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Cedae inicia operação de distribuição gratuita de água em megablocos no Centro do Rio

Funcionários da Cedae distribuindo água gratuitamente durante o megabloco Chá da Alice, na região central do Rio de Janeiro – Foto: Luis Alvarenga A Cedae iniciou, neste sábado (24/01), durante o desfile do Chá da Alice, no Circuito Preta Gil, região central do Rio de Janeiro, uma operação especial de distribuição gratuita de água para os foliões dos megablocos cariocas. Neste domingo (25/01), a ação se repetirá, dessa vez durante o Bloco da Lexa, também na Rua Primeiro de Março. A expectativa é que, no primeiro fim de semana de operação, cerca de 60 mil litros de água seja distribuídos. Ao longo do percurso, o público tem acesso a três grandes pontos de hidratação, instalados no Palácio Tiradentes, na Praça do Expedicionário e em frente à Avenida Almirante Barroso. Eles são identificados com balões da Cedae. Já as ”bicicletas-pipa” acompanham o cortejo desde a concentração. Paralelamente, há os tradicionais aguadeiros, isto é, funcionários da Cedae que andam pelo circuito com bombonas, distribuindo água em copos biodegradáveis. Em cada bloco, serão mobilizados quatro caminhões-pipa: três exclusivos para consumo e um equipado com mangueiras para refrescar os foliões na dispersão. Os veículos serão abastecidos diretamente na Estação de Tratamento de Água (ETA) Guandu, em Nova Iguaçu, na Baixada Fluminense. Vale ressaltar que a qualidade da água oferecida será monitorada de perto por técnicos. Uma unidade móvel do Laboratório de Pesquisa e Análise de Água (Libra) garante testes realizados de hora em hora para medir parâmetros como turbidez, cor e pH, entre outros indicadores essenciais. Megablocos No Carnaval 2026, ao todo, 10 cortejos de grande porte desfilam no Circuito Preta Gil, todos com concentração às 7h (de Brasília), na Rua Primeiro de Março. Além do Chá da Alice e do Bloco da Lexa, também se apresentam: 31/01 (sábado) – Bloco da Gold (Léo Santana) 01/02 (domingo) – SeráQAbre? 07/02 (sábado) – Bloco da Favorita 08/02 (domingo) – Cordão do Boitatá 14/02 (sábado) – Cordão da Bola Preta 17/02 (terça-feira) – Fervo da Lud (Ludmilla) 21/02 (sábado) – Bloco da Anitta 22/02 (domingo) – Monobloco Receba notícias no WhatsApp e e-mail Source link

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Após 200 de extinção, araras-canindés voltam a sobrevoar o RJ

