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Conta de luz da Enel Rio muda layout a partir de 3 de janeiro e promete leitura mais fácil

A conta de energia da Enel Distribuição Rio vai ganhar um novo visual a partir de janeiro. Segundo a empresa, os clientes da área de concessão no estado começam a receber a fatura com layout mais moderno a partir de 3 de janeiro, com informações reorganizadas para facilitar a leitura e o entendimento. A principal mudança está no topo da conta. O trecho superior passa a concentrar os avisos e dados considerados prioritários para o consumidor, como alertas de atraso, possibilidade de corte por falta de pagamento e outros recados. A ideia, diz a distribuidora, é deixar a comunicação mais direta e fazer o cliente localizar o que interessa sem ter que “caçar” na página. Um exemplo que a empresa usa para justificar o novo desenho é o aviso de conta vencida do mês anterior. Antes, a informação ficava na parte de baixo. Agora, vai para o alto e aparece em destaque, depois de uma pesquisa com clientes sobre o que eles consideram mais importante na fatura. A Enel afirma que pediu aos entrevistados que colocassem, em ordem, as informações que mais interessavam. Também fez workshops com equipes que lidam com o público, como estagiários, atendentes de lojas e do call center, além de conselhos de consumidores e colaboradores. Com isso, a empresa diz que ajustou a fatura para aproximar o formato do que o cliente espera. Entre os pontos anunciados estão: destaque maior para o “Total a pagar”; consumo em kWh também em evidência; letras maiores, para facilitar a leitura; indicação de como a conta foi faturada (por média, mínimo ou leitura); canal de atendimento para parcelamento já indicado no alerta de contas vencidas; organização mais clara dos blocos de informação. O novo modelo mantém um campo reservado com QR Code para pagamento via Pix. Outras formas de pagamento seguem disponíveis, como débito automático, internet banking, bancos, postos autorizados, caixas eletrônicos e lotéricas. A distribuidora diz que vai avisar sobre a mudança por redes sociais, banner no site, materiais nas lojas, e-mail marketing, WhatsApp e SMS. Em janeiro, a conta com o novo layout será entregue em versão impressa durante a visita mensal do leiturista. A empresa afirma que pretende levar o mesmo modelo para a versão online no futuro, para envio por e-mail. As informações que já costumam aparecer na fatura seguem presentes, incluindo o “Resumo da sua conta”, com itens como impostos e custos de geração e distribuição. Receba notícias no WhatsApp e e-mail Source link

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Quando o poder não morava nos palácios: o Rio que se organizava no olhar, na fé e na rua

