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Metrô do Rio pode subir para R$ 8,20 em abril e seguir como tarifa mais cara do país

Divulgação A passagem do metrô do Rio de Janeiro, que já é a mais cara entre as capitais com sistema metroviário, deve ficar ainda mais pesada no bolso em 2026. Com a divulgação do IPCA acumulado de 2025 pelo IBGE na sexta-feira (9), a tarifa atual de R$ 7,90 pode ser reajustada em até 4,26% em abril, como prevê o contrato de concessão. Pelo índice cheio, o valor chegaria a R$ 8,24, mas a informação é que a tendência é de arredondamento, levando a passagem a R$ 8,20. As informações são da CBN. O reajuste ainda não está automático. A atualização depende de um estudo que será enviado pela concessionária ao Estado em fevereiro. Para entrar em vigor, precisa passar pela Agência Reguladora de Transportes Públicos (Agetransp) e pela Câmara de Política Econômica. Se a tarifa for confirmada nesse patamar, o Rio se distancia ainda mais de outras capitais que têm metrô. Hoje, a comparação com outras cidades já é desconfortável: em Belo Horizonte, a passagem está em R$ 5,80; Brasília cobra R$ 5,50 e tem gratuidade aos domingos e feriados; São Paulo está em R$ 5,40; Recife, R$ 4,25; Salvador, R$ 4,10; e Fortaleza tem R$ 3,60 na Linha Sul. Para o diretor da FGV Transportes, Marcus Quintella, o problema vai além do reajuste em si. “Realmente, vem elevando muito a tarifa pública. O Rio de Janeiro não tem a figura do subsídio público, que é fundamental para tornar a tarifa compatível com o poder de compra da população”, disse Marcus Quintella. Ele lembra que existe tarifa social, mas não uma política de subsídio que alcance todo mundo. “Isso precisa ser revisto no Rio de Janeiro, porque, em praticamente todos os metrôs do mundo, existe a figura do subsídio”, afirmou o especialista, citando também exemplos de outros estados brasileiros. Hoje, segundo o relato, o Rio não adota subsídio universal para o metrô. O benefício tarifário citado é a tarifa social, voltada a pessoas de baixa renda. Nos últimos meses, a CBN vem questionando o governador Cláudio Castro sobre a possibilidade de ampliação de subsídios, sem avanço. No ano passado, o então secretário estadual de Transportes, Washington Reis, chegou a anunciar uma proposta de tarifa única para modais, a chamada Tarifa RJ, que buscava equiparar valores do metrô, barcas e trens ao preço das passagens municipais, hoje em R$ 5. O plano acabou não saindo do papel. Questionado, Cláudio Castro afirmou que a proposta foi arquivada por dificuldades fiscais e falta de espaço no orçamento para bancar a medida. Procurado, o MetrôRio disse que o valor final ainda não está definido e que apresentará o cálculo do reajuste à agência reguladora até 12 de fevereiro. A Secretaria Estadual de Transportes foi acionada e ainda não havia respondido, segundo a apuração. A alta não preocupa só quem depende do metrô para trabalhar. A concessionária tem alertado o governo para queda no número de passageiros, atribuída ao preço, e há avaliação de que aumentos sucessivos tendem a derrubar a demanda nos meses seguintes. O cenário também interfere no equilíbrio entre custos e receitas do sistema, num momento em que, apesar da expectativa de crescimento, os dados indicariam estabilidade no total de passageiros em 2025. Receba notícias no WhatsApp e e-mail Source link

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Anúncios, ruas e vozes: como um jornal ensinou o carioca a viver – e ler – a cidade