Crédito: Refauna/ICMBio No início de janeiro, três araras-canindés retornam ao seu habitat natural para auxiliar na restauração ecológica da Mata Atlântica do Rio de Janeiro. Batizadas como Fernanda, Fátima e Sueli, as aves chegaram ao Parque Nacional da Tijuca (PNT) em junho de 2025, mas só ganharam a liberdade no último dia 7. A iniciativa é resultado de uma parceria entre o Refauna, Organização da Sociedade Civil (OSC) brasileira, o Instituto Chico Mendes de Conservação da Biodiversidade (ICMBio) e outros parceiros. O trabalho desenvolvido junto às araras, nos últimos meses, envolveu aclimatação e adaptação, como processos fundamentais para viabilizar a sua reintrodução na natureza. Desde junho, quando chegaram ao PNT, trazidas do Parque Três Pescadores (Aparecida, SP), as araras-canindés permaneceram em um recinto apropriado, para o reconhecimento do ambiente. Nesse período, passaram por um treinamento gradual, para o desenvolvimento de musculatura e aprimoramento das habilidades de voo. Além disso, as aves também aprenderam a evitar a presença humana, iniciaram uma transição alimentar para reconhecer os frutos nativos da floresta onde vão viver e tiveram monitoradas as suas interações sociais e as suas condições físicas. As araras foram liberadas com anilhas, microchips e colares de identificação instalados. Todo esse aparato permitirá que as aves sejam monitoradas pela equipe do Refauna diuturnamente. Relatos e informações repassadas pela população também servirão como base para o monitoramento das araras. A participação ativa de populares é conhecida como Ciência Cidadã e pode ser feitos no Instagram do Refauna ou o WhatsApp (21 96974-4752). O aplicativo SISS-Geo é outro instrumento para o monitoramento participativo das aves. A plataforma, que é gratuita, foi desenvolvida pela Fiocruz. Nela, a população pode enviar fotos e informações quando uma das araras for avistada, mesmo sem sinal de internet. Além disso, os pesquisadores do Refauna deram início à interlocução com observadores de aves no Rio de Janeiro e avaliam a ministração de cursos de formação com guias que trabalham no Parque Nacional da Tijuca, como forma de promover a educação ambiental. Mesmo com o todo trabalho realizado junto as araras-canindés, e o aparato de monitoramento desenvolvido para acompanhá-las, se a equipe de pesquisadores do Refauna identificarem qualquer risco à saúde ou à adaptação das aves, elas poderão ser recapturadas para manejo, tratamento ou ajustes no processo de reintrodução. Sobre o processo de libertação das araras-canindé na Mata Atlântica fluminense, Lara Renzeti, bióloga do Refauna e coordenadora de Reintrodução das Araras, comentou: “O planejamento para trazer de voltas as araras ao Rio começou em 2018, com destaque para a questão sanitária, que é desafiadora nesta espécie. O período de aclimatação exigiu uma dedicação enorme da equipe. Desejamos que as araras se adaptem bem à vida livre e que os moradores e visitantes do Rio de Janeiro tenham, no futuro próximo, a oportunidade de avistar essas aves maravilhosas colorindo o céu da cidade. A reintrodução das araras agora precisa da colaboração dos cariocas, cuidando e valorizando os animais livres como eles devem ser”, disse a bióloga. Para Viviane Lasmar, analista ambiental do Instituto Chico Mendes e chefe do Parque Nacional da Tijuca, o momento é de comemoração, pois as araras-canindé eram uma das espécies mais vistas nos céus do Rio de Janeiro há 200 anos, realidade que foi se perdendo com o progresso e o desmatamento: “Esse momento é esperado não há sete meses, mas há mais de 200 anos. As araras-canindés do Parque Nacional da Tijuca agora são as araras do Rio, dos cariocas e de todos os brasileiros. Elas também são um exemplo para o mundo do que é possível realizar dentro de Unidades de Conservação. Daqui para frente, em conjunto, seremos todos responsáveis pela sobrevivência desses animais em vida livre e, nós do ICMBio, acreditamos que a Ciência Cidadã é a grande aliada neste processo de monitoramento constante”, explicou Viviane. A chegada e a soltura desses animais envolveram um trabalho coordenado, com a realização de exames sanitários constantes, seleção comportamental e extremo cuidado com o bem-estar de cada indivíduo. Por isso, uma quarta arara, batizada de Selton, que chegou no Parque em 2025 junto com as demais, deve ganhar liberdade em um momento adequado. Selton está na muda e, enquanto o ciclo da troca de penas não se completa, existe o risco dele não conseguir realizar voos com segurança. Ao grupo de Fernanda, Fátima, Sueli e Selton, devem se juntar ainda em 2026, mais dois ou três casais da mesma espécie. As aves estão passando por exames sanitários e pelos trâmites burocráticos e de documentação necessários, sob a supervisão dos órgãos competentes. Segundo o Refauna, é possível que a reintrodução da segunda leva de araras viabilize a reprodução da espécie, o que vai permitir a consolidação do retorno desses pássaros aos céus do Rio de Janeiro. A iniciativa prevê uma ampliação do projeto, com a meta de alcançar a reintrodução de 50 araras-canindés ao longo de cinco anos. Receba notícias no WhatsApp e e-mail Source link

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INTO inaugura centro de tratamentos ortopédicos inovadores e pouco invasivos