Imagem noturna da Rua do Ouvidor vista da Prineiro de Março, no dia 08 de Setembro de 1937 – ao fundo, iluminada, a Igrdja de Nossa Senhora da Lapa dos Mercadores / Foto: Acervo Irmandade dos Mercadores Há uma ideia persistente — e equivocada — de que o poder no Rio de Janeiro sempre esteve concentrado nos palácios, nos cargos, nas repartições e nos grandes edifícios oficiais. Essa leitura, confortável e linear, ignora algo fundamental: por muito tempo, o poder na cidade não se exercia apenas onde se mandava, mas onde se via, onde se reconhecia e onde se pertencia. É nesse ponto que duas obras aparentemente distantes no tempo e na forma se encontram de maneira surpreendente e inédita. De um lado, Memórias da Rua do Ouvidor, de Joaquim Manuel de Macedo, um livro escrito no século XIX, em tom de crônica urbana, atento ao cotidiano, ao comentário e ao olhar da cidade. De outro, a pesquisa histórica de Beatriz Catão Cruz Santos, que investiga o Rio colonial a partir de suas irmandades, ofícios, petições e práticas religiosas, revelando como a cidade se organizava simbolicamente muito antes de se organizar plenamente como Estado moderno. Lidos em conjunto — algo raramente feito —, Macedo e Beatriz Catão revelam um mesmo Rio por ângulos diferentes: uma cidade onde o poder era público, relacional e visível, exercido tanto nos ritos da fé quanto no simples ato de circular pela rua. Beatriz Catão demonstra que, no Rio colonial, existir socialmente significava pertencer. Pertencer a uma irmandade, a um ofício, a uma confraria. A cidade se estruturava menos por documentos abstratos e mais por redes concretas de reconhecimento: quem podia usar determinada opa, quem caminhava em qual procissão, quem tinha direito a determinado lugar na igreja, quem podia peticionar às autoridades em nome de um corpo coletivo. A fé católica não era apenas devoção íntima; era linguagem pública de hierarquia, proteção e identidade. Já Macedo observa esse mesmo mundo depois que ele desce definitivamente para a rua. Em suas páginas, o que organiza a cidade não são apenas cargos ou títulos, mas o olhar coletivo. Quem é visto. Quem é comentado. Quem passa despercebido. A Rua do Ouvidor — e, por extensão, o Centro do Rio — surge como um espaço onde reputações se constroem, onde o poder se manifesta de forma difusa, muitas vezes silenciosa, mas extremamente eficaz. O que torna essa leitura cruzada inédita é perceber que a rua é o elo entre essas duas dimensões. É na rua que o pertencimento descrito por Beatriz Catão se torna visível. É na rua que o irmão de uma irmandade é reconhecido pelo hábito, pelo modo de andar, pelo respeito que inspira. É na rua que o artesão, o mercador, o devoto e o homem livre pobre se afirmam diante da cidade. E é também na rua que esse mesmo homem pode ser julgado, vigiado ou silenciado. Macedo narra episódios aparentemente banais — uma ronda de olhares, um comentário insistente, uma presença que se repete —, mas que, à luz da pesquisa histórica, revelam um mecanismo profundo: o poder urbano não precisava falar alto para ser exercido. Bastava ser visto. Bastava ser reconhecido. Bastava circular. Essa cidade do olhar convivia naturalmente com a cidade da fé. Procissões, festas religiosas, missas solenes e devoções públicas não interrompiam o cotidiano urbano — elas o estruturavam. O mesmo espaço que, em determinado momento, abrigava o burburinho comercial ou o comentário mundano, em outro se transformava em caminho sagrado, em extensão do templo, em lugar de silêncio ritual. O Centro do Rio sempre foi, ao mesmo tempo, profano e devoto, cotidiano e solene. A originalidade dessa leitura está em perceber que não houve uma ruptura entre o Rio religioso e o Rio urbano. Houve continuidade. As irmandades estudadas por Beatriz Catão não existiam à margem da rua; existiam na rua. E a Rua do Ouvidor descrita por Macedo não era um espaço dissoluto separado da moral; era um espaço onde a moral era constantemente testada, negociada e reafirmada. Nesse Rio antigo, o poder não precisava de grandes edifícios para se impor. Ele se manifestava na precedência da procissão, no lugar ocupado no banco da igreja, no respeito silencioso ao passar de alguém conhecido, no comentário que se espalhava com rapidez impressionante. Era um poder sem centro fixo, mas com enorme capacidade de organização social. Talvez seja por isso que o Centro Histórico do Rio conserve, ainda hoje, uma força simbólica tão particular. Não é apenas memória arquitetônica. É memória de uso, de circulação, de reconhecimento. É ali que a cidade aprendeu, desde cedo, que viver em sociedade não é apenas obedecer a leis, mas habitar um espaço comum onde todos se veem. Ao colocar lado a lado Joaquim Manuel de Macedo e Beatriz Catão, não estamos apenas cruzando literatura e história. Estamos recuperando uma forma antiga — e profundamente carioca — de entender o poder: não como algo distante e abstrato, mas como algo que se constrói diariamente no encontro entre fé, rua e olhar. E talvez essa seja uma das lições mais atuais do Rio antigo: cidades sobrevivem não apenas quando são administradas, mas quando continuam sendo vividas, reconhecidas e compartilhadas. Receba notícias no WhatsApp e e-mail Source link

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Corpo de Bombeiros usará drones e alto-falantes para prevenir banhos noturnos nas praias no Réveillon

O Corpo de Bombeiros desaconselha a prática do mergulho noturno devido ao risco elevado de afogamentos Advertisement Receba notícias no WhatsApp e e-mail Foto: Reprodução/TV Globo O Corpo de Bombeiros do Rio de Janeiro vai utilizar 13 drones equipados com alto-falantes durante o réveillon para emitir alertas sobre os riscos do banho noturno nas praias. Apesar dos riscos, a prática tem sido frequente durante a atual onda de calor. O Corpo de Bombeiros desaconselha a prática do mergulho noturno por conta do risco elevado de afogamentos, alertando os banhistas sobre a segurança nas águas noturnas. Cerca de 1.500 bombeiros, 360 viaturas de salvamento e combate a incêndio, ambulâncias, drones, helicópteros e motos estarão em operação no RJ durante a virada do ano, reforçando a segurança e o atendimento à população. Receba notícias no WhatsApp e e-mail Jornalista, radialista e produtora de conteúdo, apaixonada por cultura, turismo e pelo Rio Source link

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De 16/1 a 8/2, mais de 50 locais do RJ recebem atividades do Sesc Verão 2026