Pintura de 1841 do francês Jules de Sinety mostrando o antigo Porto do Rio Se o nascimento do Diário do Rio de Janeiro marcou o momento em que o Rio passou a se ler todos os dias, foi nos anúncios que a cidade realmente começou a se reconhecer. Ali, longe dos grandes discursos políticos ou das solenidades do poder, pulsava o Rio real: o das ruas, das relações sociais, do comércio miúdo, das tensões, dos encontros e desencontros cotidianos. As páginas do Diário formavam um verdadeiro painel urbano em tempo real. Vendiam-se casas e terrenos, anunciavam-se mercadorias recém-chegadas ao porto, buscavam-se escravos fugidos, contratavam-se amas, professores e caixeiros, divulgavam-se remédios, serviços médicos, invenções, espetáculos e oportunidades. Tudo isso lado a lado, sem hierarquia aparente, como se a cidade inteira coubesse na mesma folha — e, de certo modo, cabia. Essa característica, por muito tempo desprezada pela historiografia, é justamente o que torna o jornal tão poderoso. Como demonstra a historiadora Laiz Perrut Marendino, em sua pesquisa sobre o Diário no início do oitocentos, o jornal não apenas informava: organizava a vida social, criava rotinas de leitura, estruturava expectativas e permitia que diferentes camadas da população compartilhassem um mesmo espaço simbólico. Era ali que o Rio se tornava público. Não se tratava ainda de opinião pública no sentido moderno. Tratava-se de algo mais elementar e talvez mais decisivo: a construção de uma consciência urbana. Ao reunir anúncios e notícias úteis, o Diário ajudava o leitor a localizar-se na cidade, a compreender seus fluxos, seus preços, suas regras e seus conflitos. Ler o jornal era, literalmente, aprender a viver no Rio. As ruas do Centro — Ouvidor, Direita, Quitanda, Carmo, Rosário — ganhavam continuidade no papel. O que se ouvia nos pregões, nos cafés, nas boticas e nos armazéns reaparecia impresso, legitimado pela escrita diária. O jornal funcionava como uma extensão da rua, e a rua, por sua vez, alimentava o jornal. Essa circularidade entre cidade falada e cidade escrita foi um dos alicerces da vida urbana carioca. É impossível não reconhecer aqui um parentesco direto com o Diário do Rio contemporâneo. A vocação de registrar o cotidiano, de olhar para o comércio local, para os bairros, para os pequenos conflitos urbanos, para a vida que acontece fora dos gabinetes, é a mesma. Ontem eram anúncios de casas, vendas e serviços; hoje são reportagens sobre ruas abandonadas, bares históricos, transformações urbanas, igrejas reabertas, feiras, obras, protestos e afetos urbanos. Mudou a forma, permaneceu o gesto. O velho Diário ensinou o carioca a perceber que a cidade é feita de fragmentos — e que esses fragmentos merecem ser registrados. Ao fazer isso todos os dias, o jornal criou um hábito, uma expectativa, uma confiança. O leitor sabia que, ao abrir o jornal, encontraria o Rio ali, com suas virtudes e contradições. Mais do que um simples repositório de anúncios, o Diário foi um organizador silencioso da vida urbana, um mediador entre indivíduos e cidade, entre o privado e o público. Essa função, tão essencial no século XIX, continua sendo a espinha dorsal do jornalismo local hoje. Em tempos de excesso de informação e escassez de atenção, voltar a esse princípio — o da cidade como protagonista — é mais atual do que nunca. A história mostra que o Rio nunca se entendeu apenas pelos grandes fatos. Sempre se reconheceu também nos pequenos avisos, nas notas de rodapé, nos detalhes aparentemente banais. E foi ali, nesses espaços modestos das páginas do Diário, que nasceu uma das tradições mais duradouras da imprensa carioca: contar a cidade como ela é, todos os dias. Esta foi a Parte 2 da série “Aniversário do Diário do Rio”, a ser publicada em 3 partes, nos dias 10, 11 e 12 de janeiro de 2026. Receba notícias no WhatsApp e e-mail Source link

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JetSMART inaugura voo regular Assunção–Rio e vira única low cost com rota direta para o Galeão