Reprodução: Internet O Instituto Nacional de Traumatologia e Ortopedia (INTO) inaugurou, na quinta-feira (22), o Centro de Atenção em Ortobiológicos. A unidade é voltada para o desenvolvimento de terapias inovadoras e minimamente invasivas para doenças ortopédicas. O Centro é uma iniciativa pioneira no Sistema Único de Saúde (SUS) e tem como proposta a ampliação de tratamentos que reduzam a necessidade de cirurgias de grande porte, além de acelerar a recuperação dos pacientes. A unidade reúne pesquisa, assistência e inovação, com foco em terapias ortobiológicas empregadas em pacientes com doenças articulares, como a osteoartrite. Com a iniciativa, o INTO passa a oferecer alternativas terapêuticas capazes de reduzir a dor, melhorar a mobilidade. As técnicas podem, em muitos casos, adiar ou evitar o implante de próteses, como explicou, o diretor do INTO, José Paulo Gabbi: “É uma abordagem inovadora, com potencial para transformar a política de saúde pública em ortopedia no país. Os tratamentos ortobiológicos permitem ampliar o acesso dos pacientes, com menor custo e bons resultados clínicos, contribuindo para evitar o agravamento da osteoartrite e reduzir a necessidade de cirurgias mais complexas, como a prótese total do joelho”, afirma o diretor do INTO, afirmou Gabbi. Presente à inauguração, Alexandre Padilha, ministro da Saúde, reforçou o papel estratégico da pesquisa no fortalecimento do cuidado aos pacientes: “São procedimentos inovadores que vão consolidar novos tipos de tratamento, tornando o INTO uma referência para a população brasileira e para o mundo no uso dessa nova tecnologia”, afirmou o ministro. Com o avanço das pesquisas, a proloterapia poderá ser incorporada como alternativa terapêutica na rede pública de saúde, contribuindo com a ampliação de alternativas de tratamentos para pacientes com osteoartrite do joelho. Além do Centro de Atenção em Ortobiológicos, o INTO passou a contar mais de 200 novos profissionais de saúde, entre médicos, enfermeiros e técnicos de enfermagem. Todos contratados por meio de processo seletivo. O ministro Alexandre Padilha destacou que, com a chegada dos profissionais, o hospital entrar2026 com plena capacidade de operação: “Pela primeira vez, em 2026, o INTO vai utilizar 100% da sua capacidade, com todas as salas cirúrgicas e leitos de enfermaria em funcionamento. A expectativa é que o Instituto passe de cerca de 7 mil cirurgias, registradas no ano passado, para 12 mil cirurgias até o final de 2026, ampliando o acesso a procedimentos ortopédicos de alta complexidade e contribuindo diretamente para a redução do tempo de espera no SUS, aqui no Rio de Janeiro”, concluiu Padilha. Receba notícias no WhatsApp e e-mail Source link

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Neste domingo, Teatro Imperial, no Centro de Petrópolis, oferece programação cultural gratuita

Google Maps O Teatro Imperial, Centro de Petrópolis, oferece uma programação gratuita para toda a família neste domingo (25).  A iniciativa celebra a proximidade da volta às aulas e integra o conjunto de projetos socioeducacionais desenvolvidos pela Casa. A partir das 11h, acontece uma ação do projeto Leiturinha, comandado pela atriz petropolitana Chris Carvalho. A oficina de contação de histórias terá como foco o “As férias mais chatas de todas”, de Carla Betteli. A programação é para crianças e adultos. À tarde, a partir das 16h, acontece a abertura da programação de cinema do espaço, com a exibição do filme “Rio”, em película 35 mm. A animação, dirigida por Carlos Saldanha, narra as peripécias de Blu, arara criada em cativeiro. O filme traz mensagens de amizade, liberdade e preservação da natureza. Com a programação cultural, o Teatro Imperial reforça o seu compromisso com a população petropolitana que procura experiências artísticas de qualidade, sobretudo no período de férias: “Pensamos essa programação como um convite para que as famílias ocupem o Teatro Imperial de forma leve, afetiva e acessível. São ações que aproximam as crianças da arte desde cedo e reforçam o teatro como um espaço de encontro, aprendizado e imaginação”, disse Sabrina Korgut, diretora de projetos do Teatro Imperial, segundo Giro Serra. O Teatro Imperial é apresentado pela Enel Brasil e patrocinado pela Secretaria de Estado de Cultura e Economia Criativa do Rio de Janeiro (Sececrj), por meio da Lei Estadual de Incentivo à Cultura. O Teatro Imperial na Rua Mal. Deodoro, 192, no Centro de Petrópolis. Serviço Data: Domingo, 25 de janeiro de 2026 Leiturinha – 11h Cine Teatro Imperial – 16h Local: Rua Marechal Deodoro, 192, Centro, Petrópolis Entrada: Gratuita Receba notícias no WhatsApp e e-mail Source link