Divulgação De 16 de janeiro a 8 de fevereiro, 25 cidades do Rio de Janeiro recebem a programação do Sesc Verão 2026, com muito lazer, recreação, esportes e shows. Ao todo, serão mais de 50 espaços públicos e de parceiros, de praias a praças, parques e shopping centers, além de unidades do Sesc. Todas as atividades são gratuitas. Em sua 8ª edição, no Sesc Verão o público poderá participar de competições e oficinas esportivas, com a participação de atletas de diversas modalidades. Além disso, cariocas, fluminenses e visitantes poderão assistir a shows com grandes nomes da música. A programação do Sesc também inclui atividades temáticas relacionadas ao verão, como jogos e brincadeiras. O público também terá acesso a ações promocionais de saúde, iniciativas de assistência social e atividades de preservação ambiental. Na Região Metropolitana fluminense, o evento acontecerá na capital, Niterói, São Gonçalo, Maricá, Duque de Caxias, São João de Meriti e Nova Iguaçu. No Norte Fluminense, as atividades serão realizadas nos municípios de Campos dos Goytacazes, Macaé, São João da Barra, São Francisco do Itabapoana e Conceição de Macabu e Quissamã. Na Região dos Lagos, o Sesc Verão contemplará o público de Cabo Frio, Rio das Ostras e Casimiro de Abreu. Já Região Serrana, terá a sua programação realizada nas cidades de Petrópolis, Teresópolis e Nova Friburgo. No Centro-Sul Fluminense, o projeto estará em Barra Mansa, Três Rios e Valença. E por fim, na Costa Verde, o Sesc Verão será realizado em Angra dos Reis, Mangaratiba e Paraty. O evento é uma realização do Sesc RJ, com apoio das prefeituras e dos sindicatos varejistas. Cidades* do RJ que vão receber o Sesc Verão 2026Período: 16 de janeiro a 8 de fevereiro*Localidades e datas sujeitas a alteração Angra dos ReisEspaços: Praia do Anil, Praça de Skate, Praia Grande e Praia da RibeirinhaDatas: 07 e 08/fev________________________________________Barra MansaEspaço: Sesc Barra MansaDatas: janeiro a fevereiro________________________________________Cabo FrioEspaço: Sesc Cabo FrioDatas: janeiro a fevereiroEspaço: Praia do ForteDatas: 30 e 31/jan________________________________________Campos dos GoytacazesEspaço: Farol São ToméDatas: 16, 17, 18, 23, 24, 25, 30 e 31/jan | 01, 06, 07 e 08/fevEspaço: Sesc CamposData: janeiro a fevereiro________________________________________Casimiro de AbreuEspaço: Praião – Barra de São JoãoDatas: 17, 18, 24, 25 e 31/jan | 01/fev________________________________________Conceição de MacabuEspaço: Praça Central Bonifácio TassaraDatas: 06, 07 e 08/fev________________________________________Duque de CaxiasEspaços: Praça do Pacificador e Teatro Raul CortezDatas: 06 e 07/fevEspaço: Sesc Duque de CaxiasData: janeiro a fevereiro________________________________________MacaéEspaços: Praia Campista, Praia dos Cavaleiros e Praia do PecadoDatas: 23, 24, 25, 30 e 31/jan | 01, 06, 07 e 08/fev________________________________________MangaratibaEspaço: Praia de Conceição de JacareíDatas: 31/jan e 01/fev________________________________________MaricáEspaços: Parque NanciDatas: 23, 24 e 25/jan________________________________________NiteróiEspaço: Praia de IcaraíDatas: 07 e 08/fevEspaço: Sesc NiteróiData: janeiro a fevereiro________________________________________Nova FriburgoEspaço: Sesc Nova FriburgoData: janeiro a fevereiro________________________________________Nova IguaçuEspaço: Sesc Nova IguaçuData: janeiro a fevereiro________________________________________ParatyEspaços: Praia do Jabaquara e Praia do PontalDatas: 24 e 25/jan________________________________________PetrópolisEspaços: Centro Cultural Sesc Quitandinha e Hotel Parque Sesc NogueiraDatas: janeiro a fevereiro________________________________________QuissamãEspaço: a definirData: 07 e 08/fev________________________________________Rio das OstrasEspaços: Praia Costa Azul, Camping e Praia do CentroDatas: 15 a 18, 22 a 25 e 29 a 31/jan | 01 e 05 a 08/fev________________________________________Rio de JaneiroEspaço: Park Shopping Campo GrandeDatas: 17, 18, 24 e 25/janEvento: Corrida de São SebastiãoData: 20/janEspaços: Sesc Tijuca, Sesc Ramos, Sesc Madureira I e II, Sesc Cocotá – Biblioteca Euclides da Cunha (Ilha do Governador), Sesc Fazendinha (Penha) e Retiro dos ArtistasData: janeiro a fevereiro________________________________________São Francisco do ItabapoanaEspaço: Praia Santa ClaraDatas: 24 e 25/jan | 07 e 08/fev________________________________________São GonçaloEspaço: Parque RJ (antigo Piscinão)Datas: 06, 07 e 08/fevEspaço: Sesc São GonçaloData: janeiro a fevereiro________________________________________São João da BarraEspaço: São João da BarraDatas: 17, 18, 24, 25 e 31/jan | 01, 07 e 08/fevEspaço: Sesc Grussaí, Praia, Reserva Caruara, Lagoa Iquipari e Balneário de AtafonaData: janeiro a fevereiro________________________________________São João de MeritiEspaço: Vila Olímpica São JoãoDatas: 31/jan | 01, 07 e 08/fevEspaço: Sesc São João de MeritiData: janeiro a fevereiro________________________________________TeresópolisEspaço: ParnasoDatas: 31/jan e 01/fevEspaço: Praça OlímpicaDatas: 06 e 07/fevEspaços: Sesc Teresópolis e Hotel Sesc AlpinaData: janeiro a fevereiro________________________________________Três RiosEspaço: HortoDatas: 24 e 25/janEspaço: Beira RioDatas: 31/jan e 01/fevEspaço: Sesc Três RiosDatas: janeiro e fevereiro________________________________________ValençaEspaço: Praça Juscelino KubitschekDatas: a definir Receba notícias no WhatsApp e e-mail Source link

