Carnaval 2026 no Rio reforça tradição dos bailes clássicos e cresce com festas privadas

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Divulgação

O Carnaval do Rio de Janeiro não vive só de bloco e Sapucaí. Dos salões tradicionais do Baile do Municipal às noites lendárias do Scala Rio, a cidade sempre teve uma folia “de porta fechada” que atravessa gerações — e, em 2026, isso aparece com força renovada. Um levantamento do Visit Rio reuniu festas privadas que, segundo a entidade, estão ampliando a oferta da temporada e atraindo públicos diferentes.

Para o presidente-executivo do Visit Rio, Luiz Strauss, a diversificação é um movimento natural num ano em que o Rio volta a aparecer como destino disputado para o Carnaval, inclusive por estrangeiros. “Essas celebrações sempre existiram, é claro, mas vêm ganhando cada vez mais espaço no calendário carnavalesco. Festas que se inspiram na tradição dos bailes clássicos estão ganhando força e atraindo um novo público. Essa estratégia tem como objetivo diversificar as experiências durante o Carnaval”.

A lista do guia mistura festa temática, show grande, DJ e experiência “imersa”, em calendário que começa antes do miolo do Carnaval e vai além da Quarta-feira de Cinzas. A Balbúrdia abre a programação no dia 13 de fevereiro, com local ainda não divulgado. No dia 14, a Esbórnia entra com proposta descrita como experiência imersiva, combinando música e performances.

Entre 14 e 17 de fevereiro, a Cidade das Artes recebe mais uma edição da Carnarildy, com atrações como Anitta, Thiaguinho, Ludmilla e Ferrugem. No dia 15, aparecem dois estilos bem diferentes: a Arca de Noé, marcada por brinquedos espalhados pelo espaço e uma pegada mais lúdica, e o tradicional Baile do Momo.

Na segunda-feira de Carnaval, a Majestique anuncia sua maior edição, voltada ao público de música eletrônica. Para quem estende a viagem, a festa Nostalgia acontece no dia 21 de fevereiro, na Sociedade Hípica Brasileira, com foco nos sucessos dos anos 2000. Já para quem chega antes, o pré-carnaval do Maguje, no dia 7 de fevereiro, aposta em gastronomia, música e experiências sensoriais, com nomes do samba como “O Time É Esse”, da cantora Carol Cardoso, e o grupo show da bateria de escolas de samba.

No meio dessa “safra” de novas festas, os bailes de hotel seguem como referências. O Baile do Copa terá edição dedicada à brasilidade no dia 14 de fevereiro. Já o Fairmont Rio faz seu baile clássico de máscaras em 20 de fevereiro.

Strauss diz que esse circuito também tem um papel de memória. “Essas festas resgatam a cultura dos antigos bailes e apresentam às novas gerações como se pulava Carnaval em outros tempos, reafirmando a vocação do Rio como um dos maiores palcos da folia no mundo”, comentou Luiz Strauss.

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