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Papa Leão XIV recebe D. Orani João Tempesta em audiência reservada em Roma

Divulgação: Vaticano O Cardeal Dom Orani João Tempesta, Arcebispo do Rio de Janeiro, e o Papa Leão XIV, encontraram-se durante uma audiência reservada, na manhã desta quarta-feira (22), no Vaticano.   No encontro, Dom Orani apresentou ao Papa a vivência de fé do povo carioca, com destaque para a Trezena de São Sebastião, padroeiro da capital fluminense, lembrando o testemunho de fé, coragem e fidelidade cristã do santo mártir. Na audiência, as autoridades religiosas também conversaram sobre o segundo Sínodo Arquidiocesano, com destaque para a dimensão missionária da Igreja, o trabalho de evangelização por ela empreendido e as atividades pastorais realizadas durante a Trezena de São Sebastião, com a sua mobilização comunitária, paroquial e de fiéis em espírito de missão. Ao Santo Padre, o Arcebispo da cidade do Rio de Janeiro assegurou que os devotos da Arquidiocese carioca seguem em prece nas suas intenções pelo ministério petrino e por sua missão à frente da Igreja universal. Em resposta, Leão XIV manifestou sua proximidade espiritual com a população carioca e fluminense, pelas quais reza e para as quais envia bênçãos, como sinal de unidade, comunhão e esperança. A reunião, que teve duração de 20 minutos, foi marcada por uma ambiência de comunhão, fraternidade e partilha pastoral. O encontro acontece às vésperas das comemorações dos 200 anos das relações diplomáticas entre o Brasil e a Santa Sé, celebrados nesta sexta-feira (23). Às 16h, horário de Roma, a Santa Sé deu início às comemorações oficiais do bicentenário. A memória dos 200 anos do estabelecimento das relações diplomáticas entre o Brasil e o Vaticano reafirma um marco histórico no diálogo, cooperação e respeito mútuo entre o Estado brasileiro e a Igreja Católica. O encontro entre os religiosos reforça a importância da fé vivenciada, da missão evangelizadora e da comunhão eclesial, como testemunho da unidade da Igreja e da proximidade do Sucessor de Pedro com o povo brasileiro. Receba notícias no WhatsApp e e-mail Source link

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Wicked estreia no Rio em julho na Cidade das Artes e ingressos já estão à venda