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O cargo que ajudou a administrar o Rio por séculos — e quase ninguém conhece

Durante séculos, grande parte da vida religiosa do Rio de Janeiro não foi administrada diretamente pelo clero. Igrejas, hospitais, irmandades, ordens terceiras e instituições assistenciais funcionavam graças a uma engrenagem menos visível, mas absolutamente decisiva: a dos leigos que governavam o sagrado a partir de cargos como o de provedor. Hoje, para a maioria dos cariocas — inclusive muitos católicos praticantes — esse título soa vago, quase decorativo. No passado, porém, ele concentrava responsabilidades, poder e prestígio que moldaram profundamente a cidade. No Rio colonial e imperial, o provedor era, na prática, o responsável máximo pela vida material e institucional de confrarias e irmandades, numa época em que elas tinham papel primordial na vida da cidade. Não celebrava missas nem administrava sacramentos, mas cuidava de tudo aquilo que permitia que a vida religiosa existisse: bens, rendas, obras, contratos, funcionários, enterramentos, hospitais, capelas, contas e representação pública. Era ele quem assinava documentos, respondia judicialmente, negociava com autoridades civis e eclesiásticas e zelava pela reputação da instituição. Esse modelo vinha da tradição portuguesa e se enraizou profundamente na cidade. O catolicismo vivido no Rio nunca foi apenas clerical. Ele foi também administrado, financiado e governado por leigos, organizados em irmandades e ordens que atravessaram séculos. Instituições como a Santa Casa da Misericórdia do Rio de Janeiro ou o velho Hospital de São Francisco da Penitência na Tijuca, mas também cemitérios, escolas, educandários, orfanatos, de inúmeras confrarias e irmandades menos conhecidas, funcionavam como verdadeiras empresas morais da cidade, e o provedor era o seu principal executivo. “Consistório” (Sala de Reuniões de Diretoria) da Santa Casa da Misericórdia do Rio, uma das mais antigas Irmandades do país / Foto: DIÁRIO DO RIO Não se tratava, portanto, de um cargo simbólico ou meramente honorífico. Para ser provedor — função eletiva entre os irmãos, mas em geral chancelada pela autoridade episcopal — era necessário reunir prestígio social, idoneidade moral e capacidade administrativa, além de, muitas vezes, recursos financeiros próprios. Não era incomum que esses homens respondessem com seus bens pessoais por dívidas ou compromissos assumidos pela instituição, o que tornava o posto reservado a figuras de reconhecida solidez pública. Um exemplo emblemático foi José Clemente Pereira, que exerceu o cargo na Santa Casa ao mesmo tempo em que ocupava posições centrais na vida política do Império. Como ele, comerciantes influentes, grandes proprietários e homens públicos assumiram a provedoria não como título decorativo, mas como ofício de responsabilidade real, situado numa zona singular entre o mundo eclesiástico e a hierarquia urbana. Ser provedor significava administrar o temporal da instituição — seus bens, obras e compromissos — e, ao mesmo tempo, ocupar um lugar de destaque na estrutura social da cidade. Ao longo do tempo, esses homens regeram hospitais, igrejas, cemitérios, capelas e obras de caridade que estruturaram o cotidiano da cidade. Foram eles que garantiram o funcionamento de espaços fundamentais da vida carioca: o cuidado com os doentes, o amparo aos pobres, os funerais, as festas religiosas, a manutenção de templos e a continuidade de tradições que ainda hoje definem a paisagem do Centro do Rio. Grande parte do que se entende como “patrimônio religioso” da cidade passou, direta ou indiretamente, pelas mãos de provedores leigos. Com as transformações do século XX — a profissionalização do Estado, a secularização de serviços e a perda de protagonismo das irmandades — o cargo de provedor foi sendo progressivamente esvaziado de muitas das suas funções originais. Em muitos casos, o título permaneceu, mas sem o poder real que um dia teve, e com menos representatividade perante a sociedade civil. A figura que antes concentrava administração, representação e autoridade moral tornou-se, em algumas instituições, mais cerimonial do que decisória, e em outras mantém ainda o poder centralizado, mas num mundo em que estas organizações não tem mais o mesmo protagonismo. Ainda assim, o provedor nunca desapareceu por completo. As irmandades continuam existindo – no Rio são quase 60 – , muitas delas com séculos de história, e seguem desempenhando um papel por vezes mais discreto, porém relevante, na vida religiosa e cultural da cidade. Elas ainda mantém educandários de renome como o da Misericórdia ou o Gonçalves de Araújo (da Irmandade da Candelária), hospitais e asilos. Nos últimos anos, esse universo tem experimentado um renascimento silencioso, impulsionado pela revitalização do Centro do Rio, pelo interesse crescente no patrimônio histórico e pela redescoberta de tradições que pareciam condenadas ao esquecimento: além disso, estas entidades ainda têm milhares de imóveis pela cidade, e vêm profissionalizando suas administrações nos últimos 5 anos. Um dos exemplos mais eloquentes dessa engrenagem administrativa foi a Roda dos Expostos, instalada e mantida por séculos pela Irmandade da Misericórdia, tanto no Centro como no Flamengo. Por meio desse mecanismo — uma abertura giratória discreta, voltada para a rua — milhares de recém-nascidos abandonados foram acolhidos anonimamente, registrados, alimentados, educados pelas Freiras Vicentinas e, em muitos casos, encaminhados para ofícios e uma vida adulta integrada à cidade. Nada disso acontecia por milagre ou improviso: exigia recursos, contratos, amas de leite, professores, prédios, fiscalização e prestação de contas. Era justamente o provedor o responsável por esse complexo sistema, garantindo que a caridade se transformasse em política institucional contínua. As Casas dos Expostos não eram apenas um gesto de misericórdia; foram uma operação urbana de grande escala, que abriram as portas do mundo a milhares de órfãos — e que só existiu porque havia quem administrasse, com rigor e responsabilidade, tudo aquilo que tornava possível cuidar da vida fora do altar. Nesse contexto, cargos como o de provedor voltam a ganhar sentido — não mais com o poder quase absoluto do passado, mas como elo entre história, fé e cidade. Revisitar a figura do provedor é, portanto, revisitar um Rio que já passou, mas que ainda se reflete no presente: um Rio em que o sagrado não era apenas rezado, mas também administrado; em que a devoção caminhava lado a lado com a gestão; e em que homens leigos ajudaram a sustentar, por séculos, instituições que continuam de pé. Talvez a

