‘Na Favela Turismo’ consolida atividades na Rocinha, Vidigal e PPG movimentando a economia local

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Foto: Divulgação

O Na Favela Drone consolida uma nova forma de vivenciar as favelas do Rio de Janeiro ao transformar lajes e mirantes em pontos de experiência turística com voos de drone realizados por moradores locais. Lançado em 2024 por Renan Monteiro, CEO do Na Favela Turismo, o projeto qualifica moradores para atuarem como pilotos de drones e cria uma cadeia econômica sustentável que beneficia guias, mototaxistas e anfitriões das lajes.

O projeto teve início com aulas de pilotagem próximas ao Mirante Rocinha e rapidamente ganhou adesão: hoje são 10 pilotos formados, 8 lajes que recebem visitantes para os voos e centenas de profissionais do trade local integrados ao projeto. Um dos primeiros vídeos produzidos por Betour, guia e morador da Rocinha, despertou interesse entre turistas e ajudou a consolidar o produto, que se tornou um dos conteúdos mais procurados por visitantes estrangeiros nesta temporada.

“A ideia sempre foi qualificar nossa gente para que o valor da favela seja apresentado por quem vive aqui. O resultado vai além de um vídeo bonito: é emprego, cena cultural valorizada e narrativa positiva que chega ao mundo mostrando o verdadeiro valor da Rocinha, do Vidigal e PPG”, afirma Renan Monteiro, fundador do Na Favela Turismo.

Recorde Turístico
Cada vez mais interessados em experiências autênticas e em conhecer a cidade para além dos cartões-postais, turistas nacionais e estrangeiros têm buscado visitar favelas do Rio de Janeiro — um movimento que torna fundamental o fortalecimento de um turismo comunitário profissional, estruturado e responsável; esse interesse cresce justamente em um momento em que a temporada de verão 2026 (dezembro de 2025 a março de 2026) projeta recordes históricos para o turismo na capital fluminense, com a expectativa de receber mais de 5,7 milhões de visitantes, um aumento superior a 14% em relação ao verão anterior, movimentando cerca de R$ 12,8 bilhões na economia carioca (+18%) e registrando alta de 12% no número de turistas estrangeiros, estimados em aproximadamente 1,2 milhão, impulsionados pela ampliação da malha aérea internacional e pelo otimismo do setor.

Impactos e diferenciais

  • Economia circular: geração direta de renda para pilotos, anfitriões, guias e mototaxistas locais.
  • Autenticidade e protagonismo: moradores como produtores e apresentadores do território.
  • Produto turístico inovador: experiência imersiva e compartilhável, com alto potencial de mídia e atração de visitantes internacionais.
  • Escalabilidade: modelo replicável em outros pontos com potencial turístico dentro do Rio de Janeiro.
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