Foto: João Caldas/Divulgação O musical Wicked – A História Não Contada das Bruxas de Oz vai ganhar, pela primeira vez, uma temporada no Rio de Janeiro. A estreia está marcada para 15 de julho, na Cidade das Artes Bibi Ferreira, na Barra da Tijuca. Os ingressos já estão à venda na Sympla e na bilheteria oficial do teatro. A produção chega ao Rio com apoio de marcas parceiras e incentivo cultural. O espetáculo é apresentado pelo Ministério da Cultura e realizado por meio da Lei Rouanet. A produção é do Instituto Artium de Cultura, em coprodução com o Atelier de Cultura. O espetáculo conta com o patrocínio da Bradesco Seguros, Volkswagen, PRIO e Alelo, além do apoio da Eurofarma e Unisys, Sympla e Linha Bruna Tavares Esta é a terceira montagem inédita de Wicked no Brasil. A temporada no Rio acontece depois da passagem por São Paulo, no Teatro Renault, entre março e dezembro de 2025. “Nas duas primeiras temporadas, em 2016 e 2023, meio milhão de pessoas já tinham assistido a Wicked em São Paulo. No ano passado, foram mais 500 mil. Enfim, conseguimos unir forças e atender uma demanda, que já é antiga, do público carioca. Vai ser a realização de um sonho para nós e para os fãs de Wicked”, disse Carlos Cavalcanti, presidente do Instituto Artium de Cultura. “Trazer o musical ao Rio de Janeiro é a realização de um sonho que só foi possível graças ao mecanismo de incentivo do Ministério da Cultura, a Lei Rouanet, e à confiança das marcas parceiras, que acreditaram no poder de transformação social e impacto midiático dessa superprodução nunca antes vista no Rio”, afirmou Cleto Baccic, coprodutor e presidente do Atelier de Cultura. “O teatro musical oferece às marcas a oportunidade única de se conectar com o público por meio de boas histórias contadas ao vivo. Wicked promove muito mais do que visibilidade: é uma plataforma poderosa de live marketing e relacionamento para seus patrocinadores”, declarou Pedro Romani, diretor de operações do Instituto Artium de Cultura. No elenco principal, Myra Ruiz interpreta Elphaba e Fabi Bang vive Glinda. A história é baseada no romance de Gregory Maguire e volta no tempo para mostrar Oz antes da chegada de Dorothy. O texto é de Winnie Holzman, com músicas e letras de Stephen Schwartz. A montagem brasileira aposta em soluções técnicas de grande porte. O espetáculo usa sistemas de voo, efeitos de ilusionismo e projeções criadas para a encenação. O voo de Elphaba, no fim do primeiro ato, aparece como um dos momentos mais comentados do show. ServiçoWicked – O MusicalLocal: Cidade das Artes Bibi Ferreira (Av. das Américas, 5300, Barra da Tijuca, Rio de Janeiro)Estreia: 15 de julhoDuração: 180 minutos, com 15 minutos de intervaloClassificação: livre (menores de 12 anos acompanhados)Ingressos: de R$ 50 a R$ 400 SessõesQuarta, 20hQuinta, 20hSexta, 20hSábado, 15h e 19h30Domingo, 14h e 18h30 Vendas: Sympla e bilheteria da Cidade das Artes Bibi Ferreira (terça a domingo, 13h às 19h; em dias de espetáculo, até 30 min após o início). Receba notícias no WhatsApp e e-mail Source link

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Após notificação do MPRJ, Prefeitura do Rio informa sobre medidas de compensação ambiental