Foto: Maurice Becker A JetSMART inaugurou, na sexta-feira (09/01/2026), seus voos regulares entre Assunção e o Rio de Janeiro, com chegada no Aeroporto Internacional do Galeão (RIOgaleão). Com isso, a companhia passa a ser, segundo a própria operação anunciada, a única empresa de baixo custo com ligação direta e regular ao longo de todo o ano entre a capital do Paraguai e o aeroporto do Rio. A rota terá três frequências semanais, às segundas, sextas e domingos. A informação divulgada aponta que a operação é parte de um serviço com origem no Aeroporto Jorge Newbery, em Buenos Aires, segundo o Aviacionline, em relato reproduzido pelo setor. O voo inaugural foi operado por um Airbus A320, matrícula LV-JQE. A aeronave decolou do Aeroporto Internacional Silvio Pettirossi pouco depois das 8h30 (horário local), com mais de 180 passageiros a bordo, e fez o trajeto até o Rio em 2 horas e 20 minutos. Na rota, a JetSMART diz que vai usar aviões Airbus A320 e A321, com expectativa de transportar mais de 46 mil passageiros no primeiro ano. A gerente comercial de Mercados Internacionais e Desenvolvimento Regional da empresa, Verónica Marambio Álvarez, afirmou que a nova ligação faz parte da estratégia de ampliar a conectividade regional. “Este voo inaugural entre Assunção e Rio de Janeiro representa muito mais do que uma nova rota: é um exemplo concreto de como continuamos a expandir a conectividade regional com um modelo eficiente, acessível e sustentável”. “Seguimos aproximando as oportunidades de viagem de mais pessoas, com um modelo que oferece voos diretos, tarifas competitivas e operações confiáveis”, acrescentou Álvarez. A abertura da rota acontece em um período de expansão da companhia. A JetSMART informa ter chegado a 50 aeronaves e passado a atender mais de 50 destinos em nove países da América do Sul no último ano. No Paraguai, a empresa opera desde novembro de 2022 e diz já ter transportado mais de 171 mil passageiros, mantendo também voos regulares entre Assunção e Buenos Aires. A companhia também cita um pedido firme junto à Airbus para alcançar 120 aeronaves até 2031 e a integração a uma aliança com a American Airlines, com acúmulo e resgate de milhas no AAdvantage. Para a nova rota com destino ao Brasil, as passagens aparecem a partir de US$ 70 (cerca de R$ 376) por trecho, mais taxas, ou por resgate a partir de 10 mil milhas. Receba notícias no WhatsApp e e-mail Source link

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Open Air Brasil volta ao Rio em 2026 e ocupa o Jockey Club com “telona” de 325 m²

Foto: Alexandre Woloch O Open Air Brasil está de volta ao Rio de Janeiro em 2026. A produtora D+3 Produções confirmou que o evento acontece de 24 de março a 5 de abril, no Jockey Club Brasileiro, na Gávea, marcando o retorno do projeto à capital fluminense após três anos. As informações são do portal Meio & Mensagem. A marca registrada continua a mesma: filmes exibidos ao ar livre em uma tela gigante de 325 m² — a produção compara o tamanho ao de uma quadra de tênis e a altura à de um prédio de quatro andares. A temporada no Rio tem patrocínio do Nubank. O projeto se define como o maior evento de cinema a céu aberto do mundo. No Rio, não era realizado desde 2023. Em São Paulo, a última passagem havia sido em 2022. Agora, a organização também já confirmou que a experiência vai passar pela capital paulista no segundo semestre de 2026, ainda sem datas e local divulgados. Antes de retornar às duas capitais, o Open Air rodou por Brasília e Salvador em 2025, com público somado na casa de 40 mil pessoas, segundo a divulgação do evento. A produção lembra ainda que o projeto já teve edições fora do país, em Lisboa e Madri. Além do Open Air, a D+3 também vem ampliando o alcance do Cinema Inflável, que no ano passado saiu do Rio de Janeiro e chegou aos arredores de Brasília e ao Recôncavo Baiano, levando sessões para outras regiões. ServiçoOpen Air Brasil — Rio de Janeiro 2026Data: 24 de março a 5 de abril de 2026Local: Jockey Club Brasileiro — Gávea (Rio de Janeiro) Receba notícias no WhatsApp e e-mail Source link

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Base Exchange prevê nova bolsa até 2027 e promete “tarifas mais justas” para quebrar monopólio da B3

