioca, oferece muito mais do que produtos de qualidade para os seus clientes. No local, costurar, bordar ou crochetar são maneiras de desacelerar diante das demandas do cotidiano. O espaço, que reúne alunos com perfis diferenciados, é um cenário de convivência e, muitas vezes, de alívio de tensões e ansiedade, como destacou o site Sou Méier. A loja de artesanato conquistou muitos e fiéis clientes ao longo dos anos graças à qualidade do ensino e ao seu ambiente amistoso e acolhedor – muito característico do tradicional bairro do subúrbio do Rio de Janeiro. Entre os cursos oferecidos pela loja estão Amigurumi, Boneca de pano, Corte e costura, Costura criativa e Crochê e tricô. As aulas são ministradas ao logo do ano, com as vagas rapidamente sendo preenchidas. No local, além de aprenderem as técnicas das atividades manuais, os alunos trocam experiências, tornando-se bons profissionais e, muitas vezes, amigos. Mais do que uma loja, a Botãozinho tornou-se referência e ponto de encontro dos amantes e praticantes das artes manuais cujas vidas são transformadas pelo artesanato, pela costura e pela troca de vivências. A Botãozinho funciona de segunda à sexta-feira, das 09h às 18h; eaos sábados, das 9h às 13h. Informações sobre produtos e cursos: (21) 99741-0847 (WhatsApp) / Instagram: @botaozinhoartes A loja fica na Rua Carolina Méier, 68 – Méier. Receba notícias no WhatsApp e e-mail Source link

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