Moradores da região organizam ato para suspender o corte de novas árvores no Flamengo O Grupo de Atuação Especializada em Meio Ambiente do Ministério Público do Estado do Rio de Janeiro (GAEMA/MPRJ) recebeu informações oficiais da Prefeitura do Rio sobre a adoção de medidas para aperfeiçoar o controle, o monitoramento e a cobrança das compensações ambientais relacionadas ao corte de árvores no município. A Secretaria Municipal de Meio Ambiente e Clima (SMAC) informou prazos e ações em andamento, que devem ser concluídas até março, e reafirmou o compromisso com uma atuação cooperativa e transparente junto ao MP. Em resposta ao GAEMA/MPRJ, a SMAC informou que os prazos para implementação das medidas de controle e monitoramento das compensações foram impactados por ajustes operacionais relacionados à migração para o sistema SEI-Rio. Pelo cronograma apresentado, a maior parte das ações deverá ser concluída até 13 de março, com etapas complementares previstas até 16 de março. O GAEMA/MPRJ também monitora a implementação da plataforma “Compensômetro”, lançada pela Prefeitura em atendimento à Recomendação do MP. O painel permite a consulta pública, em tempo real, de dados sobre o cumprimento das medidas compensatórias ambientais decorrentes do licenciamento, ampliando a transparência e o controle social. Atuação preventiva e novas cobranças para reduzir impactos negativos pela perda de cobertura arbórea A notificação enviada no início de janeiro teve como objetivo o controle, o monitoramento e a rastreabilidade das medidas compensatórias previstas nas Autorizações para Remoção de Vegetação (ARVs). Para além dessa primeira notificação, o GAEMA/MPRJ também passa a cobrar maiores informações sobre a adoção de critérios e procedimentos para evitar supressões de vegetação acentuadas e contínuas. Em nova manifestação expedida no último dia 16 de janeiro, o órgão requisita informações à Prefeitura sobre os cuidados, análises e alternativas para preservar a cobertura arbórea nos empreendimentos licenciados na cidade, antes de autorizar o corte. Dentre os objetivos da requisição está o de apurar a observância dos licenciamentos ambientais e urbanísticos que antecedem as “ARVs”  às diretrizes e princípios previstos em instrumentos de planejamento urbano e climático, como o Plano Diretor de Desenvolvimento Urbano Sustentável (Lei Complementar nº 270/2024), o Plano de Desenvolvimento Sustentável e Ação Climática e o Plano de Desenvolvimento da Arborização Urbana (PDAU). Nos novos ofícios, o GAEMA/MPRJ questiona a possibilidade de manter a vegetação existente nessas análises de licenças e ARVs, mesmo que a vegetação não esteja em Áreas de Preservação Permanente (APPs), mas quando a supressão possa gerar impactos negativos como aumento da temperatura, alterações no microclima e outros impactos negativos. Isso demandaria ajustes nos projetos apresentados por empreendedores para evitar o corte e reduzir a necessidade de compensação posterior. Outro ponto central do novo pedido é o diagnóstico da cobertura arbórea do município e sua evolução ao longo dos últimos anos. O GAEMA/MPRJ requer o envio do censo atualizado da vegetação urbana, com a metodologia adotada, as metas definidas nos últimos cinco anos e os resultados alcançados, tanto de forma geral quanto por Área de Planejamento. O GAEMA/MPRJ também cobra dados atualizados e espacializados sobre o efetivo impacto das autorizações de remoção de vegetação concedidas nos últimos anos  e sobre a efetividade das medidas compensatórias para recuperar ou ampliar a cobertura vegetal, incluindo informações sobre como o Município monitora metas e déficits ambientais de cobertura arbórea e áreas verdes e se utiliza instrumentos técnicos como o PDAU, a Avaliação de Impactos Ambientais (AIA), estudos de microclima, análise de serviços ecossistêmicos e avaliação de impactos cumulativos no bojo de suas políticas públicas, notadamente para evitar ou mitigar impactos negativos ao bem-estar da população. Além disso, questiona como é garantido que as compensações ocorram, preferencialmente, na mesma microbacia ou área impactada, e quais critérios e planos orientam a escolha de locais, espécies e ações previstas, inclusive para serviços que substituem o plantio ou replantio in natura, como atividades de educação ambiental e obras de engenharia. Receba notícias no WhatsApp e e-mail Source link

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Eleição indireta para governador no Rio expõe disputa política e incertezas jurídicas na Alerj