A Base Exchange, controlada pelo fundo soberano Mubadala, planeja lançar uma nova bolsa de ações à vista no Brasil até o fim de 2026 ou, no mais tardar, no início de 2027. A iniciativa pretende romper o monopólio da B3, apostando em estrutura enxuta, tecnologia própria e um modelo de custos mais baixo para investidores e corretoras. Em entrevista ao Estadão/Broadcast, o CEO da companhia, Claudio Pracownik, afirmou que a Comissão de Valores Mobiliários (CVM) já concluiu o período de testes e que a avaliação técnica do Banco Central deve começar após o Carnaval. Como a Base pretende operar com clearing própria, o aval do BC é etapa decisiva para a autorização final. Segundo Pracownik, o cronograma ainda depende dos reguladores. “Meu cronograma prevê o primeiro trading no final de 2026. Se não for possível, será no início de 2027”, disse. Ele afirma que integrações tecnológicas e adesão de corretoras só podem ocorrer depois da autorização formal. A aposta da Base é reduzir o custo total das operações, mas sem vender a ideia de guerra de preços. “Vamos ter tarifas mais justas”, afirmou o executivo. A estratégia inclui chamadas de margem mais racionais e liberação mais rápida de garantias, o que, segundo ele, reduz custos implícitos para o mercado. Pracownik cita experiências internacionais em que a entrada de uma segunda bolsa levou a aumento de 20% a 25% no volume negociado e redução de até 30% no custo implícito das operações. Para ele, a concorrência aumenta a segurança e a liquidez, especialmente para investidores estrangeiros. A Base pretende iniciar as operações com o mercado à vista, incluindo ações, aluguel de ativos, cotas de FIIs, ETFs e BDRs. O mercado de futuros e derivativos deve ficar para uma segunda etapa, após a bolsa já estar em funcionamento, para não atrasar o processo regulatório. Com tecnologia em nuvem e sistemas próprios, o CEO afirma que a empresa terá custos operacionais menores. “Temos menos pessoas, menos provedores, não temos CPD próprio nem estruturas caras. Isso nos dá mais escala e eficiência”, afirmou. O executivo também avalia que o setor pode passar por um processo de consolidação nos próximos anos. “Temos potencial para ser consolidador porque temos um acionista relevante. Se isso vai acontecer, é decisão do conselho e do controlador”, disse, sem cravar movimentos de fusão. A Base Exchange não pretende, ao menos neste momento, operar criptoativos. Segundo Pracownik, são mercados com fundamentos e perfis distintos, embora a infraestrutura de blockchain possa ser aproveitada no futuro, especialmente em áreas como custódia e registro. A expectativa interna é que, após o início das operações, a empresa atinja o ponto de equilíbrio em cerca de um ano ou um ano e meio. O retorno ao investidor viria em um horizonte mais longo, condicionado ao crescimento do mercado e à adesão dos participantes. Para Pracownik, o mercado brasileiro ainda privilegia excessivamente a segurança em detrimento da inovação. “O Brasil é muito seguro, mas pouco inovador. Em crises, isso ajuda. Em momentos de crescimento, faz o país ficar para trás”, afirmou, defendendo um equilíbrio maior entre regulação, eficiência e estímulo ao mercado. Receba notícias no WhatsApp e e-mail Source link

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Rio entra em nível 3 de calor e prefeitura reforça alerta para riscos à saúde

Frequentadores se refrescam na Praia do Flamengo durante semana com alerta de calor extremo – Foto: Fernando Frazão/Agência Brasil O calor apertou de vez no Rio de Janeiro. Na manhã deste sábado (10), às 11h30, a cidade entrou no nível 3 do Protocolo de Calor, segundo a Prefeitura, indicando índices elevados de temperatura que devem persistir por pelo menos três dias consecutivos. O Calor 3 caracteriza-se quando há registro de índices de calor alto (36ºC a 40ºC) com previsão de permanência ou aumento por, ao menos, três dias consecutivos. Embora ainda não seja o nível mais crítico do protocolo, o cenário já exige atenção redobrada da população, especialmente nos horários de maior incidência solar, das 10h às 16h. De acordo com o Sistema Alerta Rio, o tempo permanece estável ao longo do dia, com céu claro a parcialmente nublado e sem chuva. Os ventos estarão moderados, com possibilidade de rajadas de ventos fortes. As temperaturas seguem elevadas, com máxima de 39°C. O nível 3 antecede os dois estágios mais graves do Protocolo de Calor, mas já representa um risco à saúde, sobretudo para idosos, crianças, pessoas com doenças crônicas e quem trabalha ou pratica atividades ao ar livre. Mesmo com a elevação do alerta térmico, a Prefeitura informou que não houve mudança no estágio operacional da cidade, que segue em Estágio 1. Recomendações da Prefeitura durante o calor intenso Diante do cenário, a orientação é adotar cuidados simples, mas essenciais, para reduzir os efeitos do estresse térmico: Aumentar a ingestão de água e sucos naturais, mesmo sem sentir sede; Priorizar alimentos leves, como frutas, saladas e refeições frias; Usar roupas leves e frescas; Evitar bebidas alcoólicas e com alto teor de açúcar; Reduzir a exposição direta ao sol, especialmente entre 10h e 16h; Utilizar protetor solar para prevenir queimaduras e danos à pele; Proteger crianças com chapéus ou bonés de abas largas; Procurar uma unidade municipal de saúde em caso de tontura, mal-estar ou outros sintomas relacionados ao calor. Receba notícias no WhatsApp e e-mail Source link

