Associação Comercial do Rio lança nota de apoio ao Bacen

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Divulgação

A crise gerada pela liquidação do Banco Master e seus desdobramentos junto ao Supremo Tribunal Federal (STF) e ao Banco Central (Bacen) levaram a Associação Comercial do Rio de Janeiro (ACRJ) a se manifestar em favor da independência e autonomia da autoridade bancária.

Em comunicado divulgado na última terça-feira (6), a ACRJ reafirmou a sua posição de defesa do Bacen diante do seu “compromisso histórico com a estabilidade econômica, o fortalecimento do ecossistema empresarial, a solidez das instituições e o desenvolvimento sustentável do Brasil”, disse a instituição no comunicado, acrescentando que a independência e a autonomia do Banco Central são essenciais para o desenvolvimento do Brasil, uma vez que a sua atuação permite a “preservação do valor da moeda, da saúde do sistema financeiro nacional, do controle responsável da inflação e da construção de um ambiente de negócios seguro, previsível e confiável”.

A entidade destacou ainda que a autonomia do Bacen, longe de ser um privilégio, representa “um instrumento técnico de boa governança econômica, amplamente adotado por democracias maduras” e “protege a política monetária de pressões conjunturais e de ciclos políticos de curto prazo”, permitindo que a instituição tome decisões técnicas, com metas claras e responsabilidade com o futuro do Brasil.

Em seu comunicado, a Associação Comercial do Rio reforçou que a experiência internacional monstra que bancos centrais independentes impactam de forma muito positiva as economias dos seus países por promoverem “maior estabilidade monetária; inflação controlada e previsível; redução de riscos sistêmicos; maior confiança dos investidores; e melhores condições para o investimento produtivo e a geração de empregos”.

A entidade ressaltou ainda que, para gerar empregos e riqueza, o meio empresarial precisa de “regras claras, estabilidade institucional e confiança nas políticas macroeconômicas para planejar, investir, inovar e crescer”, uma vez que “sem estabilidade, não há crescimento sustentável”.

Por fim, a ACRJ enfatizou que autonomia não é sinônimo de descontrole, mas de “responsabilidade, transparência e prestação de contas à sociedade, dentro dos marcos legais definidos pelo Estado brasileiro”.

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