Divulgação A possibilidade de o governador Cláudio Castro (PL) deixar o cargo até abril para disputar uma vaga no Senado colocou a Assembleia Legislativa do Rio de Janeiro (Alerj) no centro de um processo inédito desde a redemocratização: a realização de uma eleição indireta para escolher um governador temporário. O cenário combina dúvidas jurídicas, disputas políticas e movimentações de bastidores que já reconfiguram alianças dentro da Casa. Sem vice-governador desde maio de 2025, quando Thiago Pampolha renunciou para assumir uma vaga no Tribunal de Contas do Estado (TCE), o Rio vive uma situação de dupla vacância potencial no Executivo. Caso Castro formalize a renúncia até o dia 4 de abril, o presidente do Tribunal de Justiça do Rio, Ricardo Couto de Castro, assumirá interinamente o governo apenas para convocar, em até 30 dias, a eleição indireta na Alerj, conforme determina a Constituição Estadual. Quem pode disputar e o que está em jogo A eleição indireta ocorre exclusivamente em caso de vacância simultânea dos cargos de governador e vice. Nesse modelo, os 70 deputados estaduais tornam-se o colégio eleitoral responsável por escolher o novo chefe do Executivo, que exercerá um mandato-tampão até o início de janeiro de 2027. Embora ainda não haja lei complementar específica aprovada no estado, há consenso mínimo de que os candidatos precisam estar filiados a partido político há pelo menos seis meses e atender aos critérios da Lei da Ficha Limpa. O principal ponto de controvérsia envolve a necessidade de desincompatibilização de ocupantes de cargos no Executivo. Pela Constituição, em eleições diretas, secretários e ministros precisam se afastar seis meses antes do pleito. Em 2022, ao julgar o caso de Alagoas, o Supremo Tribunal Federal (STF) manteve esse entendimento também para eleições indiretas, sem flexibilizar os prazos. No entanto, o precedente não criou uma regra clara para situações como a do Rio, já que, naquele estado, os candidatos eram deputados estaduais ou pessoas sem cargo público. No Rio, os principais nomes cogitados ocupam funções executivas: Nicola Miccione, secretário estadual da Casa Civil; Douglas Ruas, secretário estadual das Cidades; e André Ceciliano, secretário especial de Assuntos Parlamentares da Presidência da República. A interpretação sobre a obrigatoriedade de afastamento prévio pode acabar judicializada. Votação: aberta ou secreta? Outro ponto sensível é o formato da votação. O projeto apresentado pelo deputado Luiz Paulo (PSD), que tramita na Alerj, prevê voto secreto. A proposta, contudo, enfrenta resistência de parlamentares que defendem o voto aberto, em nome da transparência. O STF, ao analisar o caso de Alagoas, não impôs um modelo obrigatório, mas indicou que a publicidade deve ser a regra, validando a votação aberta adotada naquele estado. No entanto, deixou margem para que as assembleias estaduais regulamentem o processo, o que amplia o risco de questionamentos judiciais. Na prática, o voto secreto é visto como um fator de instabilidade, por favorecer dissidências e acordos transversais, especialmente em uma Casa onde a maioria conservadora não atua de forma totalmente coesa. Direita é maioria, mas não é bloco único A composição atual da Alerj é amplamente dominada pela direita e pelo centro-direita, que somam entre 40 e 45 deputados. Esse grupo controla as principais votações do plenário e tem posição crítica tanto ao presidente Lula quanto ao prefeito do Rio, Eduardo Paes (PSD), pré-candidato ao governo estadual na eleição direta de outubro. Apesar da maioria absoluta, o campo conservador é fragmentado. Há divisões entre bolsonaristas mais ideológicos, parlamentares pragmáticos e grupos regionais, o que torna imprevisível o comportamento do plenário em uma eleição interna, sobretudo se o voto for secreto. A esquerda, com cerca de nove deputados, atua de forma disciplinada e aposta justamente nesse ambiente de fragmentação para ampliar seu peso político. Já o centro e os independentes, juntos, formam um bloco decisivo em votações sensíveis. Castro se move para formar maioria Diante desse cenário, Cláudio Castro intensificou as articulações políticas. Na última segunda-feira (19), o governador se reuniu com deputados estaduais para consolidar um bloco em torno de seu nome preferido para o mandato-tampão: o secretário da Casa Civil, Nicola Miccione. Mesmo com o avanço de movimentos em apoio ao secretário estadual das Cidades, Douglas Ruas (PL), Castro reafirmou a aliados que manterá Miccione como seu indicado para a eleição indireta. A expectativa do governador é deixar o cargo até4 de abril para se lançar candidato ao Senado. Segundo deputados que participaram da reunião (Marcelo Dino e Arthur Monteiro (União Brasil), Thiago Rangel (Avante), Vitor Junior (PDT) e Giovani Ratinho (Solidariedade), o grupo decidiu, ao menos neste momento, preservar a unidade em torno da indicação do governador. Eles afirmam não terem sido consultados sobre a formação de um bloco paralelo, que envolveria parlamentares do PL e da Federação União Progressista em apoio a Douglas Ruas. Na semana anterior, parte desse grupo já havia se encontrado com Miccione, sinalizando avanço nas negociações. Ruas, Ceciliano e as disputas paralelas Embora Castro sustente Miccione, o nome de Douglas Ruas segue no radar de setores do PL e do bolsonarismo, que veem na eleição indireta uma oportunidade de construir um palanque forte no Rio. Ruas, no entanto, avalia que assumir um mandato-tampão poderia comprometer seus planos de reeleição como deputado estadual e de disputar a presidência da Alerj em 2026. Outro nome que circula nos bastidores é o do ex-presidente da Alerj André Ceciliano (PT). Sua possível entrada na disputa gerou reações entre aliados do deputado afastado Rodrigo Bacellar (União) e adicionou mais um elemento de tensão ao processo. Parlamentares avaliam que, nesse cenário, o principal desafio seria convencer setores mais conservadores da Casa a apoiar um candidato do PT. Processo inédito e risco de judicialização A combinação de regras ainda indefinidas, interesses políticos conflitantes e precedentes jurídicos ambíguos faz da possível eleição indireta um dos episódios mais delicados da política fluminense recente. Especialistas divergem sobre a possibilidade de a Alerj flexibilizar prazos de desincompatibilização por meio de edital próprio, enquanto outra corrente sustenta que qualquer mudança pode comprometer a legalidade do processo. Se confirmada, a eleição do governador-tampão não será apenas um procedimento