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Calendário preliminar de megablocos do Rio traz Fervo da Lud, Anitta, Monobloco e clássicos do carnaval

O carnaval de rua do Rio de Janeiro já começa a esquentar e promete agitar o Centro da cidade nas próximas semanas. Dez megablocos estão previstos para desfilar pelo Circuito Preta Gil, na Rua Primeiro de Março, principal palco dos grandes blocos que atraem centenas de milhares de foliões. Entre os nomes confirmados, estão tradicionais como o Cordão da Bola Preta, além de blocos comandados por artistas como Anitta, Ludmilla e Lexa. Também fazem parte do circuito grupos que misturam ritmos e diversidade, como o Chá da Alice e o SeráQAbre?, que em 2025 estreou na Rua Primeiro de Março e atraiu multidões ao som de Pabllo Vittar e Juliette. O desfile dos megablocos exige atenção redobrada do público e das autoridades, já que o fluxo de foliões costuma lotar as ruas, impactando trânsito, segurança e serviços públicos na região. O tradicional Cordão do Boitatá, que antes desfilava no pré-carnaval pelas ruas do Centro e na Praça XV, entra oficialmente no circuito em 2026. Com bateria, orquestra de sopros e a irreverência que marca sua história, o bloco promete animar os foliões e reforçar a festa no Circuito Preta Gil. Calendário preliminar dos megablocos no Rio de Janeiro: Janeiro 24/01 – Chá da Alice 25/01 – Bloco da Lexa 31/01 – Bloco da Gold Fevereiro 01/02 – SeráQAbre? 07/02 – Bloco da Favorita 08/02 – Cordão do Boitatá 14/02 – Cordão da Bola Preta 15/02 – Cordão do Boitatá 17/02 – Fervo da Lud 21/02 – Bloco da Anitta 22/02 – Monobloco Receba notícias no WhatsApp e e-mail Source link

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Casa Firjan abre 2026 com dois fins de semana de música, tecnologia e literatura gratuitas

Verão na Casa Firjan / Divulgação A Casa Firjan, em Botafogo, começa 2026 com uma programação especial de experiências gratuitas que misturam arte, tecnologia, música e literatura. O evento “Verão na Casa 2026” acontece neste sábado (10), amanhã e no próximo fim de semana, oferecendo atividades para quem quer explorar o futuro de maneira interativa e criativa. Quem visitar o espaço poderá participar de instalações imersivas, jogos, sessões de cinema e rodas de conversa literárias. Entre os destaques está a Anima.AI, instalação que reage em tempo real aos movimentos do público, e o Painel de Fitas, onde os visitantes registram suas percepções sobre o amanhã. No palco, nomes como Tuyo, Brisa Flow, Fuz Aka e Jéssica Caitano se apresentam ao longo dos quatro dias, trazendo música e energia para a programação. As rodas de conversa vão explorar a literatura especulativa como ferramenta para discutir transformações sociais, com a presença de escritores, editores e pensadores do setor cultural. Nos jardins da Casa Firjan, os visitantes também encontram uma feira gastronômica com produtores locais, unindo arte, tecnologia e sabores em uma experiência completa. O evento acontece das 15h às 20h, com entrada gratuita, na Rua Guilhermina Guinle 211, Botafogo. A programação completa está disponível no site casafirjan.com.br. Receba notícias no WhatsApp e e-mail Source link

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Praia no Rio vira artigo de luxo: preços abusivos levam Paes a cogitar tabelamento na orla carioca