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No Méier, tradicional loja de artesanato vira ponto de encontro e troca de vivências

Instagram da Botãozinho Com uma grande variedade de linhas, aviamentos, tecidos, tricô, fios, ferragens e outros materiais, a tradicional loja Botãozinho – Artes em Tecidos, que funciona no Méier, bairro da Zona Norte carioca, oferece muito mais do que produtos de qualidade para os seus clientes. No local, costurar, bordar ou crochetar são maneiras de desacelerar diante das demandas do cotidiano. O espaço, que reúne alunos com perfis diferenciados, é um cenário de convivência e, muitas vezes, de alívio de tensões e ansiedade, como destacou o site Sou Méier. A loja de artesanato conquistou muitos e fiéis clientes ao longo dos anos graças à qualidade do ensino e ao seu ambiente amistoso e acolhedor – muito característico do tradicional bairro do subúrbio do Rio de Janeiro. Entre os cursos oferecidos pela loja estão Amigurumi, Boneca de pano, Corte e costura, Costura criativa e Crochê e tricô. As aulas são ministradas ao logo do ano, com as vagas rapidamente sendo preenchidas. No local, além de aprenderem as técnicas das atividades manuais, os alunos trocam experiências, tornando-se bons profissionais e, muitas vezes, amigos. Mais do que uma loja, a Botãozinho tornou-se referência e ponto de encontro dos amantes e praticantes das artes manuais cujas vidas são transformadas pelo artesanato, pela costura e pela troca de vivências. A Botãozinho funciona de segunda à sexta-feira, das 09h às 18h; eaos sábados, das 9h às 13h. Informações sobre produtos e cursos: (21) 99741-0847 (WhatsApp) / Instagram: @botaozinhoartes A loja fica na Rua Carolina Méier, 68 – Méier. Receba notícias no WhatsApp e e-mail Source link

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Z. Oeste ganha piscina olímpica que abrirá nos fins de semana