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Carnaval com cuidado: MetrôRio recebe ação de prevenção ao desaparecimento de crianças

Foto: Divulgação/MetrôRio Com a aproximação do Carnaval e o aumento da circulação de pessoas nos espaços públicos, o MetrôRio recebe, nesta sexta-feira e sábado (23 e 24), uma ação voltada à prevenção do desaparecimento de crianças e adolescentes. A mobilização acontece na estação Central do Brasil/Centro e é promovida pelo Governo do Rio, por meio da Fundação para a Infância e Adolescência (FIA-RJ). Nomeada de SOS Folia – Prevenção ao Desaparecimento, a iniciativa integra o calendário de ações do programa SOS Crianças Desaparecidas e tem como foco orientar pais e responsáveis sobre cuidados essenciais em períodos de grande movimentação, como festas populares e eventos de massa. As atividades ocorrem das 9h às 23h nos dois dias. Durante a ação, equipes do programa distribuem pulseiras de identificação para crianças e adolescentes. Nelas, é possível registrar o nome da criança e o telefone de um responsável, medida considerada simples, mas eficaz para facilitar a rápida localização da família em casos de desencontro. Segundo o gerente do programa, Luiz Henrique Oliveira, o número de registros de desaparecimento tende a crescer nesta época do ano, especialmente em locais de grande fluxo, como estações de transporte público, rodoviárias e áreas de eventos. Por isso, ações educativas e preventivas são apontadas como fundamentais para reduzir riscos e ampliar a segurança. “A prevenção é sempre o melhor caminho. A pulseira de identificação é uma ferramenta simples, mas extremamente eficaz, que ajuda a evitar situações de desespero e permite uma resposta rápida caso a criança se perca. Nosso trabalho é orientar as famílias e reforçar que pequenos cuidados fazem toda a diferença, especialmente em períodos de grande movimentação como o verão e o Carnaval”, afirmou. Além da distribuição das pulseiras, a ação inclui orientações diretas ao público sobre como agir em situações de perda, a importância da identificação e a atenção redobrada com crianças em ambientes lotados. A expectativa é alcançar milhares de usuários do metrô ao longo dos dois dias de mobilização. Receba notícias no WhatsApp e e-mail Source link

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Hotel Nacional celebra os sábados com feijoada e música ao vivo

Foto: Divulgação Todos os sábados, o Restaurante Sereia recebe hóspedes e visitantes para uma experiência que combina gastronomia brasileira, música ao vivo e o cenário icônico do Hotel Nacional, projetado por Oscar Niemeyer, em São Conrado. Servida em formato de self service, a feijoada é assinada pelo chef Flávio Agapito e reúne versões tradicionais, além de uma opção vegetariana, pensada para atender diferentes perfis de público. Para quem prefere variar o prato principal, o buffet oferecido durante toda a semana pelo Sereia também está disponível, com seleção de saladas, antepastos, pratos quentes e sobremesas. Um samba típico carioca ao vivo acompanha o almoço e contribui para criar um clima descontraído e elegante, ideal para tardes prolongadas de sábado, em um dos endereços mais emblemáticos do Rio. A feijoada acontece das 12h às 16h e inclui, além do buffet completo, batidas de limão e coco. Demais bebidas são cobradas à parte. ServiçoFeijoada de sábado – Restaurante SereiaHotel Nacional – Av. Niemeyer, 769, São ConradoSábados, das 12h às 16hValor: R$ 149 por pessoa + 10%Reservas: (21) 97948-0837 Receba notícias no WhatsApp e e-mail Source link

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