Foto Phillipe Liima A imagem clássica de curtir um dia de sol na orla do Rio está ficando cada vez mais distante — pelo menos para o bolso. Em pleno verão, relaxar na praia virou um programa caro, tanto para turistas quanto para cariocas. Segundo levantamento do jornal O Globo, o aluguel diário de uma espreguiçadeira já chega a R$ 100, enquanto, em áreas mais disputadas da Zona Sul, um sofá pode custar até R$ 850 por dia. Diante da avalanche de reclamações sobre valores considerados abusivos, o prefeito Eduardo Paes (PSD) afirmou, em publicação nas redes sociais neste sábado (10), que a prefeitura estuda a possibilidade de tabelar os preços cobrados por comerciantes nas praias cariocas. De acordo com Paes, todas as atividades econômicas realizadas na orla funcionam por meio de permissão ou concessão municipal, o que abre espaço para algum nível de regulação. “Temos visto um enorme abuso nos preços exorbitantes praticados por alguns desses comerciantes neste verão”, escreveu o prefeito. Ele informou ainda que determinou que as secretarias de Ordem Pública e de Defesa do Consumidor iniciem estudos para avaliar a viabilidade do tabelamento. A discussão ganhou ainda mais força após Paes compartilhar uma imagem enviada pelo vereador Flávio Valle (PSD) mostrando o modelo adotado nas praias de Tel Aviv, em Israel, onde os preços de serviços semelhantes são regulados. Para o prefeito, a comparação faz sentido, já que outros serviços sob concessão municipal, como os táxis, também operam com tarifas definidas pelo poder público. “Em geral, prefiro deixar o livre mercado funcionar, mas diante do que temos visto, alguma ação terá que ser tomada”, declarou Paes. Imagem de Tel Aviv publicada pelo prefeito traz aviso sobre preços fixos para comida e bebidas nas praias: “Confira o cardápio municipal fixo nos quiosques e restaurantes”. – Foto: Reprodução / Redes sociais. Reclamações pipocam nas redes Nos comentários da publicação, cariocas relataram situações que viraram rotina nas praias do Rio. “Me cobrar R$ 9 em uma água é esculacho demais!”, escreveu uma usuária. Outro internauta desabafou: “Os preços mudam conforme a quantidade de gente na praia. Toda vez é a mesma história com o barraqueiro. Se está difícil para o carioca, imagina para o turista”. Também houve queixas sobre outros custos associados ao lazer na orla. “Tem que fiscalizar os flanelinhas também. Está inviável estacionar perto da praia”, comentou um morador. Para muitos, o sentimento é de frustração: “Antigamente, ir à praia no Rio era um programa maravilhoso. Hoje, virou um aborrecimento”. Receba notícias no WhatsApp e e-mail Source link

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Volta do serviço 24h elevou eficiência do Disque Denúncia em 2025

Imagem meramente ilustrativa da central de atendimento do Disque Denúncia – Foto: Divulgação Em 2025, foram realizadas mais de 135 mil denúncias sobre os mais variados tipos de crimes no território fluminense, segundo um levantamento divulgado pelo Disque Denúncia. Na comparação com 2024, a aumento ultrapassou 45%, graças à retomando do serviço 24 horas em parceria com a Prefeitura do Rio naquele ano. Segundo o balanço, 1.816 criminosos foram presos ou autuados. Mais de 17 mil munições foram retiradas das mãos de criminosos. À radio Tupi, o presidente do Disque Denúncia, Renato Almeida, ressaltou a importância do serviço para a segurança pública fluminense, evidenciada pelos resultados: “Foram mais de 1.816 criminosos presos, mais de 10 toneladas de drogas apreendidas e 369 fuzis também apreendidos, além de outras 913 armas, 6,7 toneladas de barricadas retiradas”, enumerou Almeida, acrescentando que o Disque Denúncia Mulher registou mais de 1.390 denúncias, e o programa Linha Verde, contra crimes ambientais, somou quase 30 mil denúncias em 2025. Renato Almeida atribuiu os bons resultados à volta do serviço 24 horas, “fundamental” para “colocar o Disque Denúncia em um local de destaque em apoio à segurança pública”. Quanto à prisão de foragidos do sistema prisional, o programa Procurados do Disque Denúncia permitiu a detenção de 355 foragidos. As denúncias sobre desaparecidos chegaram a 428 casos em 2025, cerca de 48% a mais do que no ano anterior. O presidente do Disque Denúncia destacou que o combate aos crimes cometidos contra as mulheres também apresentou bons resultados, uma vez que os denunciantes se beneficiam do anonimato. Somente no ano passado, o Disque Denúncia Mulher somou 1.390 denúncias, das quais 81 foram sobre o descumprimento de medidas protetivas e 565 sobre casos de estupro. O Linha Verde, por sua vez, registrou 29.973 denúncias, 30% a mais do que em 2024. Em 2025, 700 animais silvestres foram resgatados de cativeiros. O programa Cidades, em parceria com o Rio de Janeiro, Angra dos Reis, Paraty, Maricá e Niterói, somaram mais de 71 mil denúncias sobre ações criminosas. Receba notícias no WhatsApp e e-mail Source link

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