Piscina inaugurada no Parque Oeste/ Crédito: Beth Santos (Prefeitura) do Rio Com o calorão que tem feito na Cidade Maravilhosa a inauguração da piscina olímpica do Parque Oeste Ana Gonzaga, em Inhoaíba, neste domingo (28), foi muito bem-vinda. O equipamento foi usado durante os Jogos Olímpicos e Paralímpicos Rio 2016 e amplia a oferta de esporte, lazer e inclusão social na Zona Oeste. No local serão ministradas aulas de natação e hidroginástica. As inscrições começam no dia 6 de janeiro na secretaria do parque. Foi nesta piscina que o lendário Michael Phelps se despediu das disputadas para ingressar no seleto grupo dos atletas inatingíveis. O multicampeão paralímpico brasileiro Clodoaldo Silva, o “Tubarão das Piscinas” também brilhou nas raias do equipamento aquático, que passa a integrar o cotidiano da população, reforçando a vocação do parque como espaço público multifuncional, como destacou o prefeito do Rio, Eduardo Paes, acompanhado do vice-prefeito Eduardo Cavaliere; ambos do PSD: “Hoje é um dia muito importante. Esse aqui é o último legado olímpico que faltava entregar. Nenhuma cidade que tenha realizado Jogos Olímpicos fez igual à Prefeitura do Rio. Todos os equipamentos, o Parque Radical, o Parque Rita Lee, as escolas construídas na Zona Oeste, tudo da Olimpíada foi utilizado posteriormente. Essa piscina era do Estádio Aquático da Rio 2016. A estrutura do estádio deu origem a um monte de outras coisas, e a piscina nós já tínhamos feito pensando em trazer para atender a população. E queremos formar atletas aqui. Temos muito orgulho de trazer esse legado olímpico para a Zona Oeste”, disse Eduardo Paes. Proveniente do Estádio Aquático Olímpico dos Jogos Rio 2016, a piscina olímpica conta com medidas oficiais de competição – 50 metros de comprimento e dois de profundidade -, e segue os padrões internacionais determinados para grandes eventos esportivos. A estrutura foi desmontada, transportada e reinstalada no Parque Oeste. No equipamento, administrado pela Secretaria Municipal de Esportes, serão ministradas aulas de hidroginástica (às quartas-feiras e sextas-feiras) e de natação (às terças-feiras e quintas-feiras), para turmas de diversas faixas etárias: baby (3 meses a 3 anos), infantil 1 (4 a 6 anos), infantil 2 (7 a 9 anos), infantil 3 (10 a 13 anos), adolescente (14 a 17 anos) e adulto (maiores de 18 anos). A boa notícia para esse verão de altas temperaturas é que, nos fins de semana, a piscina ficará aberta ao público como área de lazer. Haverá limitação de frequentadores, com base em normas de segurança. Por conta da profundidade da piscina, menores de 12 anos devem estar sempre acompanhados dos responsáveis. A entrada de animais é proibida, bem como a presença de objetos de vidro no entorno do equipamento. “Essa é a última entrega do legado dos Jogos Rio 2016. Vamos fazer dessa piscina como se fosse uma Vila Olímpica, com muita atividade, muita aula de natação e uma área de lazer que é importante no Parque Oeste. Essa entrega vai representar muito para essa região”, adiantou o secretário de Esportes, Guilherme Schleder. O nadador Douglas Matera, ganhador de oito medalhas de ouro em oito provas nos Jogos Parapan-Americanos Santiago 2023, comemorou a inauguração da instalação da piscina, onde o seu irmão, Thomaz, competiu nos Jogos Paralímpicos Rio 2016, servindo-lhe como inspiração: “Estava na arquibancada na Rio 2016 vendo o meu irmão num clima espetacular em que a população do Rio abraçou os Jogos Paralímpicos. No final daquele ano ele me chamou para voltar a competir. Essa é uma piscina modular, então ela foi desmontada e trazida para o parque. Muito bom poder comemorar esse legado, essa piscina de alta qualidade que vai contribuir para o desenvolvimento do esporte e para a população ter acesso a atividades físicas e qualidade de vida”, celebrou o atleta que atua no Time Rio. A pernambucana Geralda Camelo, de 45 anos, adiantou que pretende frequentar a piscina nos fins de semana. A moradora de Pedra de Guaratiba, pretende ainda levar a filha Natacha Camelo, de 9 anos, para se divertir no espaço: “Aqui é um bairro muito quente. Minha filha faz aula de natação, mas agora ela pode fazer aqui no parque, que fica mais perto de casa. Vou vir todos os fins de semana, só não vou vir durante a semana por causa do trabalho”, comentou Geralda, que mora na cidade há 28 anos. A entrega faz parte da segunda fase das obras do Parque Oeste, cujo projeto inclui ainda a implantação de um mirante, espaço ecumênico e chuveiro em cascata com prédio de apoio equipado com vestiários e área de refeição. As obras são conduzidas pela Empresa Municipal de Urbanização (Rio-Urbe), que está construindo um parque infantil, a base da Divisão de Elite da Guarda Municipal – Força Municipal, um prédio para os trabalhadores do parque, duas escolas públicas, além de quadras poliesportivas e quadras de areia. Ocupando uma área total de 234 mil metros quadrados, o Parque Oeste Ana Gonzaga foi inaugurado em setembro de 2024, após a conclusão da primeira fase das obras. Os aportes no equipamento ultrapassam R$ 220 milhões, representando uma das maiores intervenções urbanas recentes da região. Na primeira fase do projeto, a Prefeitura entregou a Escada das Águas Roberto Burle Marx, muito visitada pelos usuários; e um palco para a realização de eventos culturais, Nave do Conhecimento, skate park e campo de futebol Society: “Mais um equipamento entregue no Parque Oeste, que já é um sucesso e será ainda mais com esse legado olímpico fazendo parte. O parque segue avançando com obras para trazer mais lazer, segurança e educação para os moradores da região”, comentou o secretário de Infraestrutura, Wanderson Santos. O Parque Oeste Ana Gonzaga fica na Avenida Cesário de Melo. Receba notícias no WhatsApp e e-mail Source link

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‘Surubão do Arpoador’: autoridades preocupadas com repetição da orgia pública ocorrida na véspera do réveillon passado

Foto: Reprodução Um ano depois de um grupo de cerca de 15 homens ter sido flagrado fazendo sexo coletivo na Pedra do Arpoador, na Zona Sul do Rio de Janeiro, o local segue sendo usado como ponto de encontros sexuais, inclusive às vésperas de mais um réveillon. O episódio ocorrido na virada de 2024 para 2025, que ficou conhecido como “surubão do Arpoador”, viralizou nas redes sociais e ganhou repercussão nacional. As informações são do jornal O Globo. À época, a Polícia Civil abriu inquérito para apurar o caso, mas a investigação acabou arquivada por falta de identificação dos participantes. Nenhum dos envolvidos foi responsabilizado criminalmente. O encontro foi marcado através da internet. Área segue como ponto de encontros Relatos recentes indicam que os encontros continuam ocorrendo com frequência, sobretudo no início da noite. Assim que escurece, homens passam a se concentrar entre as pedras e em áreas de vegetação de difícil visualização. A movimentação tende a aumentar ao longo da noite e avançar pela madrugada. No verão, período de maior fluxo turístico na cidade, a presença de visitantes de outros estados e países se intensifica. Os encontros seguem um padrão já conhecido por frequentadores e moradores da região. Alguns homens chegam acompanhados, enquanto outros vão sozinhos e acabam encontrando parceiros ocasionais no local. Há quem participe ativamente das relações e quem apenas circule como observador. Vestígios ao amanhecer As interações ocorrem, em geral, em trechos com pouca iluminação e acesso restrito. Ao amanhecer, o cenário costuma revelar os vestígios da madrugada, como preservativos usados espalhados pelo chão, embalagens rasgadas e recipientes associados ao consumo de drogas deixados entre as rochas. Embora em menor escala, há também registros pontuais de flagrantes durante o dia, o que reforça a dificuldade de controle permanente da área. Antes mesmo da repercussão do caso no réveillon passado, a Pedra do Arpoador já era citada em guias gays disponíveis na internet como ponto de encontros sexuais entre homens. Responsabilidade e atuação das forças de segurança A fiscalização do Arpoador envolve a Guarda Municipal e a Polícia Militar. Em nota, a Guarda informou que a prática de sexo grupal ao ar livre em locais públicos pode configurar crime de ato obsceno e afirmou atuar em parceria com as polícias Militar e Civil, com possibilidade de intervenção direta em situações de flagrante. A Secretaria de Estado de Polícia Militar, por sua vez, declarou que o ordenamento do espaço público na região é atribuição da Secretaria Municipal de Ordem Pública, mas destacou que, diante de flagrantes, os envolvidos são abordados e encaminhados à Polícia Civil. A PM informou ainda que reforçou o policiamento na orla como parte da Operação Verão, com aumento do efetivo e das ações ostensivas. Temor de repetição no réveillon Com a proximidade da virada do ano, autoridades admitem preocupação com a possibilidade de repetição do episódio que marcou o último réveillon. Para tentar evitar novas cenas de sexo coletivo em plena área turística, Polícia Civil, Guarda Municipal e Polícia Militar planejam uma ação conjunta entre a noite de 31 de dezembro e o amanhecer do dia 1º. A estratégia inclui reforço de patrulhamento, abordagens preventivas e um “batidão” na região do Arpoador, justamente no período de maior concentração de pessoas. A avaliação interna das forças de segurança é de que, sem ações coordenadas e contínuas, o cenário registrado no ano passado pode voltar a se repetir, novamente sob os olhos de moradores, turistas e das redes sociais. Receba notícias no WhatsApp e e-mail Source link

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Instituições empresariais e culturais lançam manifesto por revitalização do Centro do Rio

Representantes de instituições empresariais, culturais e educacionais do Rio de Janeiro divulgaram agora em dezembro um manifesto convocando esforços coordenados para a revitalização da região central da cidade. Entitulado de “Juntos pelo Centro do Rio”, o documento destaca a importância do bairro como polo econômico, cultural e turístico e propõe ações integradas em áreas como segurança, urbanismo, cultura, comércio e inclusão social. O DIÁRIO DO RIO é um dos apoiadores da ação. O movimento reforça que a revitalização não depende apenas de obras ou eventos isolados, mas de políticas públicas integradas com participação das entidades privadas. Entre os objetivos estão a melhoria da iluminação e acessibilidade, a criação de rotas pedonais, a integração da agenda cultural com comércio e serviços, além de programas de acolhimento, saúde mental e qualificação profissional. Cláudio André de Castro, mordomo dos Prédios da Santa Casa da Misericórdia do Rio de Janeiro e vice-presidente do Conselho de Renovação do Centro da ACRJ, destacou a importância da união das instituições: “É vital que finalmente todas as instituições cuja existência fazem o Centro como nós o conhecemos se juntem para unir-se aos esforços que a prefeitura já tem feito e que cada uma das entidades tem feito isoladamente. Mas unidas, elas podem muito mais, porque atraem uma quantidade imensa de pessoas para o Centro do Rio de Janeiro todos os dias, e sua história se funde com a história do Centro histórico.” Entre as mais de 40 instituições signatárias estão organizações empresariais, órgãos de classe, museus, teatros, centros culturais e entidades religiosas, incluindo a Associação Comercial do Rio de Janeiro (ACRJ), Federação das Indústrias do Estado do Rio de Janeiro (FIRJAN), SEBRAE Rio, Academia Brasileira de Letras (ABL), AquaRio, Museu do Amanhã, Theatro Municipal e Tribunal Regional Eleitoral (TRE-RJ). O manifesto finaliza enfatizando a importância de ações coletivas e contínuas para devolver centralidade, segurança e pertencimento ao Centro do Rio, ressaltando que o futuro da região depende da colaboração entre entidades privadas, governo e comunidade. Instituições citadas no manifesto: Associação Comercial do Rio de Janeiro – ACRJ Federação das Indústrias do Estado do Rio de Janeiro – FIRJAN SEBRAE Rio Academia Brasileira de Letras – ABL Associação Brasileira de Imprensa – ABI Academia Nacional de Medicina – ANM AquaRio Arquidiocese de São Sebastião do Rio de Janeiro Centro Cultural do Banco do Brasil – CCBB Centro Cultural dos Correios Centro Cultural da Justiça Federal Centro Cultural Paço Imperial Companhia Carioca de Parcerias e Investimentos Clube de Engenharia Conselho de Arquitetura e Urbanismo do RJ Conselho Regional de Engenharia e Agronomia do RJ Diário do Rio Disque Denúncia RJ Federação das Associações Comerciais e Empresariais do RJ – FACERJ Federação do Transporte de Cargas – FETRANSCARGA RJ Fundação Casa Brasil Irmandade de Nossa Senhora da Lapa dos Mercadores Junta Comercial do RJ Museu de Arte Moderna do Rio de Janeiro – MAM Museu de Arte do Rio – MAR Museu do Amanhã Museu Castro Maya Museu Histórico Nacional Museu Nacional de Belas Artes Museu Naval Ordem dos Advogados do Brasil – OAB-RJ Pier Mauá Real Gabinete Português de Leitura Rotary Clube do Brasil Sala Cecília Meireles Santa Casa da Misericórdia do Rio de Janeiro Teatro Carlos Gomes Teatro João Caetano Theatro Municipal do Rio de Janeiro TI Rio Tribunal de Justiça do Estado do Rio de Janeiro Tribunal Regional Eleitoral – TRE-RJ Receba notícias no WhatsApp e e-mail Source link

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Novo boletim do Inea aponta calor forte em municípios do RJ; Queimados chega a 42,4°C de sensação

Foto: Fernando Frazão/Agência Brasil O Instituto Estadual do Ambiente (Inea) divulgou no fim da tarde desta segunda-feira (29/12) o primeiro boletim com as temperaturas máximas e as sensações térmicas registradas por estações espalhadas pelo estado. A estreia do serviço reúne medições feitas por 30 estações e indica onde o calor ficou mais concentrado ao longo do dia. Entre os dados divulgados, Cantagalo apareceu com o maior registro: 38,2°C de temperatura máxima e 45°C de sensação térmica. Em outros pontos, a sensação passou fácil dos 40°C, caso de Queimados (42,4°C), Volta Redonda (40,7°C), Itaguaí (40,5°C) e Seropédica (40,1°C). O boletim é uma ampliação do monitoramento já feito pelas estações do Inea, que acompanham a qualidade do ar em cidades do estado. A partir desta segunda, os técnicos passaram a extrair também os dados de temperatura e de sensação térmica, para compartilhar com a população e com gestores locais. Segundo Bernardo Rossi, secretário de Estado do Ambiente e Sustentabilidade, a ideia é dar uma leitura rápida das áreas mais quentes para reforçar medidas de prevenção. “Estamos ampliando o nosso serviço para atender a população e as prefeituras com quem já trocamos informações sobre as condições do tempo, das chuvas e da elevação da água dos rios. Olhamos as necessidades e enxergamos uma forma de informar com rapidez onde há concentração de calor e a população e os gestores públicos precisam redobrar os cuidados”. Confira as máximas e sensações térmicas listadas no boletim: Queimados: 35,2°C e 42,4°C de sensação.Volta Redonda: 37,2°C e 40,7°C de sensação.Itaguaí: 34,7°C e 40,5°C de sensação.Seropédica: 33,1°C e 40,1°C de sensação.Resende: 37,9°C e 39,0°C de sensação.Barra Mansa: 35,0°C e 38,7°C de sensação.Rio de Janeiro: 31,7°C e 38,7°C de sensação.Quatis: 32,1°C e 37,0°C de sensação.Macaé: 30,3°C e 34,7°C de sensação.Itatiaia: 33,1°C e 34,1°C de sensação.São João da Barra: 30,1°C e 32,7°C de sensação.Macuco: 29,0°C e 32,5°C de sensação.Porto Real: 29,3°C e 31,1°C de sensação. Receba notícias no WhatsApp e e-mail Source link

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